Acho que já esgotei os elogios possíveis à sua escrita no capítulo anterior, então aqui vai apenas uma menção do quanto gostei desse início. Nunca vi um exemplo tão claro daquela regra show, don't tell numa fic antes. Foi quase tudo descrição e diálogo, sem muita informação pra "ajudar" a situar o leitor na cena – porque a cena em si já tava completamente feita, sem precisar de muletas. Eu cheguei a pensar que as datas eram desnecessárias, porque você consegue transmitir a época com pequenas menções (almofadas pra alcançar a mesa, etc.), mas na seção seguinte eu entendi o motivo de explicar a passagem dos anos.
Tanta emoção! Eu cheguei a soltar um suspiro quando Griselda perguntou da mãe. O clima tava tão pesado que eu senti o que viria depois em mim. Quanta morte nessa família. Me vi desejando que o Ewan fosse mais insensível nesse final, uma vez que é óbvio que ele sofre igual com cada perda (e já foram três. Jesus, eu não consigo imaginar o estado do coração desse cara). Será que sobrou um homem capaz de governar depois disso tudo?
As dicas de caracterização foram bem espertas. Finley ganhou meu interesse pelos comentários do Roderick, e a Fionna... Eu gosto da personagem, mas sinto que tem algo errado com ela. Algo sombrio. Não sei explicar.
Como está a planilha da família Donne? Finley, Griselda, Blair e Roderick filhos da mesma mãe, Fionna de outra? Ainda faltam... Sete irmãos, certo? Mal posso esperar pra conhecê-los.
Show don't tell é a regra de ouro, não é mesmo? Eu sempre me preocupo em mostrar e não descrever as cenas e os pensamentos, e aqui no comecinho até abusei um pouco do "tell" para dar o contexto todo da situação, mas fico feliz que tenha tido um bom efeito na ambientação!
Sobre as datas, eu inicialmente usava elas só para me orientar mesmo. Eu tenho documentos no meu computador com uma timeline completa dos acontecimentos (nascimentos, mortes, casamentos, etc) relevantes aos personagens principais, e as idades deles também importam bastante. Como a história é toda não-linear, tive medo dos leitores ficarem confusos. Como leitora, eu mesma adoro ter datas nas histórias, pra mim torna tudo mais realista também, e sem falar que acho que fica esteticamente bonito ter sempre o ano no início do capítulo!
Outra curiosidade: essa cena do jantar na verdade era muito diferente! Eu reescrevi ela literalmente uma semana antes de oficialmente acabar a história, e fiquei bem satisfeita com essa nova ambientação porque consegui transmitir mais do contexto familiar dos cinco Donne mais velhos. Fico feliz que tenha gostado também!
A Fionna é bem complexa na minha opinião, eu até me inspirei um pouco em pessoas da minha família para escrever ela. E de fato ela é marcada pela tragédia desde pequena... e isso influencia suas ações como adulta!
Até agora, temos cinco crianças Donne mencionadas, eu acho. Fionna, filha da primeira mulher do conde Ewan, depois em ordem: Blair, Finley, Rod e Griselda, filhos da Elinor, a segunda esposa do conde. Eu queria muito poder escrever mais sobre o próprio conde também, e sobre as suas esposas... (principalmente sobre a mãe da Fionna, e a "última" esposa dele, que só vai dar as caras mais para a frente). Eu não sei agora dizer se a juventude do conde vai ser mencionada mais vezes, mas se for e vocês tiverem curiosidade, escrevo algumas coisinhas nas notas como bônus!
Ainda faltam sete irmãos Donne aparecerem, mas antes disso teremos capítulos para a Blair, o Finley, e a Griselda também! Espero que continue se surpreendendo com a história!
Apesar de ser uma história com um teor melancólico, estou achando tão gostosinho ler. Sua escrita é fluida, vejo uma coisa ou outra de ortografia, mas nada que prejudique sua obra.
Muito obrigada pelo comentário ♥ Fico feliz que a história esteja alcançando mais pessoas! E quanto a erros, podem apontá-los sempre que aparecerem, é sempre bom ficar sabendo deles!
