A ideia da adoção é boa, mas preocupada com a educação dessa "criatura" AUHAHUUHAAUH gosto do BOne, ta ali fazendo o trabalho dele sossegado, puxando um papo, parece um Uber legal.
Vc está me dizendo que a Morte está fazendo esse rolê todo pra evitar a mulher? Genial. E o dilema da morte não gerar vida... mais uma vez, são esses pequenos detalhes em cada capítulo que enriquecem mais o universo que você está fazendo, e deixa essa história cada vez mais interessante para o leitor. Se não te dei os parabéns nos capítulos anteriores, faço agora: parabéns, está F*DA.
Eu já estou imaginando a senhora guerra como uma Valquíria (não sei se vc viu o filme The Northman, mas lá tem uma valquíria muito épica e quando a Guerra apareceu no cap passado eu lembrei dela na hora)
Olha que interessante, apesar de óbvio nunca parei para pensar que a morte não poderia ter um filho porque não gera vida. Mas fico pensando como a guerra teria um filho também, até porque são os cavaleiros do apocalipse né, a criação de vida não seria por métodos que conhecemos.
Até mais!
n
nêmesis
hey!
Acho que posso dizer que sou admiradora do seu trabalho. Nas três contas diferentes que tive no site, em uns dois anos, sempre acabo lendo uma drabble sua por aqui. São todas muito bem escritas e suas ideias são incríveis. Histórias com um ar sombrio são minhas favoritas, então essa aqui teve um motivo a mais para me chamar a atenção.
O Bone é incrível, e está certíssimo em cuidar do estilo mesmo sendo um esqueleto xD Adorei a personalidade dele também, eu o convidaria pra um chazinho das cinco pra conversar e, especificamente, discutir sobre esse babado aí entre as duas madames. Não esperava um romance, foi inesperado e ótimo. Que situação complicada essa que as duas estão passando, mas até que o Bone trouxe uma solução com essa provocação. Curiosa pra ver como isso vai acabar ^-^
Por mais que o Bone tenha razões válidas para ser impaciente e ácido com a Madame Morte, achei que a consideração dele foi até um tanto sensível. Ou não. Ah, para mim foi legal notar que ele não rebaixou a situação difícil do relacionamento das duas, apenas deu uma sugestão.
Se essa sugestão foi inconveniente, só a Morte pode dizer.
Ah, e se um dia você escrever mais algo legal nesse mesmo universo, fico imaginando se Fome e Pestilencia vão aparecer.
Oi, Pessoinha, voltei! *-* Amei a ideia da Dona Morte ser casada com Dona Guerra, e tomei um tapa na cara con o real motivo da Momô (sim, Dona Morte e eu somos praticamente amigas íntimas já, rs) ter sumido. Achei genial a sugestão do Bone, e estou super curiosa para saber tudo que vai se desenrolar. Estou amando acompanhar essa historia, muito bem escrita e envolvente... Nos vemos nas próximas palavras, até lá!❤
Mano, eu quase gritei com a explicação do porque ela não pode engravidar. Você é muito inteligente e criativo, seus diálogos são perfeitos e reflexivos. Eu amo ler suas histórias por isso ♥
Quem seria o filho da Guerra com a Morte? Estou aqui pensando.
Vindo atualizar a leitura antes de começar as leituras de outubro.
Eu sou uma decepção com as leituras do Nyah, MDS. Não sei o que eu faço que tenho dificuldade de vir aqui ler. Deve ser o site só pode.
Eu tô amando sua drabble. Ela é tão unica e tem uma desenvoltura tão gostosa.
Meus parabéns!
Bjss de cavalinhos ❤️
O que mais gostei: "A morte não gera vida." Não sei , isso mexeu comigo.
O que acho que pode melhorar: Nada
M
Mandy
"Já pensaram em adoção?"
não, eu não posso. Esse capítulo, eu não posso.
