Eu tinha visto a atualização e vim super contente. Aí li a primeira palavra. Charlotte. O sorriso sumiu instantaneamente KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Me sinto mal de dizer isso quando eu sei que é personagem de outro leitor, mas sei lá. Eu adoro um personagem detestável para detestar e esse sentimento precisa ser jogado pra fora.
Ela pergunta o motivo de a colocarem com agentes de m.... em bairros de m... e eu pensando: amiga? Você não é boa agente não, chegou atrasada e tá sabendo de nada. Senta aí bonitinho sem dizer nada que todos apreciaremos sua presença melhor kkkkkkkkkkkkkkk
Ser grossa com o Gus até que vai (superei finalmente, superei mas não esqueci), porque ele é adulto e sabe lidar bem com pessoas sem sensibilidade. Mas o Dig é um bebê. Polly me ganhou ao defender ele! Isso aí menina, não deixa a Charlotte ficar se achando não. Mas até que foi legal porque no início ela não era tão contestada, nesse capítulo até o figurante riu ironicamente dela e jogou uma verdade óbvia pra ela digerir hihi Adorei.
Polly e Dig reclamando da Charlotte KKKKKKKKKKKKKKKKKKK Nada melhor para unir irmãos do que uma pequena fofoca e/ou ranço compartilhado logo de cara. Isso foi muito relatable. Seria um dos melhores capítulos esse aqui? SIM.
Lakey sendo o melhor personagem em sua primeira aparição. Alguém que deixa claro que é melhor não mexer com ele, com toda essa serenidade, e ainda direcionando toda essa energia ameaçadora para Charlotte tem toda minha atenção. Isso aí Lakey. Mostra quem é quem manda.
Juro que eu pensei imediatamente nos Waldford quando o Dig disse "a ordem também é justa", "não somos sanguinários...".
Ed, Gus e Adel: somos uma brincadeira pra você?
Se não fosse trágico eu teria rido (correção: não ri alto porque li tarde da noite). Porém achei muito ele bonitinho agindo todo calmo e simpático, esse menino precisa ser protegido também.
Ahh e lá vamos nós de novo, Charlotte julgando Leoni como se todos os usuários de magia tivessem o mesmo caráter :) Mas Leoni realmente tem muita paciência, muita mesma, o que é de se admirar.
Sobre a melhor cena eu imaginei bem assim:
Dig: ( ◡‿◡ )
Leoni: meu filho se chama Mihai.
Dig: (⊙_⊙)
O que será que se passou pela mente dele? Tadinho, conhecer a sogra assim tão aleatoriamente e em termos não muito agradáveis (por causa da Charlotte). Adorei esse momento, foi muito engraçado ao mesmo tempo quebrou toda a tensão que eu estava sentindo antes. Porque quando eu percebi que eles estavam indo pra casa do Mihai, eu só pensei no quão problemático poderia ser o Dig descobrir alguns detalhes importantes como esse sobre o crush. Só que foi tão engraçado o que aconteceu que eu me permiti não pensar no pior, vamos imaginar mais cenas felizes e cômicas. Apesar de que agora pode ser difícil quando eles se encontrarem novamente :')
Eu vou admitir que também adoro ter um personagem que amo odiar nas histórias. Embora eu não odeie a Charlie, acho que ela é bem duvidosa sim, mas as peripécias caóticas dela dão um tempero pro enredo ksksksk!
A Polly é super tranquila, até mexerem com alguém que ela gosta. Por enquanto ela já peitou Antigone e Charlie por causa da Cecily e do irmão dela, vejamos quem é o próximo kskksks! Mas concordo, implicar com um adolescente tem um subtom de mesquinharia a mais. Embora no fundo eu também considere o Gus um bebê, ele é mais maduro e capaz de se defender.
Se tem uma coisa que todo mundo faz e adora é reclamar e compartilhar ranço ksksks! Eu amo escrever esses momentos, sempre são engraçados.
E o Lakey é um personagem que eu vejo como sendo uma pessoa bem perigosa, e que talvez tenha demonstrado mais quando mais jovem. Mas a idade trouxe sabedoria, e ela agora sabe quais batalhas lutar. Só que quando ele decide entrar em uma briga, ele entra de cabeça, e é assustador. Vamos torcer pra ninguém levá-lo até seu limite rsrsrs!
