Atualização rápida. Sei que é por conta do desafio, mas estou gostando. Assim descubro mais sobre os mistérios que aguardam Amelia.
Aaaaah e eu peguei! Peguei a referência. Assim que Albert disse que o tempo passava diferente, eu já suspeitei, mas, quando falou sobre os gêmeos, minha mente só apitou: Alice... (leia com a voz do Gato Risonho no live action).
E quem diria que apenas um caminho para levar uma carta a faria andar pela estrada de tijolos amarelos... espera, história errada. De toda forma, esse capítulo levantou muitas perguntas também.
Um local isolado, sem comunicação e não tão próximo ao vilarejo com "contato" do mundo exterior. Os sons dos pássaros me lembraram as rosas da Rainha Vermelha (seria Lenora?), mas tem uma incógnita a mais ali que ainda não decifrei.
Sabemos que alguém roubou o som dos pássaros na colina e Lenora quer achar uma música. Seria som dos pássaros? Devolver a eles? Reinar sobre eles? Muito misterioso.
Em relação ao pássaro que os gêmeos queriam pegar, seria apenas por maldade? Para comer? Eu fiquei meio confusa nessa parte, porque não me localizei no tempo que a história ocorre. Por algum motivo não pensei no tempo atual, mas não tinha cogitado contexto de pós-guerra (mundial?). Senti que há um significado oculto por trás desse pássaro preto que levantou voo.
Essa galera da casa é realmente bem misteriosa. Achei legal Amelia querer aprender falar por sinais, muito correto. Acho que isso deveria ser ensinado na escola, aí sim seria inclusão. Bom, Lenora parece legal, mas nem sempre está presente. Uma mulher de mistérios, de fato.
Acredito que Amelia precisa começar a prestar mais atenção nas coisas, talvez ponderar a história dos gêmeos, procurar saber mais no vilarejo sobre a colina e as pessoas que moram (e moraram). Sei que deve estar achando uma loucura, porém, como leitora e uma pessoa que acabou de se mudar para um lugar afastado e bastante distinto, custava nada averiguar o terreno e história.
Amiga KKKK Eu to amando esse comentário sobre as referências HIHI (e com certeza eu li com a voz do Gato Risonho!)
E vou te contar um negócio: toda vez que eu sento para escrever, tenho algo mais ou menos pronto em mente. Ou acho que tenho. Daí vou escrevendo e vou descobrindo mais coisas sobre esse casarão na colina. Acredita que no começo, eu não imaginava algo tão esquisito? Talvez só os habitantes do casarão, não o lugar em si ou as redondezas (vide as crianças no pique das gemeas do O Iluminado). A magia da aleatoridade da escrita ainda me causa certo choque e olha que eu já deveria estar acostumada a esse ponto KKK
Sobre o tempo em que a história acontece: É outra coisa que eu não tive muita vontade (mas dessa vez não sei a razão) de colocar de forma explícita. Mas para Amelia, o mundo está entre os anos 20/30. Sobre os gêmeos, eu também não sei. Imaginei eles relativamente pobres, mas não inicialmente com planos de comer o pássaro (ainda que a Amelia tenha ficado mesmo com essa impressão/medo). Porém eles são esquisitos, quem garante né? KKKKKK
Amelia é uma lenda esforçada. Eu queria aprender libras, mas ainda não tive tempo o suficiente pra ir atrás disso. Seria bem útil porque no futuro talvez eu tenha que lidar com um público mais amplo, e me sentiria péssima de não conseguir me comunicar direito. Se você conhecer algum lugar online, me fala!
Sobre a Amelia prestar mais atenção, achei curioso você levantar esse ponto porque escrevi mazomenos sobre isso ontem! Eu concordo contigo, acho uma insanidade ir de mala e cuia para um lugar que eu não sei NADA. Não gosto de ir na esquina sem ter plano pra isso, imagina uma viagem grande dessas. Sai fora. Mas em breve você vai saber a perspectiva da Amelia sobre isso!
To querendo terminar e postar tudo hoje. Torça por mim! Beijão ♥
O casarão é algo perdido no tempo, sofrendo de alguma maldição pelos pássaros silenciados? E a tal partitura seria a chave para resolver essas questões?
Curiosa com o desenrolar dessa estória, e também com o que irá curar o coração partido da Amélia. Que bom que ela tinha alguém que se preocupava com ela e empurrou ela para esse trabalho.
Oii, Lauren! Tudo bem?
Atualização rápida. Sei que é por conta do desafio, mas estou gostando. Assim descubro mais sobre os mistérios que aguardam Amelia.
