Primeiro de tudo: se eu tivesse pensado um pouco, pensaria em alguém na descrição do Bruno. Só que meu amigo, eu tô muito chocada. Eu passo essa vergonha no débito, porque put4 qu3 p4riu.
E eu engoli a sua história numa vontade que só tenho a te parabenizar por isso. De verdade. Mas, vou tentar me lembrar de tudo que pensei enquanto lia esses capítulos desde o último comentário e fazer um apanhado geral da minha opinião.
De uma forma natural e sutil, O Landau Vermelho tem uma linguagem fácil e envolvente, não existe tanta saturação de informações, é direto ao ponto quando necessário e isso já te elogiei bastante. É um filtro, e você soube afunilar bem a temática central.
No início a química entre Adam e Fernanda não tinha me descido muito bem, até especulei sobre a possibilidade de trabalhar melhor esse casal — a intrusão do Adam na vida dela novamente foi bem: POW, CHEGUEI. E talvez por isso tenha tido essa sensação.
Mas no mais, é uma química interessante, as cenas íntimas são bem desenvolvidas, são REAIS, são naturais, e isso é mérito todo seu. Gosto de histórias espontâneas e isso encontrei à rodo por aqui.
Sua linguagem é nitidamente brasileira. Existem referências de falas, o jeitinho brasileiro de se expressar, muito presente no Bruno, um pouco na Fernanda e raramente no Adam. E achei curioso que, por ele passar um tempo fora, faz sentido que seja murchado o abrasileirês. Não me entenda mal, eu simplesmente amei. Gosto de me sentir representada dentro de uma história, e os pontos de virada, a sua trama, poxa... Sou cadela desse universo. Amo o aspecto sombrio do Landau, as chuvas, as trovoadas, a forma como o clima conversa com a história e contrasta com as cenas de uma maneira harmoniosa. Tudo mérito seu.
Além disso, a caracterização do Bruno foi algo que à primeira vista julguei superficial, e agora tô pagando pela desatenção durante a leitura. Tô muito no surto no momento.
E cá entre nós, espero que o Guilherme faça alguma coisa útil. Porque até agora só serviu de má comparação.
As cenas de morte que fincaram as garras nas feridas do Adam foram incríveis. Perfeitas. A maneira que você tratou o trauma dele foi verossímil, senti empatia por ele, e senti raiva também — Por estarem levando esse mal a ele.
E sou Team Adam até o momento, mas estou ansiosa pra ver o que o nosso "antagonista" vai revelar. Gosto de ver o circo pegar fogo e qualquer personagem que faça isso acontecer com maestria tem meu coração. ♥
Aguardo com muita ansiedade pela próxima notificação desta história! Um abraço.
O que mais gostei: Que eu tô chocada demais
O que acho que pode melhorar: Que só vou ver a continuação semana que vem
Finalmente consegui tirar um tempo pra responder os comentários com calma, AMÉM IGREJA
E já começo dizendo que você foi de 0 a 100 na leitura muito rápido e eu to chocado, SOCORRO Você já tinha dito que não ia deixar comentários em todos os capítulos e eu entendi, mas receber mais esse review lindo justamente no último que eu havia postado (até então rsrs) me deixou meio COMO ASSIMMMM hahahaha
Mas vamos lá. Me diverti muito com suas reações diante das últimas revelações, e te dou as boas-vindas ao enorme rol de leitores de OLV que não conseguiram adivinhar quem era o motorista do Landau até ele finalmente ser revelado hahahahaha Tô aqui maquiavelicamente esfregando as mãos e me sentindo muito realizado por mais uma vez ver que a construção da minha história teve exatamente o resultado que eu esperava hahaha Espero que o final te impacte tanto quanto rsrs.