Eu também pensei imediatamente nos Waldford quando o Dig passou pano pra Ordem KKKKKKKK! Escrevi a cena com eles em mente, pensando como que o Digory iria reagir se descobrisse desse podre e mais outros escondidos por aí. Ia ser interessante, mas talvez de quebrar o coração também. Porque, que nem você disse, ele ainda é muito ingênuo, e ia ser meio triste ver ele perdendo esse idealismo da maneira mais difícil.
Eu AMEI escrever essa cena. O desespero dele. O restante da galera sem entender nada. Ele quase morrendo engasgado de tanto choque. Fico feliz que também tenha sido engraçado para os leitores, foi a intenção, e eu sempre gosto quando um momento meio cômico quebra a tensão de uma cena!
E Digory e Mihai irão se encontrar em breve. E teremos uma visão privilegiada das consequências dessa descoberta.
Obrigada pelo comentário, até o próximo!
XOXO
—Venus ♥
A
Arrogante
Que capitulão da PORRA.
Eu não queria, não queria mesmo, mas acabei gostando um pouquinho da Charlotte nesse capítulo. Por favor, não conta isso pra ela. O ranço foi quase imediato com ela chegando toda toda na Ordem e desmerecendo meu menino Digory, além da atitude de desprezo para com os irmãos Pembrook. Ele continuou até o assentamento de ciganos, com ela procurando briga, mas daí... Daí eu percebi algo mais. Acho que tive um ponto de contato com ela.
O jeito como a Charlotte vê feiticeiros, o jeito como ela entende as medidas do passado como sendo necessárias e como tem uma visão muito firme de separação para com os magos me fez apreciar mais a atitude dela num ponto de vista ideológico. Ela faz dessa raiva dela uma convicção firme, e isso é admirável mesmo que possa trazer resultados nefastos. Ela antagonizando a mãe do Mihai também foi amável, porque me lembrou uma criança argumentando com um adulto, e eu... Tô muito ressentido mesmo por você ter me OBRIGADO a gostar de uma personagem que já tinha engavetado no arquivo dos "espero que morra". Digo, sim, eu ainda quero ver a Charlie na pior, mas... Argh.
Esse capítulo teve uma vibe muito forte da lembrança que tenho dos filmes de Sherlock Holmes. Acho que foi o assentamento de ciganos, não sei, mas ele teve um ritmo/clima muito sombrio e, ao mesmo tempo, muito lúdico. Eu me diverti imaginando as cenas, senti o conforto do interior das tendas, mas também senti a tensão dos ciganos recebendo a Ordem e a tragédia pairando no ar... Espero que os romani voltem a aparecer. Gostei.
Ver a Charlie interagindo com os Pembrook no mesmo capítulo em que Digory descobre sobre o Mihai me deu um senso de aproximação e "afunilamento", se é que isso faz sentido. Personagens anteriormente independentes estão se conhecendo, o mundo fica menor, segredos são revelados. Isso é ótimo e solidifica o que mencionei sobre aprofundar em vez de acelerar. Essa história é densa.
Esse final me deixou puzzled. Sinto que você acaba de balançar uma pista muito importante sobre o mistério do Incendiário bem na minha cara, mas não consigo ter ideia do que é. A Cecilly me veio à cabeça (o píer me fez lembrar do anteriormente mencionado incidente de barco), mas tenho certeza de que ela não fica no Palácio de Buckingham. Eu me lembraria disso, não? Ah, Venus, você é muito espertinha. Aaaarrrrrggggh.
Uma dúvida final: como a Ordem encontra magos? Isso me veio à cabeça porque você menciona a Polly "procurando por sinais de magia" e eu percebi que não faço ideia do que isso significa. Pessoas... "Parecem" mágicas? Ela esperava apanhar alguém fazendo magia sem saber que agentes da Ordem estavam nas redondezas? Imagino que um detector de magia seria útil, mas até agora não vi nada parecido com isso na história e fiquei me perguntando.
Como dá pra perceber, estou cativado pela história. Você escreve cada vez melhor, e o universo que está criando me fascina bastante.
O que mais gostei: "(...) Mas você deveria ser grato por não ter sangue nas mãos, e rezar para que isso não mude mais cedo do que gostaria."
