Tá, eu fico feliz em estar certo: teu estilo realmente funciona muito bem numa narrativa convencional, com diálogos e descrições, e tua caracterização de personagem é maneiríssima. Apesar das críticas que tenho pra fazer, quero que tenha isso em mente; adorei a leitura, e adorei ler mais de você.
Senti que faltou revisão, e esse de longe é o maior defeito (o que quer dizer que não é um defeito tão grande assim). Problemas na ortografia, acentuação, etc. Entendo que fez isso mais como um experimento do que qualquer outra coisa, por isso digo isso sem tanta importância; é só um detalhe que precisa ser levado em consideração. A outra crítica que tenho a fazer vem do ritmo. A ideia de colocar notas sobre coisas importantes pra evitar infodumps diegéticos é boa, e contribui para a sua agilidade de modo geral – mas senti que a história começa muito "de cara", se é que consigo me fazer entender assim.
Com isso fora do caminho, não consigo me lembrar de uma história que começa com uma premissa tão despretensiosa e ao mesmo tempo tão intrigante: uma menina aparentemente abandonada passando fome e então acolhida por uma ladra. Lembro de Thief, o jogo, em que o protagonista é um menino de rua recrutado por um espião foda, mas não é a mesma coisa.
Gostei muito da protagonista. Você conseguiu definir a Triss com poucas, mas boas palavras, e os comentários dela na narração ajudaram muito a caracterizá-la. Vimos suas opiniões sobre o mundo e a cidade em si, tivemos uma ideia do compasso moral dela, etc. Nesse ponto, você foi cirúrgico.
Ótima leitura de modo geral. Animado pra ler o próximo capítulo.
O que mais gostei: Triss
O que acho que pode melhorar: Revisão; ritmo
Simplesmente amo quando apontam esses detalhes para mim.
Sobre a ortografia: Lembra que eu falei sobre a ideia estar crua? Eu me animei muito e comi o bife mal passado.
Estava tão motivado em postar logo que simplesmente não notei aquele bando de linhas vermelhas, mas eu jurava que tinha corrigido a maioria, falha minha.
Ainda sobre a comida crua: O fato da história parecer que está corrida é porque além de está acostumado a escrever meus contos contínuos, introdução não é meu forte e não gosto dessa parte.
Moral de tudo isso foi que comecei do meio do que seria o segundo capitulo por achar o inicio chato (não pergunte pelo texto original, pois esse se perdeu no tempo).
Vou começar o segundo capitulo logo e dessa vez o tradutor vai estar em dia, mas o ritmo eu vou ver se arrumo.
Eu li a sinopse e fui movida pela ligeira curiosidade. Sua história está intrigante e cheias de pontos para preencher, isso é divertido, mas senti falta de coisas a mais. Por exemplo: o cenário passa batido diante dos acontecimentos, assim como algumas explicações cruciais. Acho que falou um pouco mais de "audácia" pra construir esse novo mundo.
Quanto a ortografia, anotei alguns exemplos pra te dar uma mãozinha - se isso não soar incoveniente da minha parte -
Na última parte, o tempo ficaria melhor entre vírgulas, como: "[..., que não acordou,...]
Faltou, também, por exemplo, [... mostrar ao mundo...]
Algumas separações que seriam mais confortáveis e essenciais pro entendimento do leitor, como [..., na calçada,...] - que é uma especificação da frase.
Eu senti falta de explorar esse mundo com mais detalhes, ao mesmo tempo quis saciar essa necessidade de enxergar melhor como você propõe construí-lo.
Quero muito ver o desenvolvimento da trama e aguardo ansiosamente pela continuação!! ❤️
O que mais gostei: A proposta da história
O que acho que pode melhorar: Ortografia e construção de tempos
Acho que meu português não tá tão em dia quanto suspeitei, não vou negar que estava ansioso para postar logo e isso me fez perder a mão na correção.
