Momento pata suja: você descreve a cicatriz no rosto do Baruk ao mesmo tempo em que diz que ele está sempre coberto por um protetor de metal; entendi o que você quis dizer, mas em minha opinião deixa a leitura confusa. Digo, ou o leitor visualiza o rosto parcialmente coberto ou a cicatriz por baixo do protetor, mas não ambos. Outra coisa que preciso mencionar é que essa foi a sequência de diálogos mais expositiva que você já fez: zero personagem, só informação, e isso é meio chocante depois do festival de falas interessantes no capítulo passado. Me senti lendo o roteiro de um anime dos anos 90, com todo mundo falando em voz alta informações que, em tese, todos os presentes já conhecem.
Por outro lado, adorei a implicação de que a manobra para dobrar a Vyka foi performada de forma "legal". Adoro esses detalhes em sociedades ficcionais bem escritas: regras, manobras para quebrar essas regras, consequências caso essas regras sejam quebradas. Esse tipo de coisa faz toda a diferença numa história, torna ela rica e agrega conteúdo, e você frisar o que estava acontecendo foi um ótimo toque.
Percebi, lendo esse capítulo, que os incômodos que eu sentia lendo no POV da Vyka vinham justamente do modo como o relacionamento dela com o Devrim foi conduzido. Coitadinho dele; abandonado, corno, triste. Me pergunto qual seria a história de ambos, para que vivam assim sem qualquer necessidade de mudança. É claro que você irá expandir nesse quesito, mas a curiosidade fica.
No mais, apesar de estar pegando no seu pé que nem bicho-papão debaixo de cama, estou adorando a leitura. Até o próximo.
O que mais gostei: Trâmites jurídicos de vampiros
O que acho que pode melhorar: Atenção aos detalhes/diálogos
Não sei se é porque eu trabalho com isso, mas eu não consigo imaginar uma sociedade que não seja pautada em trâmites legais. Torna tudo mais legítimo,sabe?
Vou arrumar a questão da cicatriz do Baruk, prometo! Ficou confuso mesmo. E não se preocupe sobre pegar no meu pé. É muito importante ter um feedback, ainda mais de um leitor tão bacana quanto você! Fica aqui meu agradecimento. :D
A situação da Vyka e do Devrim vai ser melhor explorada em breve, eu garanto. Estamos quase chegando lá ( Supondo que lá seja o mesmo local que eu penso que seja, hehe.)
Muito obrigado! Até o próximo!
M
Mandy
Oi oi oi
~pulinho
Eu acho que eu já disse isso umas boas nove ou dez vezes hahaha mas eu quero enaltecer o teu lote e o uso que tu fez aqui das lendas. Eu sempre notei na tua história essa capacidade de relacionar o sobrenatural com o real.
Eu não consigo imaginar o teu processo criativo, meu eu o aplaudo. Tu faz construções narrativas tão boas que o texto se torna uma forma de desvendar os mistérios do mundo. Cada linha de encaixa na outra de uma forma que permite que a gente compreenda a história de forma suave.
E eu quero destacar alguns pontos.
O primeiro são os sentimentos. Acho que você construiu isso muito bem nesse capítulo, especialmente a sensação de impotência. Mas eu fico triste pela forma como o Devrim se vê. Eu sei que ele e a Vycka tem seus problemas. Mas espero que tudo corra bem, porque eu tenho a impressão de que se ela aparecer, nunca mais vai poder ir embora.
Tem outra coisa que eu quero destacar: a construção de mundo. Eu acho muito bom o teu lote, essa pegada meio real meio ficcional, que permite que a gente imagine possibilidades. Aí olha, um primorzinho. Eu disse que ia ler só um, mas não tô conseguindo. Como eu vou ficar em capítulos de novo ? Haushsushsh
Eu já disse antes, e volto a repetir, você tem feito um trabalho magnífico com Avec Mortem. Eu realmente fico muito feliz de ter caído aqui. Eu te desejo toda a inspiração do mundo, que você volte logo com mais capítulos, ainda que ali na esquina eu tenha um pra ler.
Eu sempre vou pedir mais.
Um beso gigante e te vejo por aí.
O que mais gostei: Devrim finalmente voltou à cena. E é uma isca.
O que acho que pode melhorar: Não há nada pra ser melhorado. Senti que meu elemento descritivo voltou.
