Desculpe, mas isso foi o que mais tirei desse capítulo: ele é um pseudo e um pedante, do contra, um homem chato. Primeiro, ficar impressionado com as palavras de um aparente mendigo que só fez um longo discurso sobre "a sociedade" do modo como ele ficou demonstra uma mentalidade fraca e reclamona, além de facilmente influenciável – isso se ele próprio não inventou esse sujeito só para falar mal da alta classe sem ofender a Natasha. Admito que algumas frases ditas pelo Homem da Praça me conquistaram um pouco, incluindo a que destaquei nesse capítulo, mas de modo geral foi um discurso muito juvenil para se levar a sério...
...o que denota o quão lúcida a Natasha é, mesmo que iludida. Ela sentir que a diferença entre classes não é real só porque gosta do Alego demonstra uma incapacidade fundamental em entender como o mundo funciona. Ainda assim, ela fez bem em chamar o Alego de volta para o mundo real e alertá-lo sobre os perigos de se dar ouvidos à retórica de estranhos. Fico feliz por ela estar seguindo carreira e, imagino, cada vez mais realizada.
Me pareceu um capítulo decisivo, mas não sei o porquê. Talvez a introdução do Homem da Praça, ou talvez o início de algum atrito entre Alego e Natasha. Vejamos.
O que mais gostei: "Triste é o homem que não tem lamentações."
Meu DEUS o Alego é MUITO pedante.
Desculpe, mas isso foi o que mais tirei desse capítulo: ele é um pseudo e um pedante, do contra, um homem chato. Primeiro, ficar impressionado com as palavras de um aparente mendigo que só fez um longo discurso sobre "a sociedade" do modo como ele ficou demonstra uma mentalidade fraca e reclamona, além de facilmente influenciável – isso se ele próprio não inventou esse sujeito só para falar mal da alta classe sem ofender a Natasha. Admito que algumas frases ditas pelo Homem da Praça me conquistaram um pouco, incluindo a que destaquei nesse capítulo, mas de modo geral foi um discurso muito juvenil para se levar a sério...
...o que denota o quão lúcida a Natasha é, mesmo que iludida. Ela sentir que a diferença entre classes não é real só porque gosta do Alego demonstra uma incapacidade fundamental em entender como o mundo funciona. Ainda assim, ela fez bem em chamar o Alego de volta para o mundo real e alertá-lo sobre os perigos de se dar ouvidos à retórica de estranhos. Fico feliz por ela estar seguindo carreira e, imagino, cada vez mais realizada.
Me pareceu um capítulo decisivo, mas não sei o porquê. Talvez a introdução do Homem da Praça, ou talvez o início de algum atrito entre Alego e Natasha. Vejamos.
O que mais gostei: "Triste é o homem que não tem lamentações."