Comentários em “Jovens Afortunados”: “V”

A
Arrogante

Cada vez mais a história se afasta do estabelecimento de personagens e desbrava as perigosas águas de uma narrativa mais convencional. Gosto de como você pincela o cotidiano de ambos e revolve a correspondência ao redor de um acontecimento na vida de um deles (nesse caso, o quadro encomendado por Clemence) para ilustrar algumas coisas sobre Alego e Natasha. É uma boa estrutura, entretém sem perder a poesia.

Esse capítulo me fez pensar no episódio O Dilema do Ouriço de Neon Genesis Evangelion; a necessidade de contato e proximidade contra os dissabores do contato em si. Claro que a história focou-se mais no sucesso de Natasha como pintora (o que acho que vai render problemas no relacionamento dela com o Alego), mas o início da narrativa aqui foi um resumo tão triste da amizade dos dois que não consegui superar durante toda a leitura.

Obrigado pelo bom trabalho.


O que mais gostei: Progressão