Não sei se foi intencional ou não, mas a retratação tanto do Alfred quanto da Elizabeth aqui me fez reavaliar o que penso que sei sobre os personagens. A necessidade de popularidade simplesmente pela popularidade, sem qualquer plano por trás, e o modo como o Alfred se portou durante o evento com os mendigos foi bem... Desagradável. Entendo que ele representa a nobreza, mas de muitas formas poderia fazer isso de uma forma mais digna para ele mesmo e para as pessoas a quem está dando esmola.
Em todo caso, sua escrita brilhou nessa primeira metade. Adorei as caracterizações e os diálogos, assim como os eventos em si. Ver Henry voltando sorridente depois de fazer algo que incomodou a todos foi a cereja do bolo.
A segunda metade, com o baile, foi menos interessante. Senti que você pecou ao introduzir tantos personagens sem apresentar ninguém, e todo esse trecho do capítulo passou num borrão de diálogos sem muita personalidade ou pelo menos entretenimento, à exceção da pequena cena da Elizabeth abençoando os noivos. O final, é claro, desperta interesse.
Ah como é maravilhoso escrever sobre a superficialidade humana. É uma coisa que é muito gostosa de fazer, escrever sobre como os humanos são imperfeitos e contraditórios. Eu não havia percebido isso antes, mas olhando os seus comentários, eu percebi que escrevi, e gosto muito, os meus personagens com todas as imperfeições que nós temos. Eu francamente não gosto de ler livros ou ver filmes que os protagonista são quase perfeitos. É bom ver os preconceitos, as contradições a falsidade, deve ser por isso que eu gosto tanto de Emma.
Porém, tem uma parte que eu discordo, meus personagens realmente precisam de popularidade, o meu erro foi simplesmente não dizer o motivo e nem mesmo explicar o contexto. A Inglaterra antes da Revolução Francesa, era muito diferente da França antes da Revolução Francesa, então aqui a nobreza não tinha um poder tão grande. Os ingleses fizeram uma revolução primeiro, antes de Luis XVI ser decapitado, os ingleses já tinham decapitado o rei Charles I. Então nesse contexto, popularidade para a nobreza e para o próprio rei, era muito importante, para a segurança de todos.
Não sei se foi intencional ou não, mas a retratação tanto do Alfred quanto da Elizabeth aqui me fez reavaliar o que penso que sei sobre os personagens. A necessidade de popularidade simplesmente pela popularidade, sem qualquer plano por trás, e o modo como o Alfred se portou durante o evento com os mendigos foi bem... Desagradável. Entendo que ele representa a nobreza, mas de muitas formas poderia fazer isso de uma forma mais digna para ele mesmo e para as pessoas a quem está dando esmola.
Em todo caso, sua escrita brilhou nessa primeira metade. Adorei as caracterizações e os diálogos, assim como os eventos em si. Ver Henry voltando sorridente depois de fazer algo que incomodou a todos foi a cereja do bolo.
A segunda metade, com o baile, foi menos interessante. Senti que você pecou ao introduzir tantos personagens sem apresentar ninguém, e todo esse trecho do capítulo passou num borrão de diálogos sem muita personalidade ou pelo menos entretenimento, à exceção da pequena cena da Elizabeth abençoando os noivos. O final, é claro, desperta interesse.
O que mais gostei: Superficialidade da nobreza
Ah como é maravilhoso escrever sobre a superficialidade humana. É uma coisa que é muito gostosa de fazer, escrever sobre como os humanos são imperfeitos e contraditórios. Eu não havia percebido isso antes, mas olhando os seus comentários, eu percebi que escrevi, e gosto muito, os meus personagens com todas as imperfeições que nós temos. Eu francamente não gosto de ler livros ou ver filmes que os protagonista são quase perfeitos. É bom ver os preconceitos, as contradições a falsidade, deve ser por isso que eu gosto tanto de Emma.
Porém, tem uma parte que eu discordo, meus personagens realmente precisam de popularidade, o meu erro foi simplesmente não dizer o motivo e nem mesmo explicar o contexto. A Inglaterra antes da Revolução Francesa, era muito diferente da França antes da Revolução Francesa, então aqui a nobreza não tinha um poder tão grande. Os ingleses fizeram uma revolução primeiro, antes de Luis XVI ser decapitado, os ingleses já tinham decapitado o rei Charles I. Então nesse contexto, popularidade para a nobreza e para o próprio rei, era muito importante, para a segurança de todos.