Cheguei já no último capítulo que tu postou e eu adorei esse, especialmente porque eu senti a Agnetha muito mais receptiva enquanto pessoa do que o Vlad. Sinceramente, não acho mesmo que ela curta o Devrim, mas tenho certeza que ela conserva uma certa empatia. Gostei do lance da vampira bruxa, by the way, sensacional.
[adoraria, na verdade, saber como Vlad e Agnetha se conheceram, então, fica aí o meu apelo para uma próxima história assim, quem sabe né, vai que o teu coração aceita ....]
Tua narração nesse capítulo foi bem mais histórica, como nos capítulos iniciais. Eu gostei muito desses vislumbres do passado para compreender o futuro. Acho que você redige o texto muito bem, controla as palavras, brinca com elas até quando você quer. Eu gosto da tua narrativa, porque ela parecia um seriado policial e faz realmente a gente acreditar que estamos vendo uma série investigativa sobre vampiros. Quero mais sobre os espaços, sobre as crenças, que explorar esse lore que tu tá construindo.
E se eu posso te dar uma sugestão, eu acho que seria super bacana um glossário, seja no início, seja no final, porque em alguns momentos você usa palavras ou termos e eu queria muito saber o que significam, mas temo que se eu procurar, talvez não tenha a mesma aplicação.
Sobre o Devrim: pobre Devrim.
haha eu não sei nem o que dizer, Vlad passou legal dos limites aqui. Sacou o taco e desceu o cacete no rapaz, que isso, meu xóvem [nem tão xóvem]? Fico imaginando se a Vyka já não sabe, duvido que ela não saiba a natureza do pai dela.
Gostei, realmente, de saber mais sobre a Agnetha. Explorar a história dela é realmente interessante - e também permite que a gente compreenda como o clã tem se mantido de pé por tanto tempo. Pode fazer mais, eu adorei.
E estamos aqui, ao fim novamente, sem mais capítulos. K, você escreve muito bem. Acho que Avec Mortem tem um potencial gigante enquanto original, mas um revisãozinha marota e uma explorada em detalhes pode enriquecer ainda mais a tua história.
Deixo um beso, votos de mais capítulos, pedidos de que você se cuida e que volte logo. Até sexta, K!
O que mais gostei: "verdade seja dita, ninguém se dá bem com estacas" EU AMEI ISSO HAHAHAHA
O que acho que pode melhorar: "pego primeiro primeiro pego" talvez seja interessante rever essa frase. Uma outra vírgula pode ser melhor reposicionada para que a frase seja mais fluida.
Olá, novamente! Sempre uma alegria te encontrar por aqui!
Tenho boas e más notícias. A boa é que a (tão necessária) revisão de Avec Mortem já tem data para acontecer, e vai ser feita a 4 mãos: Um colega escritor aceitou me ajudar com a parte mais grossa da revisão, e devo pôr minhas mãos no texto corrigido já nas próximas semanas. Com o texto em mãos, vou atualizando os capítulos a medida que eu tiver tempo :D
Já a notícia não tão boa assim é que estamos chegando no fim da primeira parte de A.M., e consequentemente, dos capítulos completos. Sem mentir, faz alguns anos que não escrevo um capítulo completo: Sempre paro perto dos 75%, 80% do que eu imagino para aquele pedaço e troco de foco, o que pode ou não atrasar em uma semana ou duas as postagens. Mas já estou trabalhando nisso, prometo.
Do mais, fica o meu muito obrigado pelo apoio e carinho com minha história até agora. Espero que continue gostando!
oi oi oi oi K
~dancinha
Cheguei já no último capítulo que tu postou e eu adorei esse, especialmente porque eu senti a Agnetha muito mais receptiva enquanto pessoa do que o Vlad. Sinceramente, não acho mesmo que ela curta o Devrim, mas tenho certeza que ela conserva uma certa empatia. Gostei do lance da vampira bruxa, by the way, sensacional.
[adoraria, na verdade, saber como Vlad e Agnetha se conheceram, então, fica aí o meu apelo para uma próxima história assim, quem sabe né, vai que o teu coração aceita ....]
Tua narração nesse capítulo foi bem mais histórica, como nos capítulos iniciais. Eu gostei muito desses vislumbres do passado para compreender o futuro. Acho que você redige o texto muito bem, controla as palavras, brinca com elas até quando você quer. Eu gosto da tua narrativa, porque ela parecia um seriado policial e faz realmente a gente acreditar que estamos vendo uma série investigativa sobre vampiros. Quero mais sobre os espaços, sobre as crenças, que explorar esse lore que tu tá construindo.
E se eu posso te dar uma sugestão, eu acho que seria super bacana um glossário, seja no início, seja no final, porque em alguns momentos você usa palavras ou termos e eu queria muito saber o que significam, mas temo que se eu procurar, talvez não tenha a mesma aplicação.
Sobre o Devrim: pobre Devrim.
haha eu não sei nem o que dizer, Vlad passou legal dos limites aqui. Sacou o taco e desceu o cacete no rapaz, que isso, meu xóvem [nem tão xóvem]? Fico imaginando se a Vyka já não sabe, duvido que ela não saiba a natureza do pai dela.
Gostei, realmente, de saber mais sobre a Agnetha. Explorar a história dela é realmente interessante - e também permite que a gente compreenda como o clã tem se mantido de pé por tanto tempo. Pode fazer mais, eu adorei.
E estamos aqui, ao fim novamente, sem mais capítulos. K, você escreve muito bem. Acho que Avec Mortem tem um potencial gigante enquanto original, mas um revisãozinha marota e uma explorada em detalhes pode enriquecer ainda mais a tua história.
Deixo um beso, votos de mais capítulos, pedidos de que você se cuida e que volte logo. Até sexta, K!
O que mais gostei: "verdade seja dita, ninguém se dá bem com estacas" EU AMEI ISSO HAHAHAHA
O que acho que pode melhorar: "pego primeiro primeiro pego" talvez seja interessante rever essa frase. Uma outra vírgula pode ser melhor reposicionada para que a frase seja mais fluida.
Olá, novamente! Sempre uma alegria te encontrar por aqui!
Tenho boas e más notícias. A boa é que a (tão necessária) revisão de Avec Mortem já tem data para acontecer, e vai ser feita a 4 mãos: Um colega escritor aceitou me ajudar com a parte mais grossa da revisão, e devo pôr minhas mãos no texto corrigido já nas próximas semanas. Com o texto em mãos, vou atualizando os capítulos a medida que eu tiver tempo :D
Já a notícia não tão boa assim é que estamos chegando no fim da primeira parte de A.M., e consequentemente, dos capítulos completos. Sem mentir, faz alguns anos que não escrevo um capítulo completo: Sempre paro perto dos 75%, 80% do que eu imagino para aquele pedaço e troco de foco, o que pode ou não atrasar em uma semana ou duas as postagens. Mas já estou trabalhando nisso, prometo.
Do mais, fica o meu muito obrigado pelo apoio e carinho com minha história até agora. Espero que continue gostando!
Até sexta!