Como assim não tinha pizza no forno? Então eu fiquei com vontade de comer pizza por nada?? Que absurdo!
E de onde surgiu esse Pietro que tem cara de ser charlatão que eu não entendi? Ela contou pra ele onde está morando? Ela está na escola agora? Até fui olhar se tinha pulado um capítulo por engano, ja aconteceu em outra fic, mas não...
Enfim, parece que a Arrietty vai caçar o fantasma sozinha mesmo. Não sei se ela consegue, mas melhor isso do que ser enganada por um golpista.
Desculpa a confusão! Pelo visto, o capítulo de hoje ficou confuso também. Tentei dar a dica no anterior, mas não deu muito certo. Esse diálogo aconteceu na biblioteca da faculdade. O Pietro é aluno também e descobriu pela Rádio Corredor (fofocas) que a Arrietty está morando na casa assombrada.
"Pietro tem cara de ser charlatão" kkkk. E ele é! Mas a Arrietty foi sagaz e deu um chega pra lá nele. Agora o lance é conseguir usar os conhecimentos do livro que tem lido para apanhar esse "fantasma" arteiro!
Então são fantasmas mesmo! E ainda por cima o magricelo do outro capítulo tá se oferecendo pra ajudar. Gostei dele aparecer de novo porque a primeira aparição foi super suspeita (como tudo nessa drabble)
E ele até faz parecer que lê mentes, mas tem aquele jeito indiscutível de charlatão que sabe bem o que dizer pra arrancar dinheiro de gente desesperada. Mal ele sabe que o maior desespero de pobre é entregar esse dinheiro.
Se bem que ela podia procurar por ajuda mesmo, talvez de um religioso ou coisa parecida... Vai que um pai nosso e uma água benta dão jeito nessas aparições.
O que mais gostei: Se eu caçá-la sozinha, o desconto é maior.
Pietro não consegue escapar da fama de charlatão. Mas a aparência dele não ajuda também. É um jovem alto e magricela com cara de doido. Sua paixão pela paranormalidade é real, já os serviços de investigação que presta... Ele é tipo um Arataka Reigen da vida.
Um padre talvez ajudasse mais. Outras pessoas já teriam recorrido a ele. Mas a Arrietty, previsivelmente, é ateia e não fica muito animada de pensar em um religioso jogando água em seus móveis enquanto murmura orações.
Como assim não tinha pizza no forno? Então eu fiquei com vontade de comer pizza por nada?? Que absurdo!
E de onde surgiu esse Pietro que tem cara de ser charlatão que eu não entendi? Ela contou pra ele onde está morando? Ela está na escola agora? Até fui olhar se tinha pulado um capítulo por engano, ja aconteceu em outra fic, mas não...
Enfim, parece que a Arrietty vai caçar o fantasma sozinha mesmo. Não sei se ela consegue, mas melhor isso do que ser enganada por um golpista.
Até amanhã^^
Desculpa a confusão! Pelo visto, o capítulo de hoje ficou confuso também. Tentei dar a dica no anterior, mas não deu muito certo. Esse diálogo aconteceu na biblioteca da faculdade. O Pietro é aluno também e descobriu pela Rádio Corredor (fofocas) que a Arrietty está morando na casa assombrada.
"Pietro tem cara de ser charlatão" kkkk. E ele é! Mas a Arrietty foi sagaz e deu um chega pra lá nele. Agora o lance é conseguir usar os conhecimentos do livro que tem lido para apanhar esse "fantasma" arteiro!
Então são fantasmas mesmo! E ainda por cima o magricelo do outro capítulo tá se oferecendo pra ajudar. Gostei dele aparecer de novo porque a primeira aparição foi super suspeita (como tudo nessa drabble)
E ele até faz parecer que lê mentes, mas tem aquele jeito indiscutível de charlatão que sabe bem o que dizer pra arrancar dinheiro de gente desesperada. Mal ele sabe que o maior desespero de pobre é entregar esse dinheiro.
Se bem que ela podia procurar por ajuda mesmo, talvez de um religioso ou coisa parecida... Vai que um pai nosso e uma água benta dão jeito nessas aparições.
O que mais gostei: Se eu caçá-la sozinha, o desconto é maior.
Pietro não consegue escapar da fama de charlatão. Mas a aparência dele não ajuda também. É um jovem alto e magricela com cara de doido. Sua paixão pela paranormalidade é real, já os serviços de investigação que presta... Ele é tipo um Arataka Reigen da vida.
Um padre talvez ajudasse mais. Outras pessoas já teriam recorrido a ele. Mas a Arrietty, previsivelmente, é ateia e não fica muito animada de pensar em um religioso jogando água em seus móveis enquanto murmura orações.