Simplesmente empolgada com um relacionamento "errado" desses, que ainda não existe. E você consegue, sem muita dificuldade, deixar um sentimento estranho no meu peito, como se eu não precisasse estar morta pra perceber que não me conheço o suficiente. Esse tipo de sentimento é lindo. Eu amo, mesmo sendo um tanto quanto angustiante.
Não se atreva a parar essa história por aqui, viu? Tem muita resposta que preciso na minha mesa pra ontem, incluindo porque ele pode ver a protagonista e principalmente: como vão se desenvolver romanticamente em um plano material x imaterial!
O que mais gostei: Bobinho ♥
O que acho que pode melhorar: Nunca tinha falado com ninguém - é uma negação duas vezes, significa que falou com alguém, ou tô louca?
Em primeiro lugar, agradeço por esse comentário e por todos os outros que você deixou. Em seguida, já me adianto para pedir desculpas por qualquer errinho besta que você encontrar. Muitas vezes, eu posto o capítulo depois de ter feito uma apenas revisão básica. Gosto de esperar um tempo entre a escrita e a revisão das vias de fato porque isso me ajuda a ter o afastamento necessário.
Quanto ao relacionamento dos dois, acredito que errado é uma boa palavra, mesmo que talvez eles estejam dispostos a fazer dar certo. Tanto na vida quanto na trama, acho que ela fase que eles estão agora, que é a fase em que você começa a se apaixonar por alguém, é gostosa como poucas coisas na vida.
Tendo isso mente, saiba que a história continua firme e forte! Assim como você, eu também quero muito ver qual vai ser o final!
M
Mandy
~dancinha
oi oi oi oi mademoiselle Natália, tutu pom?
Gostei muito desse capítulo, ele foi realmente muito denso e trouxe novos questionamentos, o tanto quanto explorou ainda mais a natureza caótica da tua história. Gosto muito como você trabalha os sentimentos, é uma forma brutal e crua, de um jeito que a gente lê como se tivesse sendo lido. É doido demais o quanto é profundo e o quanto a tua história é tão pouco aproveitada pelos leitores. Sinto que você ta construindo um mundo realmente único, mas não tem ninguém aqui pra apreciar de verdade.
Às vezes eu não sei se eu mesma to apreciando como deveria.
A interação deles foi muito boa, muito bem trabalhada, eu achei sensacional a forma como você fez eles interagirem e o modo como ele veio a descobrir que ela estava morta. Acho que você trabalha deverás bem com a subjetividade das coisas e esse é um talento que merece ser muito destacado. Tua história tem esse eu lírico melancólico, mas que apresenta as situações, e o mundo e a vida e a morte, de uma forma totalmente nova.
Acho que tá ficando realmente fantástico.
Um beso e te vejo no próximo review.
O que mais gostei: Esse final foi surreal.
O que acho que pode melhorar: Há uma mudança de tempo verbal (do passado pro presente) que seria bom trocar pra manter no passado majoritariamente, como cê vem fazendo. (um Eu Quero).
A
Arrogante
Decididamente não esperava que a primeira interação entre ambos seria tão cold turkey. Combina com a história, que entrega esses momentos fortíssimos de supetão com muito impacto, e realmente demonstrou o que havia de mais interessante em ambos os personagens.
Cê conseguiu me tirar uma expectativa durante a preparação para a tatuagem, porque eu realmente – realmente – queria que o Daniel fosse capaz de tocá-la. Acho que essa foi a ideia, e assim tanto eu quanto a narradora experimentamos a decepção ao mesmo tempo.
Imagino que esse capítulo significa que ela não é pálida ou tem uma aura translúcida, e sim que parece exatamente com uma pessoa normal. Isso é interessante, e o mesmo pode ser dito de como ela só "se percebeu" agora. Essa história tem muitas regras interessantes no que tange a espíritos, e eu adoraria conhecer cada uma delas com o andamento da história.
Gostei do Daniel. Gostei, também, de como você pincelou o trauma dele em relação a assaltos. É humano, e adicionou um outro nível à compreensão do personagem. Agradeço por ter escrito isso. Até mais.
O que mais gostei: "Que direito eu tinha de fingir ser uma pessoa?"
