Boa tarde, Marcelo Sparda! Como vai? Espero que esteja tudo indo bem. Bom, mais um capítulo lido e, desta vez, acho que esse comentário não será tão grande como o anterior, porém, ainda tenho alguns pontos a abordar aqui.
Sobre a questão da gramática... Nada de diferente em relação ao capítulo um. Os pontos que eu abordei lá, servem para esse aqui, então, não tenho muito o que acrescentar. Talvez apenas no que convém aos diálogos, já que você tem uma preferência por colocar os nomes dos personagens na frente de suas falas, como em um diálogo de roteiro, então, o uso de travessão ( — ) aqui seria redundante, a não ser que seja para separar a fala dos personagens das descrições comuns da história.
Bom, um ponto que eu gostaria de enfatizar aqui em relação ao que eu falei no comentário anterior é sobre a questão da estruturação narrativa, com ênfase no ponto de mostrar, não contar, que é relacionado a expositividade. O ponto em que você fala sobre os VIVED CARDS para mim é o melhor exemplo que eu poderia dar sobre transmitir a informação conforme a história avança. A apresentação do conceito chega a ser um tanto expositiva, mas é acertiva e empregada no momento crucial, pois os personagens e o público aprendem junto sobre esse conceito introduzido na narrativo. Isso é o uso bacana e correto da estrutura narrativa para dar forma e organizar sua história de forma a nos fazer interessar pelo seu universo fictício.
Ainda que os poderes do Hinode e do Joe não foram tão bem abordados para explicar o motivo de haver tantos personagens comparando os dois a luz e a escuridão (sim, eu senti falta de ter um porquê disso), eu achei que foi bacana a construção da relação dos dois personagens. Joe parece funcionar como o cara mais prático e reservado da equipe, enquanto o Hinode para ser mais malandro, confiante e exagerado, mas essa ideia entre de personagens oposto realmente dá um tempero a trama que convida a gente para a história (me fez lembrar a dinâmica do Asher Angel e do Jack Dylan Grazer em Shazam!).
Bom, novamente abordando sobre a ambientação, seria bom que a guilda (inclusive, essa guilda tem nome?) fosse apresentada com mais calma e a gente pudesse conhecer um pouco mais sobre os personagens que nela habitam, pelo menos a Ametista, a Miranda e o Mestre (novamente, qual o nome?), já que foram os únicos personagens a serem apresentados.
Enfim, o capítulo estava bom, mas ainda deixo de destacado que os mesmos pontos abordados no primeiro capítulo se aplicam aqui, portanto, não tenho mais a acrescentar. Muito obrigado pela leitura e nos vemos em breve! Até a próxima!
Atenciosamente,
Sr. PandaJao!
O que mais gostei: A interação entre os personagens.
O que acho que pode melhorar: Os mesmos pontos abordados no comentário do primeiro capítulo.
Olá Sr. PandaJao, obrigado pelo comentário me ajudou muito e abriu minha mente, bem eu vou seguir suas dicas e vou melhorar e eu sou melhor em desenho do que escrita mesmo rsrsrs ... Mas eu vou pega essas dicas e por na minha rotina de estudo de desenho, bem essa do ninja não seria isekai e a ilha seria apenas um local que eles vivem e o continente para onde vão é onde tudo vai se desenvolver, já que lá mostro algo que o Joe tem o medo dele, algo que vai acontecer ao Hinode alguem que vai chega e muda a vida do Joe, explicar o quem é o Joe e tals, mas vou muda esse início para por uns detalhes explicativos, bem não sei se minhas outras lhe intessaram mas se puder dá uma olhada nelas TB acredito que o mesmo problema de escrita ainda estará lá, mas se puder me dizer se o incio está legal ou se Tambem preciso melhorar agradeço, abraço
Boa tarde, Marcelo Sparda! Como vai? Espero que esteja tudo indo bem. Bom, mais um capítulo lido e, desta vez, acho que esse comentário não será tão grande como o anterior, porém, ainda tenho alguns pontos a abordar aqui.
Sobre a questão da gramática... Nada de diferente em relação ao capítulo um. Os pontos que eu abordei lá, servem para esse aqui, então, não tenho muito o que acrescentar. Talvez apenas no que convém aos diálogos, já que você tem uma preferência por colocar os nomes dos personagens na frente de suas falas, como em um diálogo de roteiro, então, o uso de travessão ( — ) aqui seria redundante, a não ser que seja para separar a fala dos personagens das descrições comuns da história.
Bom, um ponto que eu gostaria de enfatizar aqui em relação ao que eu falei no comentário anterior é sobre a questão da estruturação narrativa, com ênfase no ponto de mostrar, não contar, que é relacionado a expositividade. O ponto em que você fala sobre os VIVED CARDS para mim é o melhor exemplo que eu poderia dar sobre transmitir a informação conforme a história avança. A apresentação do conceito chega a ser um tanto expositiva, mas é acertiva e empregada no momento crucial, pois os personagens e o público aprendem junto sobre esse conceito introduzido na narrativo. Isso é o uso bacana e correto da estrutura narrativa para dar forma e organizar sua história de forma a nos fazer interessar pelo seu universo fictício.
Ainda que os poderes do Hinode e do Joe não foram tão bem abordados para explicar o motivo de haver tantos personagens comparando os dois a luz e a escuridão (sim, eu senti falta de ter um porquê disso), eu achei que foi bacana a construção da relação dos dois personagens. Joe parece funcionar como o cara mais prático e reservado da equipe, enquanto o Hinode para ser mais malandro, confiante e exagerado, mas essa ideia entre de personagens oposto realmente dá um tempero a trama que convida a gente para a história (me fez lembrar a dinâmica do Asher Angel e do Jack Dylan Grazer em Shazam!).
Bom, novamente abordando sobre a ambientação, seria bom que a guilda (inclusive, essa guilda tem nome?) fosse apresentada com mais calma e a gente pudesse conhecer um pouco mais sobre os personagens que nela habitam, pelo menos a Ametista, a Miranda e o Mestre (novamente, qual o nome?), já que foram os únicos personagens a serem apresentados.
Enfim, o capítulo estava bom, mas ainda deixo de destacado que os mesmos pontos abordados no primeiro capítulo se aplicam aqui, portanto, não tenho mais a acrescentar. Muito obrigado pela leitura e nos vemos em breve! Até a próxima!
Atenciosamente,
Sr. PandaJao!
O que mais gostei: A interação entre os personagens.
O que acho que pode melhorar: Os mesmos pontos abordados no comentário do primeiro capítulo.
Olá Sr. PandaJao, obrigado pelo comentário me ajudou muito e abriu minha mente, bem eu vou seguir suas dicas e vou melhorar e eu sou melhor em desenho do que escrita mesmo rsrsrs ... Mas eu vou pega essas dicas e por na minha rotina de estudo de desenho, bem essa do ninja não seria isekai e a ilha seria apenas um local que eles vivem e o continente para onde vão é onde tudo vai se desenvolver, já que lá mostro algo que o Joe tem o medo dele, algo que vai acontecer ao Hinode alguem que vai chega e muda a vida do Joe, explicar o quem é o Joe e tals, mas vou muda esse início para por uns detalhes explicativos, bem não sei se minhas outras lhe intessaram mas se puder dá uma olhada nelas TB acredito que o mesmo problema de escrita ainda estará lá, mas se puder me dizer se o incio está legal ou se Tambem preciso melhorar agradeço, abraço