Novamente pedindo desculpas pela enorme demora em te responder! Mas acho que ao longo dos próximos dias vou conseguir responder o restante dos comentários, vejamos :)
Fiquei bem feliz que gostou desse capítulo em específico, ele foi bem divertido de escrever! Tanto os diálogos entre personagens que não haviam se encontrado antes quanto o paradigma e a visão de mundo da Charlie na narração. Vou admitir que ela é uma das personagens que eu mais gosto de escrever o monólogo interno justamente por essa visão tão distorcida, mas tão coerente, que ela tem da magia. E eu fiquei bem satisfeita de ter conseguido passar isso! A intenção ao retratá-la nunca foi fazer com que o leitor realmente gostasse dela, porque acho difícil alcançar isso tendo em vista o comportamento abrasivo e as ações sombrias. Mas eu certamente esperava que ela fosse ao menos alguém que, de algum modo, o leitor conseguisse… entender. A Charlie me lembra a Cersei Lannister dos livros, um pouco. Uma personagem imatura em certos quesitos, e profundamente equivocada em quase toda sua visão de mundo, mas, ainda assim, alguém que você consegue entender porque acabou desse jeito. Talvez até de um jeito ligeiramente trágico.
Enfim. Divaguei kkkkkk
A Ordem vai atrás de eventos inexplicáveis, boatos, lendas urbanas, etc. o problema com a magia nesse universo é que ela pode ser tão sútil quanto também é capaz de ser totalmente escandalosa (estamos olhando para você, Incendiário kkkkk). Talvez por isso tantos magos consigam viver longe de vigilância, na maior parte do tempo a Ordem depende de algo realmente perceptível acontecendo, ou de alguém delatando. No caso da Leoni e do Mihai, a Leoni é uma curandeira há muitas décadas, e muitas curas foram milagrosas o suficiente para gerar boatos onde eles passavam. Sobre objetos encantados/amaldiçoados: eles geralmente são bem mais incontroláveis do que a magia imbuída em um feiticeiro em si. A maioria acaba gerando eventos estranhos, ou ao menos parecendo muito creepy mesmo pra uma pessoa normal. Um detector de magia seria extremamente útil, é claro. Mas o máximo que eles tem atualmente é obsidiana para proteção, e que pode eventualmente causar alguma tonteira em algum feiticeiro que esteja muito próximo (como aconteceu com o Joel no capítulo da Charlie), mas a quantidade tem que ser grande, e a proximidade também. Enfim, quem sabe alguém não desenvolva um detector até o final da história? Sem dúvidas facilitaria a vida de muitas pessoas. E dificultaria a de outras kkkkk
Muito obrigada pelo comentário e pelo incentivo! Esse me deixou particularmente feliz :) Até o próximo!
Estou decidida a ficar em dia com a história antes do gran finale! Mas ainda faltam 16 capítulos, se a matemática não me falha, então eu espero que isso lhe ajude com a dúvida entre postar o epílogo junto do final ou esperar mais uma semana XD
Amo o Dig sendo o especialista em ciganos do trio kkkkk Imaginei ele ajeitando óculos imaginários e soltando um "Actually..." antes de dizer que o melhor termo é romani.
O filho do Jibben chamando a Leoni e o Mihai de bruxa e bastardo, humpf! Eu quando os personagens que escrevi para serem malvistos pelo próprio povo são malvistos pelo próprio povo: ò.ó :0ヽ(ಠ_ಠ)ノ
É incrível como a Charlotte simplesmente acorda de manhã e escolhe a violência. O Jibben sendo tão de boa e a criatura ainda lançando ameaça velada. Eu acho necessário um personagem assim, só para fazer contrapeso com os protagonistas de tendência boa por isso que eu não critico muito ela, pois alguém tinha que cumprir esse papel. Sei que é uma grande blasfêmia o que vou dizer, mas acho que a Polly também tem uma pontinha pequenininha, quase nada, assim. No caso dela é só impaciência e pavio curto mesmo, então ela escolhe a violência apenas ironicamente.
Correndo o risco de você achar que eu estou bajulando, só queria dizer que, curiosamente, foi só a cena da Antigone começar que deu um tremelique na minha pálpebra. Tinha passado enquanto eu escrevia a primeira metade do comentário e agora voltou. É oficial, Arsonist's Lullabye realmente me causa sintomas físicos de estresse (mas a culpa é minha por ler de trás pra frente). Eu não lembro o último livro/série/filme que fez isso.