Erro meu e vou arruma-lo.
Sobre a construção de ambiente é o meu fraco, to mais acostumado com minhas histórias pessoais que escrevo por aqui que meio que não tenho tanta pratica de passar noção espacial.
Vou ver se edito o capitulo e corrijo essas bizarrices para só depois pensar no próximo.
Obrigado❤
M
Mandy
~pulinho
Oi oi oi oi
Eu estava despretenciosamente passeando pela seção de originais quando me deparei com a tua história. A sinopse foi a coisa que me atraiu de cara, porque eu gosto de pessoas quebradas. Gosto, especialmente, de saber porque elas se quebraram e se existe algum concerto. Isso diz muito sobre o que posso fazer comigo mesma. A segunda coisa que me atraiu foi a capa, eu achei uma pegada meio Rei Arthur com Deltora Quest (e eu acho que você consegue achar essa imagem super nítida no pinterest, pra atrair mais o olhar dos leitores).
E assim, pensando em todos os sentimentos que eu tive ao olhar a porta de entrada, eu cruzei os portões. Eu acho que foi uma passagem muito agradável. Atualmente eu estou sentada no banco em frente à porta principal, esperando. Eu senti que Triss foi muito bem introduzida, não tenho nenhuma reclamação. Gosto do coração dela e, consequentemente, gostei muito do Roy também. Aquela figura masculina super irritada, mas que no fundo é um veio babão que a gente vai amar (pelo menos, é a impressão do teu prólogo. Não fico chateada de ser surpreendida, por favor, deixa a tu amente vagar por onde ela precisar).
Mas eu diria que o ritmo da história pode ser trabalhado e lapidado. Tipo, elucidar um pouco mais o entorno, descrever o porto, trabalhar pequenos detalhes, apresentar algumas questões relacionadas aos personagens. Eu não vou te dizer que "ah, mas você tem que descrever os personagens". Eu acho que às vezes, dar uma margem de imaginação, deixa o leitor construir as lacunas como ele pode, o que torna a leitura super agradável. Mas não funciona sempre.
Eu gostei da apresentação super despretenciosa. Eu gosto de histórias que começam sem promessas, elas deixam a gente meio perdido, sem saber pra onde ir. Porque é justamente nesses momentos que o autor pode manipular direitinho os caminhos pelos quais o leitor vai cruzar, ainda que eles sejam aflitivos e dolorosos. Tendo dito isso, eu gostei muito dessa variedade de possibilidades. Eu nãos ei pra onde vai, eu não faço ideia do destino, mas eu garanti meu lugar nesse trem.
No fim, uma leve revisão, uma lapidada na descrição e um aprimoramento do vocabulário, isso aqui tem um cheirinho de diamante. Eu te desejo muita criatividade pra construir esse mundo que você pretende apresentar, também espero por capítulos quentinhos (ainda que eu seja uma atrasadinha, eu virei até aqui pra conferir). Eu quero ressaltar a criatividade da ideia e exalto o mundo de possibilidades que tu criou.
Deixou um beso enorme, votos de boa saúde pra você escrever e te vejo em um próximo review ♥
O que mais gostei: A premissa despretensiosa (que não parece fazer uma promessa, mas que me deixa com uma possibilidade)
O que acho que pode melhorar: Alguns detalhes e, talvez, eu diria que o ritmo narrativo, embora o teor seja muito bom.
Essa é praticamente minha primeira história longe da narração pessoal, a maioria dos meus outros textos são narrações de histórias minhas ou escrita como se fosse como e isso acarreta em problemas na minha escrita. Prometo melhorar.
Tento focar nos meus personagens e em como eles se comportam na situação, o ambiente é uma das consequências dos meus vícios de escrita já que não costumava descreve-lo.
Não prometo uma revolução na narrativa, mas um entretenimento momentaneo eu vou me esforçar para oferecer.
