A falta de revisão afetou um pouco a leitura desse capítulo, mas falo com propriedade que esse foi o melhor e meu favorito de todos até agora.
Sua condução das cenas passou por uma evolução inacreditável ao longo dos últimos capítulos, e esse aqui foi a culminação disso. Maravilhoso o diálogo entre Elizabeth e Charlotte: consegui acompanhar cada momento, cada expressão facial, cada modulação na voz para expressar os muitos sentimentos pelos quais elas avançaram ao longo da conversa. Gostei de como você caracterizou a Elizabeth, que vem sempre roubando a cena com suas atitudes, e ela finalmente encontrar um assunto que a unisse com Charlotte foi um belo momento. As pequenas descrições ao longo do diálogo também foram boas, com o destaque do concerto da Amélia (e o revirar de olhos da Elizabeth, que me arrancou uma risada inesperada).
Apesar disso tudo, ainda me surpreendi com a Anne nesse final. De rija de frustração na festa de batismo para explosiva a ponto de atirar um livro no irmão (o Henry está com ciúmes?), e então resignada com o destilo reservado à realeza. Ela mostrou dignidade e sinto que passou por um momento decisivo, de modo que a Anne de daqui para frente não será a mesma.
Eu devo dizer que esse foi um capítulo divertido de escrever, mas também complicado. Divertido nas ações de Anne, Elizabeth, Amélia, o príncipe William até George e Charlotte. Mas difícil no diálogo entre Elizabeth e Charlotte.
As duas realmente são muito iguais, mas eu não sou nada igual as duas, tirando a timidez de Charlotte, mas é fácil imaginar como ela sentia saudades da Alemanha e da vida com a família.
Quanto a Anne, esse realmente é o clímax dela, mas eu devo avisar, com muito pesar, que até certo momento das minhas histórias, o casamento era o final do foco dos meus personagens. Aí nesse momento eu apresentava outros, por isso as damas de companhia.
A falta de revisão afetou um pouco a leitura desse capítulo, mas falo com propriedade que esse foi o melhor e meu favorito de todos até agora.
Sua condução das cenas passou por uma evolução inacreditável ao longo dos últimos capítulos, e esse aqui foi a culminação disso. Maravilhoso o diálogo entre Elizabeth e Charlotte: consegui acompanhar cada momento, cada expressão facial, cada modulação na voz para expressar os muitos sentimentos pelos quais elas avançaram ao longo da conversa. Gostei de como você caracterizou a Elizabeth, que vem sempre roubando a cena com suas atitudes, e ela finalmente encontrar um assunto que a unisse com Charlotte foi um belo momento. As pequenas descrições ao longo do diálogo também foram boas, com o destaque do concerto da Amélia (e o revirar de olhos da Elizabeth, que me arrancou uma risada inesperada).
Apesar disso tudo, ainda me surpreendi com a Anne nesse final. De rija de frustração na festa de batismo para explosiva a ponto de atirar um livro no irmão (o Henry está com ciúmes?), e então resignada com o destilo reservado à realeza. Ela mostrou dignidade e sinto que passou por um momento decisivo, de modo que a Anne de daqui para frente não será a mesma.
O que mais gostei: Anne
Eu devo dizer que esse foi um capítulo divertido de escrever, mas também complicado. Divertido nas ações de Anne, Elizabeth, Amélia, o príncipe William até George e Charlotte. Mas difícil no diálogo entre Elizabeth e Charlotte.
As duas realmente são muito iguais, mas eu não sou nada igual as duas, tirando a timidez de Charlotte, mas é fácil imaginar como ela sentia saudades da Alemanha e da vida com a família.
Quanto a Anne, esse realmente é o clímax dela, mas eu devo avisar, com muito pesar, que até certo momento das minhas histórias, o casamento era o final do foco dos meus personagens. Aí nesse momento eu apresentava outros, por isso as damas de companhia.