Foi um imenso prazer ter uma resposta sua E um capítulo ♥ [que eu obviamente vim ler o mais rápido que a vida mundana me permitiu hahaha]. E pra discorrer sobre ele, eu quero falar sobre o inferno das paixões. Já dizia Carlinhos Jung que um homem que não cruza o inferno de suas paixões não as supera. Na verdade acho que ele fala sobre "atravessar a paixão" e, portanto, eu vou falar sobre atravessar paixões.
[eu sei, parece bizarro, mas olha só, faz um café e vem comigo, vai que tu gosta?]
A primeira paixão que eu quero atravessar é a paixão mágica. Essa paixãozinha mágica faz, normalmente, a gente sentir no âmago os calores e vontades e anseios e possibilidades. E aqui, eu diria que essas loucuras das paixões foi traduzida na forma como você falou sobre Alquimia. Eu AMO livros que trabalham isso (tipo Mistborn e o Nome do Vento, que congregam princípios da alquimia de diferentes formas). Acho que a forma como você nos apresentou a magia de Eleonora foi muito bem construído. O trabalho dela na bancada, eu consegui ver ela fazendo aquilo. Imaginar isso pode ser muito difícil, especialmente se a descrição não nos acompanhar. E quanto à isso, atravesso o inferno da paixão mágica muito contente de ter adentrado tão bem à tua narrativa.
A segunda paixão é a paixão falada [narrada, nesse caso]. Você tem uma forma de narrar que se concentra na descrição. E olha, às vezes pode ser ruim se você não souber usar a descrição ao seu favor. Mas você sabe, Mad [nem vem, eu já usei o apelido, tu não pode mais desfazer a amizade]. E como sabe, a corrente de prata no braço, o giz nas calças, a porta aberta, sabe, elementos simples, que foram muito bem trabalhados. Eu li esse capítulo num piscar de olhos porque a narração dele estava extremamente gostosa. Foi como comer bolo de chocolate. Fenomenal.
A terceira paixão é a paixão da representação. Aqui, eu quero destacar como a inserção de personagens é bem feita. Você interligar as festividades à Eleonora de uma forma que se complementa é realmente muito bom. Além disso, a apresentação sutil dos traços físicos dela, a forma como a personalidade dela está entranhada na narração, eu achei realmente muito bom. Porque quando chegou na negociação, quando ela e André tiveram que conversar, eu senti que eu conhecia Eleonora o suficiente pra saber que ela ia ser firme, cuidadosa, mas não ingênua. Nota dez, Mad!
A última paixão é a paixão da confusão. Como isso se liga ao prólogo? Tem algum easter egg? o que vem a seguir? onde ta o Kamyaz? O que aconteceu com Ísis? André seria o ponto de ligação? aaa são muitas perguntas, está vendo? A paixão da confusão é isso, eu to numa ansiedade que não me aguento e já to vendo que vai se ampliar até o próximo capítulo. Mas tudo bem, eu tenho tempo.. Estou pronta pra esperar por novos episódios.
E este review já ficou grande de novo.
Um beso enorme, Mad, aguardarei seu retorno com ansiedade ♥
O que mais gostei: Alquimia.
O que acho que pode melhorar: -
Primeiramente, fique à vontade para me chamar de Mad se quiser, eu confirmo a amizade hahaha
Uhhh, frase legal essa do inferno das paixões. Acho que preciso colocar no meu caderninho, adoro coletar citações e fingir que sou uma pessoa de cultura. Fico lisonjeada pelo ilustre Carlinhos Jung fazer uma ponta aqui no comentário!
Ahhh, que bom que gostou da cena do trabalho da Eleonora! O funcionamento da magia é sempre a parte mais interessante de qualquer worldbuilding na minha opinião, porque é a área mais "livre", cada história vai dar sua própria lógica para isso. Aqui, a linguagem desses símbolos na mesa dela é muito importante. Fiquei feliz demais por ter gostado!
