Comentários em “Paralelas”: “Capítulo 12 - Teoria”

A
Arrogante
Destacado pelo autor

Isso não é mais uma de minhas críticas chatas, e sim uma pergunta sincera: era pra eu ter tirado do modo como o Nick age que ele e Riley eram um casal? Digo, obviamente um marmanjo tão dedicado ao bem estar de uma guria tem segundas intenções, mas o modo maternal como ele age sempre me fez pensar nele como um irmão de outra mãe. Entendo que o início desse capítulo foi mais uma demonstração que Max não conhece Riley o suficiente pra saber que tipo de relacionamento ela e o Nick têm, mas se houver um fundo de verdade nisso eu aposto aqui e agora que o Nick é o assassino. Faria sentido demais.

Li nas notas finais que você ficou insegura quanto à forma como explicou os conceitos malucos de viagem no tempo, então fique tranquila quando digo que não poderia ter sido mais claro. Pelo menos pra mim.

O que me deixou curioso é se Max realmente acertou de primeira, depois de uma pesquisada no Google, ou se o que aconteceu em Seattle foi uma coisa diferente... E se ela realmente acredita nisso tudo, ou só está entretendo a Riley para mantê-la por perto.

O romance das duas (isso é, o romance que a Max vive dentro da cabeça dela) é bem bonito. Realmente gosto do desespero interno da Max, da necessidade que ela sente pela Riley. É de tirar o fôlego ler passagens em que a Max discorre sobre o que sente só de olhar pra pessoa amada, e eu mesmo fiquei feliz com o "Me leva pra longe" da Riley.

Ahhhh, finalmente fiquei em dia com essa leitura. Me sinto bem. Essa história merecia mais da minha atenção, e sinto que o tempo que dediquei a esses últimos capítulos foi muito bem investido.



O que mais gostei: Teorias
Louie Bee
Louie Bee Autor

No ponto de vista da Riley, Nick é muito mais como o irmão mais velho que ela nunca teve e a pessoa com quem ela pode contar acima de qualquer coisa. É um elo muito forte e sem nenhum interesse além de fraternal. Maaas sob a ótica do Nick não é bem assim. Eu o enxergo muito mais como o cara que quer ter o controle e domínio da Riley, criando e guiando as escolhas dela da maneira como bem entende.

E sim, faria muito sentido se ele fosse o assassino, mas talvez seja um pouco obvio demais, quem sabe? (tô plantando o benefício da dúvida aqui).

Sobre a teoria, não pensei em me ater demais a isso ou criar todo um plot cheio de reviravoltas, porque eu perderia muito tempo tentando explicar algo que já está meio obvio e perderia espaço pra narrar o que eu realmente quero. Aliás, isso é algo que gostei muito em Life is Strange, a Max descobre o poder dela, tem aqueles momentos com a Chloe e a narrativa leva pro desfecho da Rachel e Arcadia Bay (talvez, isso seja um pouco da inspiração e referencia q tirei do jogo pra me ajudar a desenrolar Parallels).

E, a partir desse ponto, a ideia é explorar como isso funciona e o que leva Riley a ter esse tipo de "visão", mas nada tão "WOW, PLOT", por enquanto. To me reservado ao desfecho do plot final em que tudo vai se encaixar como uma luva kkkkk e espero que não fique tão blasé.

Como você chegou até aqui, terei que controlar minha curiosidade e ansiedade pelos seus comentários, porque ambos dependem da minha disponibilidade e desbloqueio criativo, apesar que tenho mais 3 caps prontos para serem lançados.

De qualquer forma, fico muito feliz em ver que você chegou até aqui e que não foi sufocado ou se perdeu nesse monte de palavras. Sempre escrevi como uma forma de "desabafar" sobre os universos que ficam transitando nos meus pensamentos e receber esse tipo de interação, carinho e atenção é muito especial pra mim.

E, nesse meio tempo entre um capítulo e outro, se você tiver alguma dúvida, ansiedade (ou quiser falar mal do nick), minha DM estará sempre aberta.

Até daqui alguns dias?