Acho que já esgotei os elogios possíveis à sua escrita no capítulo anterior, então aqui vai apenas uma menção do quanto gostei desse início. Nunca vi um exemplo tão claro daquela regra show, don't tell numa fic antes. Foi quase tudo descrição e diálogo, sem muita informação pra "ajudar" a situar o leitor na cena – porque a cena em si já tava completamente feita, sem precisar de muletas. Eu cheguei a pensar que as datas eram desnecessárias, porque você consegue transmitir a época com pequenas menções (almofadas pra alcançar a mesa, etc.), mas na seção seguinte eu entendi o motivo de explicar a passagem dos anos.
Tanta emoção! Eu cheguei a soltar um suspiro quando Griselda perguntou da mãe. O clima tava tão pesado que eu senti o que viria depois em mim. Quanta morte nessa família. Me vi desejando que o Ewan fosse mais insensível nesse final, uma vez que é óbvio que ele sofre igual com cada perda (e já foram três. Jesus, eu não consigo imaginar o estado do coração desse cara). Será que sobrou um homem capaz de governar depois disso tudo?
As dicas de caracterização foram bem espertas. Finley ganhou meu interesse pelos comentários do Roderick, e a Fionna... Eu gosto da personagem, mas sinto que tem algo errado com ela. Algo sombrio. Não sei explicar.
Como está a planilha da família Donne? Finley, Griselda, Blair e Roderick filhos da mesma mãe, Fionna de outra? Ainda faltam... Sete irmãos, certo? Mal posso esperar pra conhecê-los.
O que mais gostei: Show, don't tell
Oi oi!
Show don't tell é a regra de ouro, não é mesmo? Eu sempre me preocupo em mostrar e não descrever as cenas e os pensamentos, e aqui no comecinho até abusei um pouco do "tell" para dar o contexto todo da situação, mas fico feliz que tenha tido um bom efeito na ambientação!
Sobre as datas, eu inicialmente usava elas só para me orientar mesmo. Eu tenho documentos no meu computador com uma timeline completa dos acontecimentos (nascimentos, mortes, casamentos, etc) relevantes aos personagens principais, e as idades deles também importam bastante. Como a história é toda não-linear, tive medo dos leitores ficarem confusos. Como leitora, eu mesma adoro ter datas nas histórias, pra mim torna tudo mais realista também, e sem falar que acho que fica esteticamente bonito ter sempre o ano no início do capítulo!
Outra curiosidade: essa cena do jantar na verdade era muito diferente! Eu reescrevi ela literalmente uma semana antes de oficialmente acabar a história, e fiquei bem satisfeita com essa nova ambientação porque consegui transmitir mais do contexto familiar dos cinco Donne mais velhos. Fico feliz que tenha gostado também!
A Fionna é bem complexa na minha opinião, eu até me inspirei um pouco em pessoas da minha família para escrever ela. E de fato ela é marcada pela tragédia desde pequena... e isso influencia suas ações como adulta!
Até agora, temos cinco crianças Donne mencionadas, eu acho. Fionna, filha da primeira mulher do conde Ewan, depois em ordem: Blair, Finley, Rod e Griselda, filhos da Elinor, a segunda esposa do conde. Eu queria muito poder escrever mais sobre o próprio conde também, e sobre as suas esposas... (principalmente sobre a mãe da Fionna, e a "última" esposa dele, que só vai dar as caras mais para a frente). Eu não sei agora dizer se a juventude do conde vai ser mencionada mais vezes, mas se for e vocês tiverem curiosidade, escrevo algumas coisinhas nas notas como bônus!
Ainda faltam sete irmãos Donne aparecerem, mas antes disso teremos capítulos para a Blair, o Finley, e a Griselda também! Espero que continue se surpreendendo com a história!
Obrigada de novo pelo comentário!
Muito bom a relação de amizade que esses 2 irmãos tem. O diálogo deles me fez sentir estar lá ouvindo tudo isso em tom de nostalgia.
O que mais gostei: A relação entre os irmãos
A Fionna é tudo para mim, se ela fizesse uma terapiazinha ficava ótima
Apesar de ser uma história com um teor melancólico, estou achando tão gostosinho ler. Sua escrita é fluida, vejo uma coisa ou outra de ortografia, mas nada que prejudique sua obra.
Olá!
Muito obrigada pelo comentário ♥ Fico feliz que a história esteja alcançando mais pessoas! E quanto a erros, podem apontá-los sempre que aparecerem, é sempre bom ficar sabendo deles!
Até um próximo capítulo ♥