Eu tenho a leve tendência de me esquecer das descrições na narração. É o meu maior pecado na escrita, às vezes eu passo a história inteira sem descrever a aparência dos personagens. Eu decidi que Convergencial seria minha prova de fogo, vamos conhecer bem os rostinhos deles porque todo mundo que saber quem são os crushes... opa, eu quis dizer personagens, foi isso, eu quis dizer personagens...
Eleonora não está para brincadeira com o abusado do André hahaha Foi uma apresentação bem modesta dessa moça, mas ainda assim ela marcou bastante, espero mostrar mais dela em breve! E sobre a ligação com o prólogo, só tenho uma coisa a dizer: sim. Vou me retirar após essa pseudo resposta enigmática, mas digo que não precisará esperar por muito mais tempo pelo próximo capítulo.
Muito obrigada por ler e novamente dedicar um tempinho para deixar um comentário tão atencioso!
Até breve, Cosmic Madness ♥
s
saturno
hi, Cosmic!
Primeiramente, é uma honra estar aqui para ler essa obra de arte que é Convergencial. Uma interativa sua e com magia. É o meu momento, simplesmente huehue Infelizmente meu tempo no site diminuiu bastante, então devo aparecer tardiamente para comentar t-t
Acho muito interessante a área de magia que envolve poções, alguma coisa no preparo e coisinhas da natureza é simplesmente encantador. Então devo dizer que achei lindinho demais a Eleonora fazendo os toques finais do feitiço (apesar de que, cof cof, não era nada bonitinho o que ela estava fazendo. quem for afetado com isso aí... coisa boa não deve sair da situação). Fácil foi a parte que mais gostei!!
Aliás, falando em natureza, já visualizo Eleonora como uma garota do campo. Ela já tem todo meu carinho e apreciação :3 Inclusive adorei ela sendo cautelosa e deixando claro que precisava pagar primeiro huehue ele que lute, o item era valioso demais pra ela entregar fácil assim. Errada não está. E tenho a impressão que ele seja o tipo de personagem ambíguo que, dentro da história, tem só duas opções que os outros obteriam dele. Esse ar enganoso resulta em ranço imediato ou em algum tipo de magnetismo. Estarei atenta O-O¬
Já estou de olho nessa conversa aí. "Tem a nossa gratidão". Me lembrou na hora da galera atrás da Isís, me lembrou os dois grupos com ideais diferentes. De qualquer forma acho que ficou sugerido que a Eleonora sabe exatamente qual grupo acabou ajudando, e não sei o quanto isso é bom ou ruim.
Bom. Esse bilhete me parece escrito por alguém do Sântico. Então a Eleonora mal chegou na nova cidade e já encontrou um grande problema por aí. Na torcida para que seja somente um aviso e não passe disso huehue ~secretamente esperando pelo conflito. qualquer coisa ela tem veneno :v
Não sei se o narrador é um personagem da história ou não, mas independente disso gostei muito como ele tem personalidade. Ele parece neutro sobre os personagens e descreve o que realmente são, mas aqui e ali tem com certeza a opinião dele em cenário geral xD
Eu também estou muito animada com essa história, eu não sabia o quanto estava com saudade de ser a pessoa recebendo as fichas, em vez de tentar decifrar os personagens pela história hahahaha Não se preocupe com o tempo, vou ficar feliz sempre que você aparecer!
Eu também gosto muito da área da alquimia nesses mundos mágicos, acho que é porque alquimistas passam a ideia de serem pessoas preparadas. As poções precisam ser feitas antes de serem usadas, então imagino que são pessoas que preveem muitos cenários catastróficos e se preparam de antemão. Por causa da sua menina, eu tive que me tornar uma pessoa preparada também. Peguei emprestado um livro de fitoenenergética (e eu nem conhecia isso) para conhecer a magia das plantas e dar uma boa base de trabalho para ela. Ah, e a poçãozinha da Eleonora pode não ser a coisa mais inofensiva do mundo, mas acho que não tem problema, tenho muitos panos para passar! hahaha
Não faz mal tirar um pouquinho de proveito financeiro dos dons que a natureza dá, não é? Afinal, adubo para as plantinhas não vai se comprar sozinho. O André nem é tão ambíguo assim, mas certos contatos precisam ser preservados com um pouquinho de malícia. Vai que um dia a lábia cola?