Aaaaah e eu peguei! Peguei a referência. Assim que Albert disse que o tempo passava diferente, eu já suspeitei, mas, quando falou sobre os gêmeos, minha mente só apitou: Alice... (leia com a voz do Gato Risonho no live action).
E quem diria que apenas um caminho para levar uma carta a faria andar pela estrada de tijolos amarelos... espera, história errada. De toda forma, esse capítulo levantou muitas perguntas também.
Um local isolado, sem comunicação e não tão próximo ao vilarejo com "contato" do mundo exterior. Os sons dos pássaros me lembraram as rosas da Rainha Vermelha (seria Lenora?), mas tem uma incógnita a mais ali que ainda não decifrei.
Sabemos que alguém roubou o som dos pássaros na colina e Lenora quer achar uma música. Seria som dos pássaros? Devolver a eles? Reinar sobre eles? Muito misterioso.
Em relação ao pássaro que os gêmeos queriam pegar, seria apenas por maldade? Para comer? Eu fiquei meio confusa nessa parte, porque não me localizei no tempo que a história ocorre. Por algum motivo não pensei no tempo atual, mas não tinha cogitado contexto de pós-guerra (mundial?). Senti que há um significado oculto por trás desse pássaro preto que levantou voo.
Essa galera da casa é realmente bem misteriosa. Achei legal Amelia querer aprender falar por sinais, muito correto. Acho que isso deveria ser ensinado na escola, aí sim seria inclusão. Bom, Lenora parece legal, mas nem sempre está presente. Uma mulher de mistérios, de fato.
Acredito que Amelia precisa começar a prestar mais atenção nas coisas, talvez ponderar a história dos gêmeos, procurar saber mais no vilarejo sobre a colina e as pessoas que moram (e moraram). Sei que deve estar achando uma loucura, porém, como leitora e uma pessoa que acabou de se mudar para um lugar afastado e bastante distinto, custava nada averiguar o terreno e história.
Enfim, curiosa por mais.
Até a próxima!
Olá, de novo!
Amiga KKKK Eu to amando esse comentário sobre as referências HIHI (e com certeza eu li com a voz do Gato Risonho!)
E vou te contar um negócio: toda vez que eu sento para escrever, tenho algo mais ou menos pronto em mente. Ou acho que tenho. Daí vou escrevendo e vou descobrindo mais coisas sobre esse casarão na colina. Acredita que no começo, eu não imaginava algo tão esquisito? Talvez só os habitantes do casarão, não o lugar em si ou as redondezas (vide as crianças no pique das gemeas do O Iluminado). A magia da aleatoridade da escrita ainda me causa certo choque e olha que eu já deveria estar acostumada a esse ponto KKK
Sobre o tempo em que a história acontece: É outra coisa que eu não tive muita vontade (mas dessa vez não sei a razão) de colocar de forma explícita. Mas para Amelia, o mundo está entre os anos 20/30. Sobre os gêmeos, eu também não sei. Imaginei eles relativamente pobres, mas não inicialmente com planos de comer o pássaro (ainda que a Amelia tenha ficado mesmo com essa impressão/medo). Porém eles são esquisitos, quem garante né? KKKKKK
Amelia é uma lenda esforçada. Eu queria aprender libras, mas ainda não tive tempo o suficiente pra ir atrás disso. Seria bem útil porque no futuro talvez eu tenha que lidar com um público mais amplo, e me sentiria péssima de não conseguir me comunicar direito. Se você conhecer algum lugar online, me fala!
Sobre a Amelia prestar mais atenção, achei curioso você levantar esse ponto porque escrevi mazomenos sobre isso ontem! Eu concordo contigo, acho uma insanidade ir de mala e cuia para um lugar que eu não sei NADA. Não gosto de ir na esquina sem ter plano pra isso, imagina uma viagem grande dessas. Sai fora. Mas em breve você vai saber a perspectiva da Amelia sobre isso!
To querendo terminar e postar tudo hoje. Torça por mim! Beijão ♥
Que interessante!
O casarão é algo perdido no tempo, sofrendo de alguma maldição pelos pássaros silenciados? E a tal partitura seria a chave para resolver essas questões?
Curiosa com o desenrolar dessa estória, e também com o que irá curar o coração partido da Amélia. Que bom que ela tinha alguém que se preocupava com ela e empurrou ela para esse trabalho.
Isso mesmo! Acertou na mosca!
(pausa para refletir que jamais escrevi expressao “na mosca” aaa
É isso mesmo, o casarão é perdido no tempo e existe uma chave pra resolver certos probleminhas de lá. Não digo exatamente quais muhahaha
Amo personagens senhorinhas e irei defendê-las!!