Eu também não me lembro da relevância desse incêndio no pier, então estou confusa igual a minha patroa Antigone, nós duas sem entender patavinas (adorei a palavra, por sinal). Ainda temos alguns segredos. Esse último parágrafo me encheu de orgulho dela. Eu não estou chorando, você é que está! ç.ç
Menina, eu acabei te dando uma prorrogação ao decidir postar o epílogo só semana que vem kkkk! Foi parcialmente intencional. Mas também foi devido à minha recusa obstinada de finalizar um ciclo tão importante que essa história representou para mim :,)
Digory é aquele querido que namora alguém de uma cultura diferente e já começa a se achar um estudioso da antropologia local kkkkkk! Eu gostei de escrever ele vendo as coisas sobre as quais ele ouvia o Mihai falando, foi fofo e interessante
Menina, pior que me deu um aperto no coração quando eu escrevi esse diálogo também! Colocar no papel o desprezo com que eles tratam os coitados me deixou ainda mais chateada do que quando eu li a respeito na ficha ;-;
Eu acho uma dinâmica muito engraçada ter uma pessoa agressiva e desbocada no meio de um grupo de personagens mais good-aligned kkkkkk! A Charlotte fez esse papel lindamente. Foi genuinamente divertido escrever sobre ela durante a história, mesmo que vocês passem raiva com ela às vezes. E a Polly de fato tem um pavio curto! Ela poderia ser uma espécie de Charlotte atenuada, se a Charlotte já não fizesse esse papel. E durante a história a Polly foi colocada em poucas situações em que a paciência dela foi testada de verdade, em outro contexto imagino ela sendo bem mais caótica sim kkkk!
É um prazer e um privilégio causar espasmos e náuseas em você, amiga! Digo isso com todo o carinho do mundo kkkk! Do fundo do meu coração, eu fico muito feliz vendo que você está tão envolvida com esses personagens e esta história quanto eu! Me senti muito lisonjeada com o tremelique da sua pálpebra ♥
Mãe e filha sem entender os Incêndios então, amei kkkk! Logo surgem mais pistas sobre isso, se não me engano dentro de três capítulos. E eu amo a palavra patavinas também. Sobre Antigone, não irei comentar muito sobre o assunto, sob risco de realmente ser eu quem está chorando :,)
hi.
Eu tinha visto a atualização e vim super contente. Aí li a primeira palavra. Charlotte. O sorriso sumiu instantaneamente KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Me sinto mal de dizer isso quando eu sei que é personagem de outro leitor, mas sei lá. Eu adoro um personagem detestável para detestar e esse sentimento precisa ser jogado pra fora.
Ela pergunta o motivo de a colocarem com agentes de m.... em bairros de m... e eu pensando: amiga? Você não é boa agente não, chegou atrasada e tá sabendo de nada. Senta aí bonitinho sem dizer nada que todos apreciaremos sua presença melhor kkkkkkkkkkkkkkk
Ser grossa com o Gus até que vai (superei finalmente, superei mas não esqueci), porque ele é adulto e sabe lidar bem com pessoas sem sensibilidade. Mas o Dig é um bebê. Polly me ganhou ao defender ele! Isso aí menina, não deixa a Charlotte ficar se achando não. Mas até que foi legal porque no início ela não era tão contestada, nesse capítulo até o figurante riu ironicamente dela e jogou uma verdade óbvia pra ela digerir hihi Adorei.
Polly e Dig reclamando da Charlotte KKKKKKKKKKKKKKKKKKK Nada melhor para unir irmãos do que uma pequena fofoca e/ou ranço compartilhado logo de cara. Isso foi muito relatable. Seria um dos melhores capítulos esse aqui? SIM.
Lakey sendo o melhor personagem em sua primeira aparição. Alguém que deixa claro que é melhor não mexer com ele, com toda essa serenidade, e ainda direcionando toda essa energia ameaçadora para Charlotte tem toda minha atenção. Isso aí Lakey. Mostra quem é quem manda.
Juro que eu pensei imediatamente nos Waldford quando o Dig disse "a ordem também é justa", "não somos sanguinários...".
Ed, Gus e Adel: somos uma brincadeira pra você?
Se não fosse trágico eu teria rido (correção: não ri alto porque li tarde da noite). Porém achei muito ele bonitinho agindo todo calmo e simpático, esse menino precisa ser protegido também.
Ahh e lá vamos nós de novo, Charlotte julgando Leoni como se todos os usuários de magia tivessem o mesmo caráter :) Mas Leoni realmente tem muita paciência, muita mesma, o que é de se admirar.