Sobre os pontos mais técnicos que você citou:
Eu realmente fiz questão de criar essa história com uma linguagem que fosse fácil de ser lida por qualquer pessoa, mas que tivesse a dose certa de suspense e mistério pra manter o interesse dos leitores bem vivo a cada novo capítulo, principalmente pelo fato de se tratar de uma história ambientada no Brasil e isso trazer certa familiaridade aos leitores. Inclusive fico muito feliz que você tenha conseguido distinguir bem as personalidades diferentes de cada personagem, o Bruno mais irreverente, a Fernanda mais séria e o Adam todo polido, isso foi algo que eu tive muito cuidado ao fazer. Muito obrigado por trazer esses pontos à tona. ♥
Sobre a química da Fernanda e do Adam, eu realmente quis que fosse essa vibe de CHEGUEI COM OS DOIS PÉS NA PORTA, OI DE NOVO, porque eu não acho que caberia aqui um romance iniciado do zero, com todas aquelas fases da paixão e da conquista, e trazer um romance interrompido que pudesse ser reiniciado de onde parou deixaria os personagens com um ar mais fragilizado e agridoce, que na minha cabeça encaixam melhor no contexto da história. Fico feliz que com o desenrolar dos capítulos a idéia tenha feito sentido pra você. :)
E sobre a ambientação: MULHER TU NÃO TEM NOÇÃO DE COMO EU PENSO NISSO NOS MÍNIMOS DETALHES AAAAAAAAAAAAAAA Meu processo criativo é muito visual, eu imagino as cenas na minha cabeça literalmente como se fossem um filme, e o clima, o cenário ao redor, as pessoas envolvidas, até a iluminação e os sons, tudo isso é cuidadosamente colocado em cena para deixá-la o mais fiel possível à imagem que eu tenho na cabeça. Mais uma vez, fico muito feliz que você tenha curtido. ♥
E termino aqui com uma pergunta: como assim o Guilherme é má comparação? Hahahaha
AI NÃO, QUANDO EU DEI O PALPITE DO BRUNO NÃO ERA PRA SER, EU TAVA BRINCANDO!!!!!! AH NÃAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOO, EU NÃO SEI SE FICO FELIZ OU CHATEADA, POR QUE O BRUNO, MATHEUS???????????????
Primeiro de tudo: se eu tivesse pensado um pouco, pensaria em alguém na descrição do Bruno. Só que meu amigo, eu tô muito chocada. Eu passo essa vergonha no débito, porque put4 qu3 p4riu.
E eu engoli a sua história numa vontade que só tenho a te parabenizar por isso. De verdade. Mas, vou tentar me lembrar de tudo que pensei enquanto lia esses capítulos desde o último comentário e fazer um apanhado geral da minha opinião.
De uma forma natural e sutil, O Landau Vermelho tem uma linguagem fácil e envolvente, não existe tanta saturação de informações, é direto ao ponto quando necessário e isso já te elogiei bastante. É um filtro, e você soube afunilar bem a temática central.
No início a química entre Adam e Fernanda não tinha me descido muito bem, até especulei sobre a possibilidade de trabalhar melhor esse casal — a intrusão do Adam na vida dela novamente foi bem: POW, CHEGUEI. E talvez por isso tenha tido essa sensação.
Mas no mais, é uma química interessante, as cenas íntimas são bem desenvolvidas, são REAIS, são naturais, e isso é mérito todo seu. Gosto de histórias espontâneas e isso encontrei à rodo por aqui.
Sua linguagem é nitidamente brasileira. Existem referências de falas, o jeitinho brasileiro de se expressar, muito presente no Bruno, um pouco na Fernanda e raramente no Adam. E achei curioso que, por ele passar um tempo fora, faz sentido que seja murchado o abrasileirês. Não me entenda mal, eu simplesmente amei. Gosto de me sentir representada dentro de uma história, e os pontos de virada, a sua trama, poxa... Sou cadela desse universo. Amo o aspecto sombrio do Landau, as chuvas, as trovoadas, a forma como o clima conversa com a história e contrasta com as cenas de uma maneira harmoniosa. Tudo mérito seu.
Além disso, a caracterização do Bruno foi algo que à primeira vista julguei superficial, e agora tô pagando pela desatenção durante a leitura. Tô muito no surto no momento.
