Comentários em “Vermelho Carmesim”: “Minha doce amiga, Aninha.”

Phoenix M Marques W MWU 27

A Aninha parece ter mesmo sentido de forma demasiado intensa a morte de Lopes, o choque se faz visível nela e em sua fala, pela perspectiva de Lavínia. Soubemos também, mais detalhes acerca do incidente que culminou com a morte de Lopes, o veneno e a reação que ele causou à adrenalina da briga com Hanss, e o fato de que Aninha deixou de ir atrás de Hans para acudir o quase moribundo já Lopes no momento, mostrando um carinho, afeto e altruísmo altissimos eu diria. As moças dessa casa sem dúvida tem mais coração e mais empatia do que muita gente por aí. Lavínia permanece observadora e atenta a tudo, mas ainda assim nao parece ter avanlçado , ainda, muito em sua investigação particular acerca dos motivos de Hans e de porquê e como tudo isso ocorreu e dessa forma.

Sobre Hans, a cada vez que vamos sabendo mais acerca do ocorrido, só fica a impressão de que ele era realmente capaz de qualquer vilania ainda mais para impressionar e obter a atenção de Aninha, sem se importar com que fosse afetado pelo caminho e tivesse que pagar o pato. Aninha, devastada com os eventos, parece ter perdido o animo para executar suas funções, e a disposição para sequer prosseguir com sua vida.

Lopes era metalúrgico; nao lembro se havia essa informação nos capítulos anteriores ou na versão anterior, mas faz com que tenhamos, pelo menos no meu caso, mais empatia para com ele, por se tratar de uma pessoa de ocupação e possivelmente, origens humildes, em comparado com Hans que provavelmente vinha de uma posição social maior e, por isso, se encheu de soberba para efetuar seu plano vil. Achei uma boa sacada, mesmo que tenha sido um detalhe pequenino, pontuar sobre a profissão de Lopes.

Amigo, por favor não se esqueça e não demore em responder. Atenciosamente, M. Wagner

Igor Costa
Igor Costa Autor

Jamais esqueceria de responder seus comentários. Eu fico realmente muito animado quando leio algum comentário nas minhas histórias e fico eufórico para responder. Eu tenho medo de algumas respostas que eu pensei em dar, porque podem revelar detalhes importante que eu estou guardando nos próximos capítulos, mas, dando mais detalhes, basicamente, Hans e Lopes trabalhavam juntos na metalurgia, por isso se tornaram amigos. Não especifiquei cargos, mas eram próximos na hierarquia da empresa. Eu decidi isso de "última hora", pois queria um passado para ele e imaginei que fosse um importante setor em ascensão no Brasil dos anos 1920 e 1930... Foi pouco antes de Getúlio Vargas assumir a presidência do Brasil pela primeira vez. De alguma forma, eu consigo relacionar os dois (Vargas e metalurgia) facilmente, mas tinha guardado isso pra mim, até então... kkkk Contudo, muito obrigado pelo seu comentário! ♥

Don R

É raro uma "meretriz" se pudermos dizer isso sobre a Aninha, realmente se apaixonar por um cliente, ao menos é o que eu vejo em filmes e histórias. Legal ver que essa relação era realmente forte.

Igor Costa
Igor Costa Autor

Olha, isso depende muito da pessoa, das circunstâncias... Podemos dizer que Aninha era inocente quando se referia a amor. Não explorei o passado dela, mas é como se ela trabalhasse nessa vida por necessidade. Lopes apareceu lhe dando uma alternativa e ela se encantou com isso, por isso o relacionamento dos dois acabou acontecendo tão intensamente.

Realmente, é difícil. Lavínia e Vitória, por exemplo, não se apaixonariam facilmente, mas Aninha é outro caso... Ela é apaixonada por natureza. Lopes só soube como tocar isso nela. Contudo, obrigado pelo seu comentário! ♥

Anne Claksa

Olá!

É o que dizem, toda pessoa muito bondosa, doce e meiga, tem no seu passado algum sofrimento. A Aninha mostrou bem isso.

Até a próxima!!!