Tá, eu fico feliz em estar certo: teu estilo realmente funciona muito bem numa narrativa convencional, com diálogos e descrições, e tua caracterização de personagem é maneiríssima. Apesar das críticas que tenho pra fazer, quero que tenha isso em mente; adorei a leitura, e adorei ler mais de você.
Senti que faltou revisão, e esse de longe é o maior defeito (o que quer dizer que não é um defeito tão grande assim). Problemas na ortografia, acentuação, etc. Entendo que fez isso mais como um experimento do que qualquer outra coisa, por isso digo isso sem tanta importância; é só um detalhe que precisa ser levado em consideração. A outra crítica que tenho a fazer vem do ritmo. A ideia de colocar notas sobre coisas importantes pra evitar infodumps diegéticos é boa, e contribui para a sua agilidade de modo geral – mas senti que a história começa muito "de cara", se é que consigo me fazer entender assim.
Com isso fora do caminho, não consigo me lembrar de uma história que começa com uma premissa tão despretensiosa e ao mesmo tempo tão intrigante: uma menina aparentemente abandonada passando fome e então acolhida por uma ladra. Lembro de Thief, o jogo, em que o protagonista é um menino de rua recrutado por um espião foda, mas não é a mesma coisa.
Gostei muito da protagonista. Você conseguiu definir a Triss com poucas, mas boas palavras, e os comentários dela na narração ajudaram muito a caracterizá-la. Vimos suas opiniões sobre o mundo e a cidade em si, tivemos uma ideia do compasso moral dela, etc. Nesse ponto, você foi cirúrgico.
Ótima leitura de modo geral. Animado pra ler o próximo capítulo.
O que mais gostei: Triss
O que acho que pode melhorar: Revisão; ritmo
Simplesmente amo quando apontam esses detalhes para mim.
Sobre a ortografia: Lembra que eu falei sobre a ideia estar crua? Eu me animei muito e comi o bife mal passado.
Estava tão motivado em postar logo que simplesmente não notei aquele bando de linhas vermelhas, mas eu jurava que tinha corrigido a maioria, falha minha.
Ainda sobre a comida crua: O fato da história parecer que está corrida é porque além de está acostumado a escrever meus contos contínuos, introdução não é meu forte e não gosto dessa parte.
Moral de tudo isso foi que comecei do meio do que seria o segundo capitulo por achar o inicio chato (não pergunte pelo texto original, pois esse se perdeu no tempo).
Vou começar o segundo capitulo logo e dessa vez o tradutor vai estar em dia, mas o ritmo eu vou ver se arrumo.
Obrigado
Eu li a sinopse e fui movida pela ligeira curiosidade. Sua história está intrigante e cheias de pontos para preencher, isso é divertido, mas senti falta de coisas a mais. Por exemplo: o cenário passa batido diante dos acontecimentos, assim como algumas explicações cruciais. Acho que falou um pouco mais de "audácia" pra construir esse novo mundo.
Quanto a ortografia, anotei alguns exemplos pra te dar uma mãozinha - se isso não soar incoveniente da minha parte -
Na última parte, o tempo ficaria melhor entre vírgulas, como: "[..., que não acordou,...]
Faltou, também, por exemplo, [... mostrar ao mundo...]
Algumas separações que seriam mais confortáveis e essenciais pro entendimento do leitor, como [..., na calçada,...] - que é uma especificação da frase.
Eu senti falta de explorar esse mundo com mais detalhes, ao mesmo tempo quis saciar essa necessidade de enxergar melhor como você propõe construí-lo.
Quero muito ver o desenvolvimento da trama e aguardo ansiosamente pela continuação!! ❤️
O que mais gostei: A proposta da história
O que acho que pode melhorar: Ortografia e construção de tempos
Acho que meu português não tá tão em dia quanto suspeitei, não vou negar que estava ansioso para postar logo e isso me fez perder a mão na correção.
Erro meu e vou arruma-lo.