Quanto ao narrador, garanto que não é um personagem, mas que bom que ele tem personalidade! Deve ser porque mesmo não sendo um personagem, ele tende a se alinhar com o personagem em foco, então não dê muito crédito para ele.
Muito obrigada por ler e por comentar!
Até breve, Cosmic Madness ♥
A
Arrogante
Eu consigo ler esse capítulo e pensar que um leitor menos interessado na prosa em si, e mais no que acontece na história, poderia não ver nada demais no que você narrou aqui. Digo, foi literalmente uma cena só; mas foi tão, TÃO denso em detalhes que eu me peguei voltando pro início assim que terminei, só pra ver se entendi tudo direito. Você demonstrou segurança e paciência, características raras num autor, pra contar a história no ritmo que você quer. O resultado foi maravilhoso.
Eleonora foi apresentada muito, muito bem. Aparência, maneirismos, costumes, meio de vida, opiniões diversas – como é bom ver você explicando um pouco do mundo através das opiniões dos personagens! –, e eu me vi ao fim desse capítulo conhecendo-a como se trabalhássemos juntos. Adorei o modo como você frisou que ela confere tudo duas vezes, mesmo que obviamente seja uma profissional experiente, e que aí está o motivo do sucesso dela. Por outro lado, também sabemos que ela não tem escrúpulos porque vender um feitiço de paralisia pra um cara tão sketchy quanto o André me parece errado.
Foi interessante notar detalhes sobre as disposições sociais de Sagrada, com os mundanos comemorando a festa à sua maneira, e achei toda a comemoração em si interessante (é baseado em algo que existe no mundo real?). Como disse no início, você realmente tomou teu tempo pra tocar em detalhes importantes no ritmo natural, e eu admiro muito isso. De verdade.
Esse final foi meio arrepiante, e considerando como o último capítulo terminou eu sinto que a Eleonor está prestes a repensar alguns de seus modelos de negócio. Espero que ela não morra, tho. Quero ver mais dela.
PS.: Leve o tempo que precisar para responder os comentários. Eu confesso que fiquei preocupado, achando que você tinha largado a história, então é um alívio saber que Convergencial continua marchando firme.
PSS.: Shadowrun é bem diferente de immersive sims como Bioshock e Dishonored, infelizmente, mas falando como alguém que conhece os três jogos SR vale a jogada se você curte worldbuilding bem feito.
Que bom que gostou da apresentação da Eleonora. Apesar de aparências serem algo que eu ainda peco em colocar nas histórias, eu amo descrever eventos como rituais e festividades. Dessa vez eu estou bem decidida a descrever direitinho os personagens, então é ótimo saber que posso contar com seu feedback sobre isso! hahaha
A Eleonora é uma personagem muito interessante, ela é bem em cima da linha e estou no aguardo das próximas cenas com ela. A festa tem bastante inspiração da realidade sim, é basicamente um reveillon, mas fogos de artifício seriam muito banais, já que estamos acostumados com eles, então dei uma misturadinha com carnaval e happy holi hahaha
É sempre assustador perceber que sua casa não é tão segura assim, e Eleonora com certeza vai ficar pensando nesse bilhete por um tempinho.
Se tem worldbuiding bem feito, Shadowrun já está na minha listinha, agradeço a sugestão. Muito obrigada por dedicar um tempo para ler e comentar.
Sei que demorei bastante para responder, mas caso ainda tenha interesse, a resposta é não, as vagas não são limitadas a alunos. O nome da história é mais pela superação clima geral de oposição entre os grupos do que pela universidade em si. Caso não tenha mais interesse em participar, tudo bem!
Assim que eu soube que a Eleonora era personagem da saturno, desconfiei da vibe fofa de florista. Já tava especulando que tipo de coisa duvidosa essa menina devia fazer, mas tinha certeza que cinzenta moralmente ela certamente era. Acertei em cheio kkkkk! E amei a personagem, e o jeito que você a apresentou. Ela parece uma pessoa bem individualista e pragmática, cuidadosa, talvez calculista. Me pergunto se ela tem algum objetivo ou vingança em mente para sua chegada recente em Sagrada. Ou talvez esteja fugindo de alguma coisa. Estarei atenta de qualquer forma.
