Personagem que precisa ser protegido a todo custo indo diretamente para o perigo. Esse Mihai quer brincar com nossos sentimentos, é isso haha
Primeiro usuários de magia, depois agentes e agora iluminados. Isso está ficando realmente interessante, apesar de agora eu estar com mais perguntas do que realmente respostas. Mas sério, a Aaliyah até pareceu bem confiável... mas o aesthetic dela no tumblr só me faz pensar que ela usa magia sim. De sombras. E por enquanto nada me convence do contrário hahaha
Olha o barraco aí. Namoro com intenções de investigação. Estaria Leonard sendo passado para trás? Ou será que ele sabe quem ela é de verdade e estaria se aproveitando disso de alguma forma também? Só sei que isso parece um verdadeiro ninho de cobras agora :)
Atenta nesse homem aí que ela conversou e o nome não foi revelado.
Eu talvez tenha um prazer sádico de colocar os personagens mais bonzinhos e inocentes em situações de perigo. Mas só talvez rsrsrs!
Os Iluminados, assim como a própria Aaliyah, são pessoas diversas com objetivos e moralidades diversas. Nessa história faz bem desconfiar de todos, então errada você não está de ficar atenta nela.
Leonard e Aaliyah é uma relação meio engraçada de escrever, porque tem MUITA coisa que eles não contam um pro outro, mas que talvez devessem. É provável que boa parte dos problemas de ambos pudesse ser resolvido com uma conversa, mas já posso dar o spoiler que isso não vai rolar ksksksk!
Obrigada pelo comentário, até o próximo!
XOXO
—Venus ♥
A
Arrogante
Acho maravilhoso como essa história se aprofunda em vez de acelerar.
Digo, o esperado seria que, no capítulo onze, as coisas começassem a ganhar ímpeto e mortes importantes começassem a acontecer; mas você opta pelo contrário, um contrário muito bem calculado, em que os mistérios apresentados ganham camadas tortuosas e progressivamente mais misteriosas.
Devo comentar que o relacionamento do Mihai com o Digory realmente faz mais sentido se levarmos em conta algum tipo de cena perdida entre os capítulos, e nesse sentido ela é quase fofa. Gostei bastante de conhecer o ciganinho com maior detalhe, e você fez um ótimo trabalho de apresentá-lo como mago, como filho e como membro ostracizado de uma sociedade itinerante. Existe muito mais na história do Mihai do que pensei inicialmente, muita mágoa, e gosto de imaginar o que você vai fazer com isso.
A Penseira, digo, o feitiço de recuperação de memórias foi uma surpresa agradabilíssima. Magia é tão discreta nesse seu mundo que acompanhar os efeitos mais chamativos dela é sempre um deleite, e nesse caso não foi diferente. Quando percebi que você tava unindo a história do Mihai à da Henrietta, abri um sorriso de psicopata. Adorei a conexão, o modo como você apresentou a "velha guarda" da Ordem e dos feiticeiros, e como deixou o universo mais vivo em decorrência dessa adição tão bem calibrada.
The plot thickens! Temos uma nova facção na área, e ela joga dos dois lados. Iluministas... Onde vivem? O que comem? Hoje, no Globo Repórter... Brincadeiras à parte, fiquei encantado com a introdução desse terceiro poder e com as implicações que você faz ao associá-los com lorde Blackburn – além de, é claro, criar uma conexão muito interessante entre as vítimas. Estou curioso e intrigado, especialmente para saber sobre essa figura misteriosa com que a namorada do Leonard (eu não imaginaria que ela tinha uma agenda própria) estava falando. Edward? Sinto que é o Edward.
Que capítulo bom. Eu terminei de lê-lo e fiz uma pausa para pensar nele antes de comentar porque você foi tão densa ao narrá-lo. Mesmo parado, adicionou camadas e camadas de significado ao que vem acontecendo, e isso é o que toda história de mistério deveria ansiar. Enter the Hierophant.