Sobre a construção de ambiente é o meu fraco, to mais acostumado com minhas histórias pessoais que escrevo por aqui que meio que não tenho tanta pratica de passar noção espacial.
Vou ver se edito o capitulo e corrijo essas bizarrices para só depois pensar no próximo.
Obrigado❤
~pulinho
Oi oi oi oi
Eu estava despretenciosamente passeando pela seção de originais quando me deparei com a tua história. A sinopse foi a coisa que me atraiu de cara, porque eu gosto de pessoas quebradas. Gosto, especialmente, de saber porque elas se quebraram e se existe algum concerto. Isso diz muito sobre o que posso fazer comigo mesma. A segunda coisa que me atraiu foi a capa, eu achei uma pegada meio Rei Arthur com Deltora Quest (e eu acho que você consegue achar essa imagem super nítida no pinterest, pra atrair mais o olhar dos leitores).
E assim, pensando em todos os sentimentos que eu tive ao olhar a porta de entrada, eu cruzei os portões. Eu acho que foi uma passagem muito agradável. Atualmente eu estou sentada no banco em frente à porta principal, esperando. Eu senti que Triss foi muito bem introduzida, não tenho nenhuma reclamação. Gosto do coração dela e, consequentemente, gostei muito do Roy também. Aquela figura masculina super irritada, mas que no fundo é um veio babão que a gente vai amar (pelo menos, é a impressão do teu prólogo. Não fico chateada de ser surpreendida, por favor, deixa a tu amente vagar por onde ela precisar).
Mas eu diria que o ritmo da história pode ser trabalhado e lapidado. Tipo, elucidar um pouco mais o entorno, descrever o porto, trabalhar pequenos detalhes, apresentar algumas questões relacionadas aos personagens. Eu não vou te dizer que "ah, mas você tem que descrever os personagens". Eu acho que às vezes, dar uma margem de imaginação, deixa o leitor construir as lacunas como ele pode, o que torna a leitura super agradável. Mas não funciona sempre.
Eu gostei da apresentação super despretenciosa. Eu gosto de histórias que começam sem promessas, elas deixam a gente meio perdido, sem saber pra onde ir. Porque é justamente nesses momentos que o autor pode manipular direitinho os caminhos pelos quais o leitor vai cruzar, ainda que eles sejam aflitivos e dolorosos. Tendo dito isso, eu gostei muito dessa variedade de possibilidades. Eu nãos ei pra onde vai, eu não faço ideia do destino, mas eu garanti meu lugar nesse trem.
No fim, uma leve revisão, uma lapidada na descrição e um aprimoramento do vocabulário, isso aqui tem um cheirinho de diamante. Eu te desejo muita criatividade pra construir esse mundo que você pretende apresentar, também espero por capítulos quentinhos (ainda que eu seja uma atrasadinha, eu virei até aqui pra conferir). Eu quero ressaltar a criatividade da ideia e exalto o mundo de possibilidades que tu criou.
Deixou um beso enorme, votos de boa saúde pra você escrever e te vejo em um próximo review ♥
O que mais gostei: A premissa despretensiosa (que não parece fazer uma promessa, mas que me deixa com uma possibilidade)
O que acho que pode melhorar: Alguns detalhes e, talvez, eu diria que o ritmo narrativo, embora o teor seja muito bom.
Amo, amo e como eu amo um textão.
Antes de tudo: Muito obrigado.
Essa é praticamente minha primeira história longe da narração pessoal, a maioria dos meus outros textos são narrações de histórias minhas ou escrita como se fosse como e isso acarreta em problemas na minha escrita. Prometo melhorar.
Tento focar nos meus personagens e em como eles se comportam na situação, o ambiente é uma das consequências dos meus vícios de escrita já que não costumava descreve-lo.
Não prometo uma revolução na narrativa, mas um entretenimento momentaneo eu vou me esforçar para oferecer.