Eu AMEI o jeito que você narrou o ritual. A magia é estruturada de um modo diferente nesse mundo, e ficou tão interessante! Uma estética bem witchy, com as runas e as plantas, estou apaixonada! Você chama de “complicar as coisas demais”, eu chamo de worldbuilding impecável. Se tem uma coisa que eu admiro em você como autora é esse cuidado que você tem de construir os universos com detalhes que os tornam tão interessantes e tão únicos. A parte da festa ficou linda também, fiquei sonhadora com esse conceito de nuvens de giz colorido e luzes flutuantes. Uma pena que a Ellie (sim, já arranjei apelido para ela, espero que ela não me agrida kkkkk) não tenha ficado mais tempo na festa, mas sair fora de eventos sociais parece bem dentro de personagem pra ela.
Sobre esse final tenso: seriam os Sânticos fazendo uma ameaça? Me pergunto se o André pode estar conectado com o Levante, ou se simplesmente os Sânticos querem segregar completamente os mundanos de qualquer benefício que a magia possa trazer para eles. Achei intrigante o detalhe do André tentar prender a Eleonora em uma promessa o tempo todo, bem babaquinha. Mas ao mesmo tempo eu amo esse conceito meio Fey de não poder mentir. É uma desvantagem bem forte de ser mago, eu suponho.
O fato da Eleonora ter recebido um aviso me lembrou da Ísis. Ela também estava usando magia para beneficiar os mundanos. Pode ser uma relação, e o motivo do sequestro dela, se forem mesmo os Sânticos por detrás dos dois crimes. Vamos aguardar para ver.
Sobre meu comentário anterior: eu acho que a Thea adoraria tatuar uma libélula! Por causa do broche colorido que a mãe dela deixou pra ela, imagino que ela gostaria de ter uma libélula no corpo para sempre se lembrar dela, mesmo quando não puder usar o broche.
Eu adorei esse capítulo, estou cada dia mais encantada com esse universo, e ansiosa para ver o que você planeja. Até o próximo, beijos ♥
Chegamos em um ponto que nossos personagens são um spoiler simplesmente por terem sido criados por nós, não é? hahaha No caso da saturno, eu também manteria os dois pés atrás com a menina dela. Individualista e pragmática parece uma primeira impressão bem correta.
Magia é sempre interessante, não é? Eu espero poder explicar mais dela em breve, apesar de não ter muito a se explicar, na verdade. Isso soou meio contraditório? Soou, mas é isso aí hahaha
Ah, que bom que achou interessante o lance do calendário. Eu só fui escrever "Era o dia primeiro de janeiro... Espera, janeiro vem da cultura romana, isso quer dizer que Roma existe nesse mundo?" Eu digo que é complicar demais porque eu poderia só ter mudado os nomes dos meses, mas não, eu mudei o troço inteiro! O mês Santo deles para a gente vai de 21/01 a 16/02. Mas que bom que deu um charme a mais para o worldbuilding, confio sempre na sua opinião! hahaha
Eu fiquei desejando uma festa dessas também. Pelo menos as nuvens coloridas não fazem barulho como os fogos de artifício. Infelizmente, a Eleonora tinha um compromisso com o relógio e não deixou a gente apreciar a festa por mais tempo. A resposta sobre o André não demorará muito. Ele é meio babaquinha mesmo, mas infelizmente eu gosto dele. E limitações morais como não poder quebrar promessas é algo que eu adoro em seres mágicos.
Anotado a preferência da Thea. Caso ela conheça a Ísis, terá uma linda libélula!
oi oi oi oi
~dancinha
Foi um imenso prazer ter uma resposta sua E um capítulo ♥ [que eu obviamente vim ler o mais rápido que a vida mundana me permitiu hahaha]. E pra discorrer sobre ele, eu quero falar sobre o inferno das paixões. Já dizia Carlinhos Jung que um homem que não cruza o inferno de suas paixões não as supera. Na verdade acho que ele fala sobre "atravessar a paixão" e, portanto, eu vou falar sobre atravessar paixões.