Sobre a melhor cena eu imaginei bem assim:
Dig: ( ◡‿◡ )
Leoni: meu filho se chama Mihai.
Dig: (⊙_⊙)
O que será que se passou pela mente dele? Tadinho, conhecer a sogra assim tão aleatoriamente e em termos não muito agradáveis (por causa da Charlotte). Adorei esse momento, foi muito engraçado ao mesmo tempo quebrou toda a tensão que eu estava sentindo antes. Porque quando eu percebi que eles estavam indo pra casa do Mihai, eu só pensei no quão problemático poderia ser o Dig descobrir alguns detalhes importantes como esse sobre o crush. Só que foi tão engraçado o que aconteceu que eu me permiti não pensar no pior, vamos imaginar mais cenas felizes e cômicas. Apesar de que agora pode ser difícil quando eles se encontrarem novamente :')
see you soon.
Hello, saturno!
Eu vou admitir que também adoro ter um personagem que amo odiar nas histórias. Embora eu não odeie a Charlie, acho que ela é bem duvidosa sim, mas as peripécias caóticas dela dão um tempero pro enredo ksksksk!
A Polly é super tranquila, até mexerem com alguém que ela gosta. Por enquanto ela já peitou Antigone e Charlie por causa da Cecily e do irmão dela, vejamos quem é o próximo kskksks! Mas concordo, implicar com um adolescente tem um subtom de mesquinharia a mais. Embora no fundo eu também considere o Gus um bebê, ele é mais maduro e capaz de se defender.
Se tem uma coisa que todo mundo faz e adora é reclamar e compartilhar ranço ksksks! Eu amo escrever esses momentos, sempre são engraçados.
E o Lakey é um personagem que eu vejo como sendo uma pessoa bem perigosa, e que talvez tenha demonstrado mais quando mais jovem. Mas a idade trouxe sabedoria, e ela agora sabe quais batalhas lutar. Só que quando ele decide entrar em uma briga, ele entra de cabeça, e é assustador. Vamos torcer pra ninguém levá-lo até seu limite rsrsrs!
Eu também pensei imediatamente nos Waldford quando o Dig passou pano pra Ordem KKKKKKKK! Escrevi a cena com eles em mente, pensando como que o Digory iria reagir se descobrisse desse podre e mais outros escondidos por aí. Ia ser interessante, mas talvez de quebrar o coração também. Porque, que nem você disse, ele ainda é muito ingênuo, e ia ser meio triste ver ele perdendo esse idealismo da maneira mais difícil.
Eu AMEI escrever essa cena. O desespero dele. O restante da galera sem entender nada. Ele quase morrendo engasgado de tanto choque. Fico feliz que também tenha sido engraçado para os leitores, foi a intenção, e eu sempre gosto quando um momento meio cômico quebra a tensão de uma cena!
E Digory e Mihai irão se encontrar em breve. E teremos uma visão privilegiada das consequências dessa descoberta.
Obrigada pelo comentário, até o próximo!
XOXO
—Venus ♥
Que capitulão da PORRA.
Eu não queria, não queria mesmo, mas acabei gostando um pouquinho da Charlotte nesse capítulo. Por favor, não conta isso pra ela. O ranço foi quase imediato com ela chegando toda toda na Ordem e desmerecendo meu menino Digory, além da atitude de desprezo para com os irmãos Pembrook. Ele continuou até o assentamento de ciganos, com ela procurando briga, mas daí... Daí eu percebi algo mais. Acho que tive um ponto de contato com ela.
O jeito como a Charlotte vê feiticeiros, o jeito como ela entende as medidas do passado como sendo necessárias e como tem uma visão muito firme de separação para com os magos me fez apreciar mais a atitude dela num ponto de vista ideológico. Ela faz dessa raiva dela uma convicção firme, e isso é admirável mesmo que possa trazer resultados nefastos. Ela antagonizando a mãe do Mihai também foi amável, porque me lembrou uma criança argumentando com um adulto, e eu... Tô muito ressentido mesmo por você ter me OBRIGADO a gostar de uma personagem que já tinha engavetado no arquivo dos "espero que morra". Digo, sim, eu ainda quero ver a Charlie na pior, mas... Argh.