~pulinho desesperado
Max do céu, de onde você tira toda essa criatividade, toda essa potencialidade pra ser, com certeza, um escritor de muito sucesso? [ainda que seja só um hobbie, é um hobbie que você faz com muita qualidade. por favor, considere ser um escritor de tempo integral]
Eu leria até suas planilhas do excel, porque elas devem ter algum mistério obscuro que vai me deixar pensando "mas como raios ele criou isso?". Esse capítulo foi primoroso, a forma como você construiu ele, sobre a vontade de guerra e morte terem um filho [por um momento, o nome Hitler me veio à cabeça u.u e um outro aí que ainda vive no Brasil].
Ai olha, simplesmente sensacional, você tem muito talento.
Um beso gigante, eu te vejo no próximo review
O que mais gostei: MAX, ESTE É MEU CAPÍTULO PREFERIDO, EU DECLARO ISSO OBJETIVAMENTE PORQUE ESSE CAPÍTULO FOI O SUPRASSUMO DE TODOS OS CAPÍTULOS QUE JÁ LI
O que acho que pode melhorar: Tenho a mais indubitável certeza de que nada deve ser alterado aqui.
O que dizer desse capítulo? Prova clara que de dá para fazer uma baita história em poucas palavras. Traz mensagem, envolve e ainda deixa curiosidade.
Morte não gera vira e temos aqui um casal em plena crise matrimonial. Almas gêmeas que se amam, mas não concordam em tudo e faz todo sentido. Bone está meio que de terapeuta de casal por tabela kkkkk correndo altos perigos nessa Aurora Boreal. Aliás, a adoção é mesmo uma alternativa que vale a pena considerar, mas a questão é: quem seriam seus filhos? Os ceifeiros? É, ser chofer do Apocalipse certamente te garante muita história para contar.
Nada como um papo de boas né nom?
Como seria o filho ou filha de GUerra e morte?
A ideia da adoção é boa, mas preocupada com a educação dessa "criatura" AUHAHUUHAAUH gosto do BOne, ta ali fazendo o trabalho dele sossegado, puxando um papo, parece um Uber legal.
Beijos
Bone dá ótimas ideias. A Morte e a Guerra deviam adotar mesmo, parecem que só precisam ter uma conversinha ou eles não podem adotar?
Vc está me dizendo que a Morte está fazendo esse rolê todo pra evitar a mulher? Genial. E o dilema da morte não gerar vida... mais uma vez, são esses pequenos detalhes em cada capítulo que enriquecem mais o universo que você está fazendo, e deixa essa história cada vez mais interessante para o leitor. Se não te dei os parabéns nos capítulos anteriores, faço agora: parabéns, está F*DA.
Eu já estou imaginando a senhora guerra como uma Valquíria (não sei se vc viu o filme The Northman, mas lá tem uma valquíria muito épica e quando a Guerra apareceu no cap passado eu lembrei dela na hora)
O que mais gostei: Esse ship, fenomenal.
Adotar parece uma ótima idéia.
Porém, mesmo o amor gera guerra, vide Helena de Troía.
O q será do mundo com um filho dessas duas?
Olá!
Olha que interessante, apesar de óbvio nunca parei para pensar que a morte não poderia ter um filho porque não gera vida. Mas fico pensando como a guerra teria um filho também, até porque são os cavaleiros do apocalipse né, a criação de vida não seria por métodos que conhecemos.
Até mais!
hey!
Acho que posso dizer que sou admiradora do seu trabalho. Nas três contas diferentes que tive no site, em uns dois anos, sempre acabo lendo uma drabble sua por aqui. São todas muito bem escritas e suas ideias são incríveis. Histórias com um ar sombrio são minhas favoritas, então essa aqui teve um motivo a mais para me chamar a atenção.
O Bone é incrível, e está certíssimo em cuidar do estilo mesmo sendo um esqueleto xD Adorei a personalidade dele também, eu o convidaria pra um chazinho das cinco pra conversar e, especificamente, discutir sobre esse babado aí entre as duas madames. Não esperava um romance, foi inesperado e ótimo. Que situação complicada essa que as duas estão passando, mas até que o Bone trouxe uma solução com essa provocação. Curiosa pra ver como isso vai acabar ^-^
Até breve!