[eu sei, parece bizarro, mas olha só, faz um café e vem comigo, vai que tu gosta?]
A primeira paixão que eu quero atravessar é a paixão mágica. Essa paixãozinha mágica faz, normalmente, a gente sentir no âmago os calores e vontades e anseios e possibilidades. E aqui, eu diria que essas loucuras das paixões foi traduzida na forma como você falou sobre Alquimia. Eu AMO livros que trabalham isso (tipo Mistborn e o Nome do Vento, que congregam princípios da alquimia de diferentes formas). Acho que a forma como você nos apresentou a magia de Eleonora foi muito bem construído. O trabalho dela na bancada, eu consegui ver ela fazendo aquilo. Imaginar isso pode ser muito difícil, especialmente se a descrição não nos acompanhar. E quanto à isso, atravesso o inferno da paixão mágica muito contente de ter adentrado tão bem à tua narrativa.
A segunda paixão é a paixão falada [narrada, nesse caso]. Você tem uma forma de narrar que se concentra na descrição. E olha, às vezes pode ser ruim se você não souber usar a descrição ao seu favor. Mas você sabe, Mad [nem vem, eu já usei o apelido, tu não pode mais desfazer a amizade]. E como sabe, a corrente de prata no braço, o giz nas calças, a porta aberta, sabe, elementos simples, que foram muito bem trabalhados. Eu li esse capítulo num piscar de olhos porque a narração dele estava extremamente gostosa. Foi como comer bolo de chocolate. Fenomenal.
A terceira paixão é a paixão da representação. Aqui, eu quero destacar como a inserção de personagens é bem feita. Você interligar as festividades à Eleonora de uma forma que se complementa é realmente muito bom. Além disso, a apresentação sutil dos traços físicos dela, a forma como a personalidade dela está entranhada na narração, eu achei realmente muito bom. Porque quando chegou na negociação, quando ela e André tiveram que conversar, eu senti que eu conhecia Eleonora o suficiente pra saber que ela ia ser firme, cuidadosa, mas não ingênua. Nota dez, Mad!
A última paixão é a paixão da confusão. Como isso se liga ao prólogo? Tem algum easter egg? o que vem a seguir? onde ta o Kamyaz? O que aconteceu com Ísis? André seria o ponto de ligação? aaa são muitas perguntas, está vendo? A paixão da confusão é isso, eu to numa ansiedade que não me aguento e já to vendo que vai se ampliar até o próximo capítulo. Mas tudo bem, eu tenho tempo.. Estou pronta pra esperar por novos episódios.
E este review já ficou grande de novo.
Um beso enorme, Mad, aguardarei seu retorno com ansiedade ♥
O que mais gostei: Alquimia.
O que acho que pode melhorar: -
Olá, Mandy! ♥
Primeiramente, fique à vontade para me chamar de Mad se quiser, eu confirmo a amizade hahaha
Uhhh, frase legal essa do inferno das paixões. Acho que preciso colocar no meu caderninho, adoro coletar citações e fingir que sou uma pessoa de cultura. Fico lisonjeada pelo ilustre Carlinhos Jung fazer uma ponta aqui no comentário!
Ahhh, que bom que gostou da cena do trabalho da Eleonora! O funcionamento da magia é sempre a parte mais interessante de qualquer worldbuilding na minha opinião, porque é a área mais "livre", cada história vai dar sua própria lógica para isso. Aqui, a linguagem desses símbolos na mesa dela é muito importante. Fiquei feliz demais por ter gostado!
Eu tenho a leve tendência de me esquecer das descrições na narração. É o meu maior pecado na escrita, às vezes eu passo a história inteira sem descrever a aparência dos personagens. Eu decidi que Convergencial seria minha prova de fogo, vamos conhecer bem os rostinhos deles porque todo mundo que saber quem são os crushes... opa, eu quis dizer personagens, foi isso, eu quis dizer personagens...