Momento pata suja: você descreve a cicatriz no rosto do Baruk ao mesmo tempo em que diz que ele está sempre coberto por um protetor de metal; entendi o que você quis dizer, mas em minha opinião deixa a leitura confusa. Digo, ou o leitor visualiza o rosto parcialmente coberto ou a cicatriz por baixo do protetor, mas não ambos. Outra coisa que preciso mencionar é que essa foi a sequência de diálogos mais expositiva que você já fez: zero personagem, só informação, e isso é meio chocante depois do festival de falas interessantes no capítulo passado. Me senti lendo o roteiro de um anime dos anos 90, com todo mundo falando em voz alta informações que, em tese, todos os presentes já conhecem.
Por outro lado, adorei a implicação de que a manobra para dobrar a Vyka foi performada de forma "legal". Adoro esses detalhes em sociedades ficcionais bem escritas: regras, manobras para quebrar essas regras, consequências caso essas regras sejam quebradas. Esse tipo de coisa faz toda a diferença numa história, torna ela rica e agrega conteúdo, e você frisar o que estava acontecendo foi um ótimo toque.
Percebi, lendo esse capítulo, que os incômodos que eu sentia lendo no POV da Vyka vinham justamente do modo como o relacionamento dela com o Devrim foi conduzido. Coitadinho dele; abandonado, corno, triste. Me pergunto qual seria a história de ambos, para que vivam assim sem qualquer necessidade de mudança. É claro que você irá expandir nesse quesito, mas a curiosidade fica.
No mais, apesar de estar pegando no seu pé que nem bicho-papão debaixo de cama, estou adorando a leitura. Até o próximo.
O que mais gostei: Trâmites jurídicos de vampiros
O que acho que pode melhorar: Atenção aos detalhes/diálogos
Hello there!
Não sei se é porque eu trabalho com isso, mas eu não consigo imaginar uma sociedade que não seja pautada em trâmites legais. Torna tudo mais legítimo,sabe?
Vou arrumar a questão da cicatriz do Baruk, prometo! Ficou confuso mesmo. E não se preocupe sobre pegar no meu pé. É muito importante ter um feedback, ainda mais de um leitor tão bacana quanto você! Fica aqui meu agradecimento. :D
A situação da Vyka e do Devrim vai ser melhor explorada em breve, eu garanto. Estamos quase chegando lá ( Supondo que lá seja o mesmo local que eu penso que seja, hehe.)
Muito obrigado! Até o próximo!
Oi oi oi
~pulinho
Eu acho que eu já disse isso umas boas nove ou dez vezes hahaha mas eu quero enaltecer o teu lote e o uso que tu fez aqui das lendas. Eu sempre notei na tua história essa capacidade de relacionar o sobrenatural com o real.
Eu não consigo imaginar o teu processo criativo, meu eu o aplaudo. Tu faz construções narrativas tão boas que o texto se torna uma forma de desvendar os mistérios do mundo. Cada linha de encaixa na outra de uma forma que permite que a gente compreenda a história de forma suave.
E eu quero destacar alguns pontos.
O primeiro são os sentimentos. Acho que você construiu isso muito bem nesse capítulo, especialmente a sensação de impotência. Mas eu fico triste pela forma como o Devrim se vê. Eu sei que ele e a Vycka tem seus problemas. Mas espero que tudo corra bem, porque eu tenho a impressão de que se ela aparecer, nunca mais vai poder ir embora.
Tem outra coisa que eu quero destacar: a construção de mundo. Eu acho muito bom o teu lote, essa pegada meio real meio ficcional, que permite que a gente imagine possibilidades. Aí olha, um primorzinho. Eu disse que ia ler só um, mas não tô conseguindo. Como eu vou ficar em capítulos de novo ? Haushsushsh
Eu já disse antes, e volto a repetir, você tem feito um trabalho magnífico com Avec Mortem. Eu realmente fico muito feliz de ter caído aqui. Eu te desejo toda a inspiração do mundo, que você volte logo com mais capítulos, ainda que ali na esquina eu tenha um pra ler.
Eu sempre vou pedir mais.
Um beso gigante e te vejo por aí.
O que mais gostei: Devrim finalmente voltou à cena. E é uma isca.
O que acho que pode melhorar: Não há nada pra ser melhorado. Senti que meu elemento descritivo voltou.