Simplesmente empolgada com um relacionamento "errado" desses, que ainda não existe. E você consegue, sem muita dificuldade, deixar um sentimento estranho no meu peito, como se eu não precisasse estar morta pra perceber que não me conheço o suficiente. Esse tipo de sentimento é lindo. Eu amo, mesmo sendo um tanto quanto angustiante.
Não se atreva a parar essa história por aqui, viu? Tem muita resposta que preciso na minha mesa pra ontem, incluindo porque ele pode ver a protagonista e principalmente: como vão se desenvolver romanticamente em um plano material x imaterial!
O que mais gostei: Bobinho ♥
O que acho que pode melhorar: Nunca tinha falado com ninguém - é uma negação duas vezes, significa que falou com alguém, ou tô louca?
Boa noite!
Em primeiro lugar, agradeço por esse comentário e por todos os outros que você deixou. Em seguida, já me adianto para pedir desculpas por qualquer errinho besta que você encontrar. Muitas vezes, eu posto o capítulo depois de ter feito uma apenas revisão básica. Gosto de esperar um tempo entre a escrita e a revisão das vias de fato porque isso me ajuda a ter o afastamento necessário.
Quanto ao relacionamento dos dois, acredito que errado é uma boa palavra, mesmo que talvez eles estejam dispostos a fazer dar certo. Tanto na vida quanto na trama, acho que ela fase que eles estão agora, que é a fase em que você começa a se apaixonar por alguém, é gostosa como poucas coisas na vida.
Tendo isso mente, saiba que a história continua firme e forte! Assim como você, eu também quero muito ver qual vai ser o final!
~dancinha
oi oi oi oi mademoiselle Natália, tutu pom?
Gostei muito desse capítulo, ele foi realmente muito denso e trouxe novos questionamentos, o tanto quanto explorou ainda mais a natureza caótica da tua história. Gosto muito como você trabalha os sentimentos, é uma forma brutal e crua, de um jeito que a gente lê como se tivesse sendo lido. É doido demais o quanto é profundo e o quanto a tua história é tão pouco aproveitada pelos leitores. Sinto que você ta construindo um mundo realmente único, mas não tem ninguém aqui pra apreciar de verdade.
Às vezes eu não sei se eu mesma to apreciando como deveria.
A interação deles foi muito boa, muito bem trabalhada, eu achei sensacional a forma como você fez eles interagirem e o modo como ele veio a descobrir que ela estava morta. Acho que você trabalha deverás bem com a subjetividade das coisas e esse é um talento que merece ser muito destacado. Tua história tem esse eu lírico melancólico, mas que apresenta as situações, e o mundo e a vida e a morte, de uma forma totalmente nova.
Acho que tá ficando realmente fantástico.
Um beso e te vejo no próximo review.
O que mais gostei: Esse final foi surreal.
O que acho que pode melhorar: Há uma mudança de tempo verbal (do passado pro presente) que seria bom trocar pra manter no passado majoritariamente, como cê vem fazendo. (um Eu Quero).
Decididamente não esperava que a primeira interação entre ambos seria tão cold turkey. Combina com a história, que entrega esses momentos fortíssimos de supetão com muito impacto, e realmente demonstrou o que havia de mais interessante em ambos os personagens.
Cê conseguiu me tirar uma expectativa durante a preparação para a tatuagem, porque eu realmente – realmente – queria que o Daniel fosse capaz de tocá-la. Acho que essa foi a ideia, e assim tanto eu quanto a narradora experimentamos a decepção ao mesmo tempo.
Imagino que esse capítulo significa que ela não é pálida ou tem uma aura translúcida, e sim que parece exatamente com uma pessoa normal. Isso é interessante, e o mesmo pode ser dito de como ela só "se percebeu" agora. Essa história tem muitas regras interessantes no que tange a espíritos, e eu adoraria conhecer cada uma delas com o andamento da história.
Gostei do Daniel. Gostei, também, de como você pincelou o trauma dele em relação a assaltos. É humano, e adicionou um outro nível à compreensão do personagem. Agradeço por ter escrito isso. Até mais.
O que mais gostei: "Que direito eu tinha de fingir ser uma pessoa?"