Eleonora não está para brincadeira com o abusado do André hahaha Foi uma apresentação bem modesta dessa moça, mas ainda assim ela marcou bastante, espero mostrar mais dela em breve! E sobre a ligação com o prólogo, só tenho uma coisa a dizer: sim. Vou me retirar após essa pseudo resposta enigmática, mas digo que não precisará esperar por muito mais tempo pelo próximo capítulo.
Muito obrigada por ler e novamente dedicar um tempinho para deixar um comentário tão atencioso!
Até breve,
Cosmic Madness ♥
hi, Cosmic!
Primeiramente, é uma honra estar aqui para ler essa obra de arte que é Convergencial. Uma interativa sua e com magia. É o meu momento, simplesmente huehue Infelizmente meu tempo no site diminuiu bastante, então devo aparecer tardiamente para comentar t-t
Acho muito interessante a área de magia que envolve poções, alguma coisa no preparo e coisinhas da natureza é simplesmente encantador. Então devo dizer que achei lindinho demais a Eleonora fazendo os toques finais do feitiço (apesar de que, cof cof, não era nada bonitinho o que ela estava fazendo. quem for afetado com isso aí... coisa boa não deve sair da situação). Fácil foi a parte que mais gostei!!
Aliás, falando em natureza, já visualizo Eleonora como uma garota do campo. Ela já tem todo meu carinho e apreciação :3 Inclusive adorei ela sendo cautelosa e deixando claro que precisava pagar primeiro huehue ele que lute, o item era valioso demais pra ela entregar fácil assim. Errada não está. E tenho a impressão que ele seja o tipo de personagem ambíguo que, dentro da história, tem só duas opções que os outros obteriam dele. Esse ar enganoso resulta em ranço imediato ou em algum tipo de magnetismo. Estarei atenta O-O¬
Já estou de olho nessa conversa aí. "Tem a nossa gratidão". Me lembrou na hora da galera atrás da Isís, me lembrou os dois grupos com ideais diferentes. De qualquer forma acho que ficou sugerido que a Eleonora sabe exatamente qual grupo acabou ajudando, e não sei o quanto isso é bom ou ruim.
Bom. Esse bilhete me parece escrito por alguém do Sântico. Então a Eleonora mal chegou na nova cidade e já encontrou um grande problema por aí. Na torcida para que seja somente um aviso e não passe disso huehue ~secretamente esperando pelo conflito. qualquer coisa ela tem veneno :v
Não sei se o narrador é um personagem da história ou não, mas independente disso gostei muito como ele tem personalidade. Ele parece neutro sobre os personagens e descreve o que realmente são, mas aqui e ali tem com certeza a opinião dele em cenário geral xD
see ya ♡
Olá, querida saturno ♥
Eu também estou muito animada com essa história, eu não sabia o quanto estava com saudade de ser a pessoa recebendo as fichas, em vez de tentar decifrar os personagens pela história hahahaha Não se preocupe com o tempo, vou ficar feliz sempre que você aparecer!
Eu também gosto muito da área da alquimia nesses mundos mágicos, acho que é porque alquimistas passam a ideia de serem pessoas preparadas. As poções precisam ser feitas antes de serem usadas, então imagino que são pessoas que preveem muitos cenários catastróficos e se preparam de antemão. Por causa da sua menina, eu tive que me tornar uma pessoa preparada também. Peguei emprestado um livro de fitoenenergética (e eu nem conhecia isso) para conhecer a magia das plantas e dar uma boa base de trabalho para ela. Ah, e a poçãozinha da Eleonora pode não ser a coisa mais inofensiva do mundo, mas acho que não tem problema, tenho muitos panos para passar! hahaha
Não faz mal tirar um pouquinho de proveito financeiro dos dons que a natureza dá, não é? Afinal, adubo para as plantinhas não vai se comprar sozinho. O André nem é tão ambíguo assim, mas certos contatos precisam ser preservados com um pouquinho de malícia. Vai que um dia a lábia cola?
