No diálogo da Elizabeth com a Charlotte, a rainha diz que as filhas de Liz estão "cada dia mais grandes". "Mais grande" é um grau comparativo de superioridade e foi usado incorretamente no contexto da frase, que ficaria melhor escrita com o uso de "maior". Foi um erro que me saltou aos olhos, um dos primeiros que vejo em mais de meia dúzia de capítulos, por isso apontei aqui.
Com isso fora do caminho... Que leitura agradável esse início do capítulo. A situação em si inspirou familiaridade, com todos obrigados a permanecer numa mesma pose, e as conversas entre os pais e as filhas me encantaram pela leveza, mas também pelas características que elas revelam sobre Alfred e a Elizabeth como progenitores. Meio que senti falta disso – de ver a maturidade completa do nosso casalzão em cena com as crianças –, então me deleitei com os muitos sorrisos divertidos e lições de valor dadas durante todo aquele diálogo. Realmente senti que uma família se formou aqui, e isso enfatiza a longa jornada pela qual esses personagens passaram desde que a história começou.
Adorei o jeito como você escreve crianças, btw
O diálogo da Elizabeth com a Charlotte foi bom, mas por motivos diferentes. Senti que ele deu uma "geral" nos assuntos mais pertinentes da política europeia, estabeleceu a personagem da Charlotte como amiga da Liz (a amizade das duas parece inesperadamente sincera) e também construiu o suspense pelo que a tal reunião emergencial está tratando. Foi uma boa leitura, e me deixou em dúvida sobre o porquê de Elizabeth ter perdido damas de casamento. Envolvimento com abolicionismo?
Ah, esse final com cliffhanger! É muito bom ter uma conexão maior entre os capítulos, então fica aqui a expectativa.
O que mais gostei: Família
O que acho que pode melhorar: "mais grandes"
No diálogo da Elizabeth com a Charlotte, a rainha diz que as filhas de Liz estão "cada dia mais grandes". "Mais grande" é um grau comparativo de superioridade e foi usado incorretamente no contexto da frase, que ficaria melhor escrita com o uso de "maior". Foi um erro que me saltou aos olhos, um dos primeiros que vejo em mais de meia dúzia de capítulos, por isso apontei aqui.
Com isso fora do caminho... Que leitura agradável esse início do capítulo. A situação em si inspirou familiaridade, com todos obrigados a permanecer numa mesma pose, e as conversas entre os pais e as filhas me encantaram pela leveza, mas também pelas características que elas revelam sobre Alfred e a Elizabeth como progenitores. Meio que senti falta disso – de ver a maturidade completa do nosso casalzão em cena com as crianças –, então me deleitei com os muitos sorrisos divertidos e lições de valor dadas durante todo aquele diálogo. Realmente senti que uma família se formou aqui, e isso enfatiza a longa jornada pela qual esses personagens passaram desde que a história começou.
Adorei o jeito como você escreve crianças, btw
O diálogo da Elizabeth com a Charlotte foi bom, mas por motivos diferentes. Senti que ele deu uma "geral" nos assuntos mais pertinentes da política europeia, estabeleceu a personagem da Charlotte como amiga da Liz (a amizade das duas parece inesperadamente sincera) e também construiu o suspense pelo que a tal reunião emergencial está tratando. Foi uma boa leitura, e me deixou em dúvida sobre o porquê de Elizabeth ter perdido damas de casamento. Envolvimento com abolicionismo?
Ah, esse final com cliffhanger! É muito bom ter uma conexão maior entre os capítulos, então fica aqui a expectativa.
O que mais gostei: Família
O que acho que pode melhorar: "mais grandes"