Esse capítulo teve uma vibe muito forte da lembrança que tenho dos filmes de Sherlock Holmes. Acho que foi o assentamento de ciganos, não sei, mas ele teve um ritmo/clima muito sombrio e, ao mesmo tempo, muito lúdico. Eu me diverti imaginando as cenas, senti o conforto do interior das tendas, mas também senti a tensão dos ciganos recebendo a Ordem e a tragédia pairando no ar... Espero que os romani voltem a aparecer. Gostei.
Ver a Charlie interagindo com os Pembrook no mesmo capítulo em que Digory descobre sobre o Mihai me deu um senso de aproximação e "afunilamento", se é que isso faz sentido. Personagens anteriormente independentes estão se conhecendo, o mundo fica menor, segredos são revelados. Isso é ótimo e solidifica o que mencionei sobre aprofundar em vez de acelerar. Essa história é densa.
Esse final me deixou puzzled. Sinto que você acaba de balançar uma pista muito importante sobre o mistério do Incendiário bem na minha cara, mas não consigo ter ideia do que é. A Cecilly me veio à cabeça (o píer me fez lembrar do anteriormente mencionado incidente de barco), mas tenho certeza de que ela não fica no Palácio de Buckingham. Eu me lembraria disso, não? Ah, Venus, você é muito espertinha. Aaaarrrrrggggh.
Uma dúvida final: como a Ordem encontra magos? Isso me veio à cabeça porque você menciona a Polly "procurando por sinais de magia" e eu percebi que não faço ideia do que isso significa. Pessoas... "Parecem" mágicas? Ela esperava apanhar alguém fazendo magia sem saber que agentes da Ordem estavam nas redondezas? Imagino que um detector de magia seria útil, mas até agora não vi nada parecido com isso na história e fiquei me perguntando.
Como dá pra perceber, estou cativado pela história. Você escreve cada vez melhor, e o universo que está criando me fascina bastante.
O que mais gostei: "(...) Mas você deveria ser grato por não ter sangue nas mãos, e rezar para que isso não mude mais cedo do que gostaria."
Hello!
Novamente pedindo desculpas pela enorme demora em te responder! Mas acho que ao longo dos próximos dias vou conseguir responder o restante dos comentários, vejamos :)
Fiquei bem feliz que gostou desse capítulo em específico, ele foi bem divertido de escrever! Tanto os diálogos entre personagens que não haviam se encontrado antes quanto o paradigma e a visão de mundo da Charlie na narração. Vou admitir que ela é uma das personagens que eu mais gosto de escrever o monólogo interno justamente por essa visão tão distorcida, mas tão coerente, que ela tem da magia. E eu fiquei bem satisfeita de ter conseguido passar isso! A intenção ao retratá-la nunca foi fazer com que o leitor realmente gostasse dela, porque acho difícil alcançar isso tendo em vista o comportamento abrasivo e as ações sombrias. Mas eu certamente esperava que ela fosse ao menos alguém que, de algum modo, o leitor conseguisse… entender. A Charlie me lembra a Cersei Lannister dos livros, um pouco. Uma personagem imatura em certos quesitos, e profundamente equivocada em quase toda sua visão de mundo, mas, ainda assim, alguém que você consegue entender porque acabou desse jeito. Talvez até de um jeito ligeiramente trágico.
Enfim. Divaguei kkkkkk
A Ordem vai atrás de eventos inexplicáveis, boatos, lendas urbanas, etc. o problema com a magia nesse universo é que ela pode ser tão sútil quanto também é capaz de ser totalmente escandalosa (estamos olhando para você, Incendiário kkkkk). Talvez por isso tantos magos consigam viver longe de vigilância, na maior parte do tempo a Ordem depende de algo realmente perceptível acontecendo, ou de alguém delatando. No caso da Leoni e do Mihai, a Leoni é uma curandeira há muitas décadas, e muitas curas foram milagrosas o suficiente para gerar boatos onde eles passavam. Sobre objetos encantados/amaldiçoados: eles geralmente são bem mais incontroláveis do que a magia imbuída em um feiticeiro em si. A maioria acaba gerando eventos estranhos, ou ao menos parecendo muito creepy mesmo pra uma pessoa normal. Um detector de magia seria extremamente útil, é claro. Mas o máximo que eles tem atualmente é obsidiana para proteção, e que pode eventualmente causar alguma tonteira em algum feiticeiro que esteja muito próximo (como aconteceu com o Joel no capítulo da Charlie), mas a quantidade tem que ser grande, e a proximidade também. Enfim, quem sabe alguém não desenvolva um detector até o final da história? Sem dúvidas facilitaria a vida de muitas pessoas. E dificultaria a de outras kkkkk
Muito obrigada pelo comentário e pelo incentivo! Esse me deixou particularmente feliz :) Até o próximo!