E cá entre nós, espero que o Guilherme faça alguma coisa útil. Porque até agora só serviu de má comparação.
As cenas de morte que fincaram as garras nas feridas do Adam foram incríveis. Perfeitas. A maneira que você tratou o trauma dele foi verossímil, senti empatia por ele, e senti raiva também — Por estarem levando esse mal a ele.
E sou Team Adam até o momento, mas estou ansiosa pra ver o que o nosso "antagonista" vai revelar. Gosto de ver o circo pegar fogo e qualquer personagem que faça isso acontecer com maestria tem meu coração. ♥
Aguardo com muita ansiedade pela próxima notificação desta história! Um abraço.
O que mais gostei: Que eu tô chocada demais
O que acho que pode melhorar: Que só vou ver a continuação semana que vem
Hey baby!
Finalmente consegui tirar um tempo pra responder os comentários com calma, AMÉM IGREJA
E já começo dizendo que você foi de 0 a 100 na leitura muito rápido e eu to chocado, SOCORRO Você já tinha dito que não ia deixar comentários em todos os capítulos e eu entendi, mas receber mais esse review lindo justamente no último que eu havia postado (até então rsrs) me deixou meio COMO ASSIMMMM hahahaha
Mas vamos lá. Me diverti muito com suas reações diante das últimas revelações, e te dou as boas-vindas ao enorme rol de leitores de OLV que não conseguiram adivinhar quem era o motorista do Landau até ele finalmente ser revelado hahahahaha Tô aqui maquiavelicamente esfregando as mãos e me sentindo muito realizado por mais uma vez ver que a construção da minha história teve exatamente o resultado que eu esperava hahaha Espero que o final te impacte tanto quanto rsrs.
Sobre os pontos mais técnicos que você citou:
Eu realmente fiz questão de criar essa história com uma linguagem que fosse fácil de ser lida por qualquer pessoa, mas que tivesse a dose certa de suspense e mistério pra manter o interesse dos leitores bem vivo a cada novo capítulo, principalmente pelo fato de se tratar de uma história ambientada no Brasil e isso trazer certa familiaridade aos leitores. Inclusive fico muito feliz que você tenha conseguido distinguir bem as personalidades diferentes de cada personagem, o Bruno mais irreverente, a Fernanda mais séria e o Adam todo polido, isso foi algo que eu tive muito cuidado ao fazer. Muito obrigado por trazer esses pontos à tona. ♥
Sobre a química da Fernanda e do Adam, eu realmente quis que fosse essa vibe de CHEGUEI COM OS DOIS PÉS NA PORTA, OI DE NOVO, porque eu não acho que caberia aqui um romance iniciado do zero, com todas aquelas fases da paixão e da conquista, e trazer um romance interrompido que pudesse ser reiniciado de onde parou deixaria os personagens com um ar mais fragilizado e agridoce, que na minha cabeça encaixam melhor no contexto da história. Fico feliz que com o desenrolar dos capítulos a idéia tenha feito sentido pra você. :)
E sobre a ambientação: MULHER TU NÃO TEM NOÇÃO DE COMO EU PENSO NISSO NOS MÍNIMOS DETALHES AAAAAAAAAAAAAAA Meu processo criativo é muito visual, eu imagino as cenas na minha cabeça literalmente como se fossem um filme, e o clima, o cenário ao redor, as pessoas envolvidas, até a iluminação e os sons, tudo isso é cuidadosamente colocado em cena para deixá-la o mais fiel possível à imagem que eu tenho na cabeça. Mais uma vez, fico muito feliz que você tenha curtido. ♥
E termino aqui com uma pergunta: como assim o Guilherme é má comparação? Hahahaha
É isso. Bora pro próximo!
AI NÃO, QUANDO EU DEI O PALPITE DO BRUNO NÃO ERA PRA SER, EU TAVA BRINCANDO!!!!!! AH NÃAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOO, EU NÃO SEI SE FICO FELIZ OU CHATEADA, POR QUE O BRUNO, MATHEUS???????????????