O que mais gostei: Camadas, camadas e mais camadas
Começando pedindo desculpas pela demora pra responder! E avisando que eu talvez responda os seus outros comentários mais lentamente. Tô no meio da roça e a internet aqui é um verdadeiro suplício, mas li todos os comentários, e eles foram muito apreciados, como sempre :)
Eu gosto de histórias que aceleram quando elas fazem isso de modo coerente, não me leve a mal. Mas admito que também tenho uma preferência por quando elas ficam mais densas e cheias de detalhes intrincados antes de chegar a um escalonamento dos acontecimentos. Então fiquei bem feliz que você esteja gostando dessa minha estratégia, e que ela esteja funcionando!
Eu amo escrever as cenas que tratam do passado do Mihai, eu acho a backstory dele bem interessante! Então sempre é bom saber que estou conseguindo abordar todos esses pontos que são tão importantes ao personagem. E sobre as conexões: como você pôde ver nos capítulos seguintes, elas só aumentam cada vez mais *risada maléfica*! Está sendo particularmente divertido começar a revelar umas relações e conexões que estavam planejadas desde do início, mas que não estavam muito claras.
Muito obrigada pelo comentário! Prometo que respondo os outros o mais rápido que puder, e até o próximo!
Eu realmente aprecio ler bons livros pela segunda vez. Não foi intencionalmente que eu acabei tão atrasada nos comentários por aqui, mas estou vivenciando intensamente a experiência de reler. Você já sabe disso, porque eu nunca perco a chance de falar (mesmo em capítulos que eles não aparecem, como esse) como todas as cenas dos Waldford se tornaram cenas de extremo sofrimento emocional para mim, mas, por outro lado, é bom ter certeza de quem está conversando com a Aaliyah nesse momento. Continua sendo deprimente a vontade de alertar ela, mas a quarta parede nos separa.
Mihai, meu querido bebê! Meu método de formulação de ficha de personagem não é muito organizado, mas tem alguns pontos interessantes, como observar como você preenche as lacunas do passado e da personalidade dele. Eu lembro que uma das minhas dúvidas na hora de criar ele era se ele teria família ou se tinha perdido eles, porque eu gostaria que ele criasse relações duradouras com os outros personagens, mas ao mesmo tempo, não achava que ele escolheria ficar na cidade e se separar da família quando o grupo fosse migrar novamente. Então foi uma surpresa muito interessante ver que você trouxe um desejo por estabilidade e segurança mesmo sem eu ter falado sobre isso, ele imaginando uma vida com o Blackburn e a mãe. Achei adoravelmente melancólico. E ainda meio que resolve a minha dúvida inicial, se o menino sobreviver, ele aparentemente vai querer ficar em Londres E com a família.
Eu estou me divertindo muito vendo suas reações a alguns eventos do passado sabendo o que vai acontecer em seguida! Eu também amo reler algumas histórias, as pistas de alguns mistérios realmente se tornam uma angústia deliciosa kkkk!
Essa também foi uma dúvida genuína minha no momento que comecei a traçar o enredo do Mihai. Eu acabei decidindo preservar ambos os aspectos que enxerguei no personagem: o apego à família, mas o desejo de achar um lugar ao qual ele pertença. E ancorá-lo a Londres e aos personagens de lá através de de uma questão familiar me pareceu bem coerente com os traços que enxerguei nele. Então me deixou bem feliz saber que você gostou de como trabalhei as ações e motivações dele ao longo da história!
Obrigada pelo comentário, logo respondo os outros ♥
hi.
Personagem que precisa ser protegido a todo custo indo diretamente para o perigo. Esse Mihai quer brincar com nossos sentimentos, é isso haha
Primeiro usuários de magia, depois agentes e agora iluminados. Isso está ficando realmente interessante, apesar de agora eu estar com mais perguntas do que realmente respostas. Mas sério, a Aaliyah até pareceu bem confiável... mas o aesthetic dela no tumblr só me faz pensar que ela usa magia sim. De sombras. E por enquanto nada me convence do contrário hahaha
Olha o barraco aí. Namoro com intenções de investigação. Estaria Leonard sendo passado para trás? Ou será que ele sabe quem ela é de verdade e estaria se aproveitando disso de alguma forma também? Só sei que isso parece um verdadeiro ninho de cobras agora :)
Atenta nesse homem aí que ela conversou e o nome não foi revelado.
see you soon.