Quanto ao narrador, garanto que não é um personagem, mas que bom que ele tem personalidade! Deve ser porque mesmo não sendo um personagem, ele tende a se alinhar com o personagem em foco, então não dê muito crédito para ele.
Muito obrigada por ler e por comentar!
Até breve,
Cosmic Madness ♥
Eu consigo ler esse capítulo e pensar que um leitor menos interessado na prosa em si, e mais no que acontece na história, poderia não ver nada demais no que você narrou aqui. Digo, foi literalmente uma cena só; mas foi tão, TÃO denso em detalhes que eu me peguei voltando pro início assim que terminei, só pra ver se entendi tudo direito. Você demonstrou segurança e paciência, características raras num autor, pra contar a história no ritmo que você quer. O resultado foi maravilhoso.
Eleonora foi apresentada muito, muito bem. Aparência, maneirismos, costumes, meio de vida, opiniões diversas – como é bom ver você explicando um pouco do mundo através das opiniões dos personagens! –, e eu me vi ao fim desse capítulo conhecendo-a como se trabalhássemos juntos. Adorei o modo como você frisou que ela confere tudo duas vezes, mesmo que obviamente seja uma profissional experiente, e que aí está o motivo do sucesso dela. Por outro lado, também sabemos que ela não tem escrúpulos porque vender um feitiço de paralisia pra um cara tão sketchy quanto o André me parece errado.
Foi interessante notar detalhes sobre as disposições sociais de Sagrada, com os mundanos comemorando a festa à sua maneira, e achei toda a comemoração em si interessante (é baseado em algo que existe no mundo real?). Como disse no início, você realmente tomou teu tempo pra tocar em detalhes importantes no ritmo natural, e eu admiro muito isso. De verdade.
Esse final foi meio arrepiante, e considerando como o último capítulo terminou eu sinto que a Eleonor está prestes a repensar alguns de seus modelos de negócio. Espero que ela não morra, tho. Quero ver mais dela.
PS.: Leve o tempo que precisar para responder os comentários. Eu confesso que fiquei preocupado, achando que você tinha largado a história, então é um alívio saber que Convergencial continua marchando firme.
PSS.: Shadowrun é bem diferente de immersive sims como Bioshock e Dishonored, infelizmente, mas falando como alguém que conhece os três jogos SR vale a jogada se você curte worldbuilding bem feito.
O que mais gostei: Segurança
Olá, Arrogante,
Que bom que gostou da apresentação da Eleonora. Apesar de aparências serem algo que eu ainda peco em colocar nas histórias, eu amo descrever eventos como rituais e festividades. Dessa vez eu estou bem decidida a descrever direitinho os personagens, então é ótimo saber que posso contar com seu feedback sobre isso! hahaha
A Eleonora é uma personagem muito interessante, ela é bem em cima da linha e estou no aguardo das próximas cenas com ela. A festa tem bastante inspiração da realidade sim, é basicamente um reveillon, mas fogos de artifício seriam muito banais, já que estamos acostumados com eles, então dei uma misturadinha com carnaval e happy holi hahaha
É sempre assustador perceber que sua casa não é tão segura assim, e Eleonora com certeza vai ficar pensando nesse bilhete por um tempinho.
Se tem worldbuiding bem feito, Shadowrun já está na minha listinha, agradeço a sugestão. Muito obrigada por dedicar um tempo para ler e comentar.
Até logo,
Cosmic Madness
Olá, queria saber se as vagas são limitadas a alunos, e mando via MP ?
Olá, Fox,
Sei que demorei bastante para responder, mas caso ainda tenha interesse, a resposta é não, as vagas não são limitadas a alunos. O nome da história é mais pela superação clima geral de oposição entre os grupos do que pela universidade em si. Caso não tenha mais interesse em participar, tudo bem!
