Mas gente, como a Arrietty não percebeu as dicas? A advogada toda aliviada com ela assinando o contrato, o boato da casa ser mal-assombrada, o preço em conta... tá na cara que algo errado não está certo.
A coitada vai sofrer quando se der conta disso, aí vai ser tarde demais.
O que a Arrietty realmente estava pensando quando assinou o contrato: "Que se dane! Tá barato."
Se fosse o pai dela em seu lugar, a desculpa seria seu foco de atenção pisciano (apesar de ele ser leonino... mas a astrologia é um eterno exercício ad hoc, então certamente vai dizer que é culpa do ascendente, do mercúrio retrógrado, sei lá).
Estou ansiosa para quando começarem as tretas. Por enquanto, estou só preparando o terreno.
Móveis doados são a melhor coisa! Tem história e não tem custo, só vejo vantagens. Inclusive, a gente sempre julga quem compra ou aluga casas mal-assombradas em histórias, mas com a especulação imobiliária no nível que tá ou é isso ou é a rua.
Adoro esses diálogos sem demarcação nítida de fala ♥ Me lembra a Sally Rooney e o Teju Cole.
É muito real esse sentimento de sentir que um espaço é nosso quando começamos a ver o que valorizamos mais ocupando-o. São nossos gostos e hábitos que enchem uma casa de vida.
Huhauauhua, e pensar que passei a adotar o discurso indireto livre justamente por conta dos desafios de drabble. Vi que você usa travessão. Imagino que passe sufoco de vez em quando devido a esses contadores de palavras malucos, né? Eu quis fugir desse estresse, e a ausência de demarcações caiu como uma luva.
A gente julga todos os personagens mesmo, mas eles meio que servem para isso. Em tese, ao vê-los fazendo besteira, você consegue refletir melhor sobre suas próprias ações.
Oi!
Mas gente, como a Arrietty não percebeu as dicas? A advogada toda aliviada com ela assinando o contrato, o boato da casa ser mal-assombrada, o preço em conta... tá na cara que algo errado não está certo.
A coitada vai sofrer quando se der conta disso, aí vai ser tarde demais.
Até amanhã^^
O que a Arrietty realmente estava pensando quando assinou o contrato: "Que se dane! Tá barato."
Se fosse o pai dela em seu lugar, a desculpa seria seu foco de atenção pisciano (apesar de ele ser leonino... mas a astrologia é um eterno exercício ad hoc, então certamente vai dizer que é culpa do ascendente, do mercúrio retrógrado, sei lá).
Estou ansiosa para quando começarem as tretas. Por enquanto, estou só preparando o terreno.
Móveis doados são a melhor coisa! Tem história e não tem custo, só vejo vantagens. Inclusive, a gente sempre julga quem compra ou aluga casas mal-assombradas em histórias, mas com a especulação imobiliária no nível que tá ou é isso ou é a rua.
Adoro esses diálogos sem demarcação nítida de fala ♥ Me lembra a Sally Rooney e o Teju Cole.
É muito real esse sentimento de sentir que um espaço é nosso quando começamos a ver o que valorizamos mais ocupando-o. São nossos gostos e hábitos que enchem uma casa de vida.
Huhauauhua, e pensar que passei a adotar o discurso indireto livre justamente por conta dos desafios de drabble. Vi que você usa travessão. Imagino que passe sufoco de vez em quando devido a esses contadores de palavras malucos, né? Eu quis fugir desse estresse, e a ausência de demarcações caiu como uma luva.
A gente julga todos os personagens mesmo, mas eles meio que servem para isso. Em tese, ao vê-los fazendo besteira, você consegue refletir melhor sobre suas próprias ações.