—Venus ♥
Olá de novo, Venus ♥
Estou decidida a ficar em dia com a história antes do gran finale! Mas ainda faltam 16 capítulos, se a matemática não me falha, então eu espero que isso lhe ajude com a dúvida entre postar o epílogo junto do final ou esperar mais uma semana XD
Amo o Dig sendo o especialista em ciganos do trio kkkkk Imaginei ele ajeitando óculos imaginários e soltando um "Actually..." antes de dizer que o melhor termo é romani.
O filho do Jibben chamando a Leoni e o Mihai de bruxa e bastardo, humpf! Eu quando os personagens que escrevi para serem malvistos pelo próprio povo são malvistos pelo próprio povo: ò.ó :0ヽ(ಠ_ಠ)ノ
É incrível como a Charlotte simplesmente acorda de manhã e escolhe a violência. O Jibben sendo tão de boa e a criatura ainda lançando ameaça velada. Eu acho necessário um personagem assim, só para fazer contrapeso com os protagonistas de tendência boa por isso que eu não critico muito ela, pois alguém tinha que cumprir esse papel. Sei que é uma grande blasfêmia o que vou dizer, mas acho que a Polly também tem uma pontinha pequenininha, quase nada, assim. No caso dela é só impaciência e pavio curto mesmo, então ela escolhe a violência apenas ironicamente.
Correndo o risco de você achar que eu estou bajulando, só queria dizer que, curiosamente, foi só a cena da Antigone começar que deu um tremelique na minha pálpebra. Tinha passado enquanto eu escrevia a primeira metade do comentário e agora voltou. É oficial, Arsonist's Lullabye realmente me causa sintomas físicos de estresse (mas a culpa é minha por ler de trás pra frente). Eu não lembro o último livro/série/filme que fez isso.
Eu também não me lembro da relevância desse incêndio no pier, então estou confusa igual a minha patroa Antigone, nós duas sem entender patavinas (adorei a palavra, por sinal). Ainda temos alguns segredos. Esse último parágrafo me encheu de orgulho dela. Eu não estou chorando, você é que está! ç.ç
Até breve,
Cosmic Madness ♥
Hello, my dear Cosmic!
Menina, eu acabei te dando uma prorrogação ao decidir postar o epílogo só semana que vem kkkk! Foi parcialmente intencional. Mas também foi devido à minha recusa obstinada de finalizar um ciclo tão importante que essa história representou para mim :,)
Digory é aquele querido que namora alguém de uma cultura diferente e já começa a se achar um estudioso da antropologia local kkkkkk! Eu gostei de escrever ele vendo as coisas sobre as quais ele ouvia o Mihai falando, foi fofo e interessante
Menina, pior que me deu um aperto no coração quando eu escrevi esse diálogo também! Colocar no papel o desprezo com que eles tratam os coitados me deixou ainda mais chateada do que quando eu li a respeito na ficha ;-;
Eu acho uma dinâmica muito engraçada ter uma pessoa agressiva e desbocada no meio de um grupo de personagens mais good-aligned kkkkkk! A Charlotte fez esse papel lindamente. Foi genuinamente divertido escrever sobre ela durante a história, mesmo que vocês passem raiva com ela às vezes. E a Polly de fato tem um pavio curto! Ela poderia ser uma espécie de Charlotte atenuada, se a Charlotte já não fizesse esse papel. E durante a história a Polly foi colocada em poucas situações em que a paciência dela foi testada de verdade, em outro contexto imagino ela sendo bem mais caótica sim kkkk!
É um prazer e um privilégio causar espasmos e náuseas em você, amiga! Digo isso com todo o carinho do mundo kkkk! Do fundo do meu coração, eu fico muito feliz vendo que você está tão envolvida com esses personagens e esta história quanto eu! Me senti muito lisonjeada com o tremelique da sua pálpebra ♥
Mãe e filha sem entender os Incêndios então, amei kkkk! Logo surgem mais pistas sobre isso, se não me engano dentro de três capítulos. E eu amo a palavra patavinas também. Sobre Antigone, não irei comentar muito sobre o assunto, sob risco de realmente ser eu quem está chorando :,)
Obrigada pelo comentário ♥
—Venus ♥