Até a próxima,
Cosmic Madness ♥
Hello, Cosmic ♥
Assim que eu soube que a Eleonora era personagem da saturno, desconfiei da vibe fofa de florista. Já tava especulando que tipo de coisa duvidosa essa menina devia fazer, mas tinha certeza que cinzenta moralmente ela certamente era. Acertei em cheio kkkkk! E amei a personagem, e o jeito que você a apresentou. Ela parece uma pessoa bem individualista e pragmática, cuidadosa, talvez calculista. Me pergunto se ela tem algum objetivo ou vingança em mente para sua chegada recente em Sagrada. Ou talvez esteja fugindo de alguma coisa. Estarei atenta de qualquer forma.
Eu AMEI o jeito que você narrou o ritual. A magia é estruturada de um modo diferente nesse mundo, e ficou tão interessante! Uma estética bem witchy, com as runas e as plantas, estou apaixonada! Você chama de “complicar as coisas demais”, eu chamo de worldbuilding impecável. Se tem uma coisa que eu admiro em você como autora é esse cuidado que você tem de construir os universos com detalhes que os tornam tão interessantes e tão únicos. A parte da festa ficou linda também, fiquei sonhadora com esse conceito de nuvens de giz colorido e luzes flutuantes. Uma pena que a Ellie (sim, já arranjei apelido para ela, espero que ela não me agrida kkkkk) não tenha ficado mais tempo na festa, mas sair fora de eventos sociais parece bem dentro de personagem pra ela.
Sobre esse final tenso: seriam os Sânticos fazendo uma ameaça? Me pergunto se o André pode estar conectado com o Levante, ou se simplesmente os Sânticos querem segregar completamente os mundanos de qualquer benefício que a magia possa trazer para eles. Achei intrigante o detalhe do André tentar prender a Eleonora em uma promessa o tempo todo, bem babaquinha. Mas ao mesmo tempo eu amo esse conceito meio Fey de não poder mentir. É uma desvantagem bem forte de ser mago, eu suponho.
O fato da Eleonora ter recebido um aviso me lembrou da Ísis. Ela também estava usando magia para beneficiar os mundanos. Pode ser uma relação, e o motivo do sequestro dela, se forem mesmo os Sânticos por detrás dos dois crimes. Vamos aguardar para ver.
Sobre meu comentário anterior: eu acho que a Thea adoraria tatuar uma libélula! Por causa do broche colorido que a mãe dela deixou pra ela, imagino que ela gostaria de ter uma libélula no corpo para sempre se lembrar dela, mesmo quando não puder usar o broche.
Eu adorei esse capítulo, estou cada dia mais encantada com esse universo, e ansiosa para ver o que você planeja. Até o próximo, beijos ♥
—Venus ♥
Olá, querida Venus ♥
Chegamos em um ponto que nossos personagens são um spoiler simplesmente por terem sido criados por nós, não é? hahaha No caso da saturno, eu também manteria os dois pés atrás com a menina dela. Individualista e pragmática parece uma primeira impressão bem correta.
Magia é sempre interessante, não é? Eu espero poder explicar mais dela em breve, apesar de não ter muito a se explicar, na verdade. Isso soou meio contraditório? Soou, mas é isso aí hahaha
Ah, que bom que achou interessante o lance do calendário. Eu só fui escrever "Era o dia primeiro de janeiro... Espera, janeiro vem da cultura romana, isso quer dizer que Roma existe nesse mundo?" Eu digo que é complicar demais porque eu poderia só ter mudado os nomes dos meses, mas não, eu mudei o troço inteiro! O mês Santo deles para a gente vai de 21/01 a 16/02. Mas que bom que deu um charme a mais para o worldbuilding, confio sempre na sua opinião! hahaha
Eu fiquei desejando uma festa dessas também. Pelo menos as nuvens coloridas não fazem barulho como os fogos de artifício. Infelizmente, a Eleonora tinha um compromisso com o relógio e não deixou a gente apreciar a festa por mais tempo. A resposta sobre o André não demorará muito. Ele é meio babaquinha mesmo, mas infelizmente eu gosto dele. E limitações morais como não poder quebrar promessas é algo que eu adoro em seres mágicos.
Anotado a preferência da Thea. Caso ela conheça a Ísis, terá uma linda libélula!
Muito obrigada por ler e comentar!
Até breve,
Cosmic Madness ♥