Por mais que o Bone tenha razões válidas para ser impaciente e ácido com a Madame Morte, achei que a consideração dele foi até um tanto sensível. Ou não. Ah, para mim foi legal notar que ele não rebaixou a situação difícil do relacionamento das duas, apenas deu uma sugestão.
Se essa sugestão foi inconveniente, só a Morte pode dizer.
Ah, e se um dia você escrever mais algo legal nesse mesmo universo, fico imaginando se Fome e Pestilencia vão aparecer.
Oi, Pessoinha, voltei! *-* Amei a ideia da Dona Morte ser casada com Dona Guerra, e tomei um tapa na cara con o real motivo da Momô (sim, Dona Morte e eu somos praticamente amigas íntimas já, rs) ter sumido. Achei genial a sugestão do Bone, e estou super curiosa para saber tudo que vai se desenrolar. Estou amando acompanhar essa historia, muito bem escrita e envolvente... Nos vemos nas próximas palavras, até lá!❤
EU AMO O BONE AUHSUASHUASHU
Mano, eu quase gritei com a explicação do porque ela não pode engravidar. Você é muito inteligente e criativo, seus diálogos são perfeitos e reflexivos. Eu amo ler suas histórias por isso ♥
Quem seria o filho da Guerra com a Morte? Estou aqui pensando.
Morte e Guerra precisavam fazer uma terapia de casal, acho que ajudava...
Como assim a Guerra quer um filho? Ela é guerra e guerra nunca traz coisas boas... Olha eu filosofando.
Indo pro próximo! =)
Oiee ❤️
Vindo atualizar a leitura antes de começar as leituras de outubro.
Eu sou uma decepção com as leituras do Nyah, MDS. Não sei o que eu faço que tenho dificuldade de vir aqui ler. Deve ser o site só pode.
Eu tô amando sua drabble. Ela é tão unica e tem uma desenvoltura tão gostosa.
Meus parabéns!
Bjss de cavalinhos ❤️
O que mais gostei: "A morte não gera vida." Não sei , isso mexeu comigo.
O que acho que pode melhorar: Nada
"Já pensaram em adoção?"
não, eu não posso. Esse capítulo, eu não posso.
~pulinho desesperado
Max do céu, de onde você tira toda essa criatividade, toda essa potencialidade pra ser, com certeza, um escritor de muito sucesso? [ainda que seja só um hobbie, é um hobbie que você faz com muita qualidade. por favor, considere ser um escritor de tempo integral]
Eu leria até suas planilhas do excel, porque elas devem ter algum mistério obscuro que vai me deixar pensando "mas como raios ele criou isso?". Esse capítulo foi primoroso, a forma como você construiu ele, sobre a vontade de guerra e morte terem um filho [por um momento, o nome Hitler me veio à cabeça u.u e um outro aí que ainda vive no Brasil].
Ai olha, simplesmente sensacional, você tem muito talento.
Um beso gigante, eu te vejo no próximo review
O que mais gostei: MAX, ESTE É MEU CAPÍTULO PREFERIDO, EU DECLARO ISSO OBJETIVAMENTE PORQUE ESSE CAPÍTULO FOI O SUPRASSUMO DE TODOS OS CAPÍTULOS QUE JÁ LI
O que acho que pode melhorar: Tenho a mais indubitável certeza de que nada deve ser alterado aqui.
Hey, Max! Tudo bem?
O que dizer desse capítulo? Prova clara que de dá para fazer uma baita história em poucas palavras. Traz mensagem, envolve e ainda deixa curiosidade.
Morte não gera vira e temos aqui um casal em plena crise matrimonial. Almas gêmeas que se amam, mas não concordam em tudo e faz todo sentido. Bone está meio que de terapeuta de casal por tabela kkkkk correndo altos perigos nessa Aurora Boreal. Aliás, a adoção é mesmo uma alternativa que vale a pena considerar, mas a questão é: quem seriam seus filhos? Os ceifeiros? É, ser chofer do Apocalipse certamente te garante muita história para contar.
Até a próxima!