Hello, saturno!
Eu talvez tenha um prazer sádico de colocar os personagens mais bonzinhos e inocentes em situações de perigo. Mas só talvez rsrsrs!
Os Iluminados, assim como a própria Aaliyah, são pessoas diversas com objetivos e moralidades diversas. Nessa história faz bem desconfiar de todos, então errada você não está de ficar atenta nela.
Leonard e Aaliyah é uma relação meio engraçada de escrever, porque tem MUITA coisa que eles não contam um pro outro, mas que talvez devessem. É provável que boa parte dos problemas de ambos pudesse ser resolvido com uma conversa, mas já posso dar o spoiler que isso não vai rolar ksksksk!
Obrigada pelo comentário, até o próximo!
XOXO
—Venus ♥
Acho maravilhoso como essa história se aprofunda em vez de acelerar.
Digo, o esperado seria que, no capítulo onze, as coisas começassem a ganhar ímpeto e mortes importantes começassem a acontecer; mas você opta pelo contrário, um contrário muito bem calculado, em que os mistérios apresentados ganham camadas tortuosas e progressivamente mais misteriosas.
Devo comentar que o relacionamento do Mihai com o Digory realmente faz mais sentido se levarmos em conta algum tipo de cena perdida entre os capítulos, e nesse sentido ela é quase fofa. Gostei bastante de conhecer o ciganinho com maior detalhe, e você fez um ótimo trabalho de apresentá-lo como mago, como filho e como membro ostracizado de uma sociedade itinerante. Existe muito mais na história do Mihai do que pensei inicialmente, muita mágoa, e gosto de imaginar o que você vai fazer com isso.
A Penseira, digo, o feitiço de recuperação de memórias foi uma surpresa agradabilíssima. Magia é tão discreta nesse seu mundo que acompanhar os efeitos mais chamativos dela é sempre um deleite, e nesse caso não foi diferente. Quando percebi que você tava unindo a história do Mihai à da Henrietta, abri um sorriso de psicopata. Adorei a conexão, o modo como você apresentou a "velha guarda" da Ordem e dos feiticeiros, e como deixou o universo mais vivo em decorrência dessa adição tão bem calibrada.
The plot thickens! Temos uma nova facção na área, e ela joga dos dois lados. Iluministas... Onde vivem? O que comem? Hoje, no Globo Repórter... Brincadeiras à parte, fiquei encantado com a introdução desse terceiro poder e com as implicações que você faz ao associá-los com lorde Blackburn – além de, é claro, criar uma conexão muito interessante entre as vítimas. Estou curioso e intrigado, especialmente para saber sobre essa figura misteriosa com que a namorada do Leonard (eu não imaginaria que ela tinha uma agenda própria) estava falando. Edward? Sinto que é o Edward.
Que capítulo bom. Eu terminei de lê-lo e fiz uma pausa para pensar nele antes de comentar porque você foi tão densa ao narrá-lo. Mesmo parado, adicionou camadas e camadas de significado ao que vem acontecendo, e isso é o que toda história de mistério deveria ansiar. Enter the Hierophant.
O que mais gostei: Camadas, camadas e mais camadas
Hello!
Começando pedindo desculpas pela demora pra responder! E avisando que eu talvez responda os seus outros comentários mais lentamente. Tô no meio da roça e a internet aqui é um verdadeiro suplício, mas li todos os comentários, e eles foram muito apreciados, como sempre :)
Eu gosto de histórias que aceleram quando elas fazem isso de modo coerente, não me leve a mal. Mas admito que também tenho uma preferência por quando elas ficam mais densas e cheias de detalhes intrincados antes de chegar a um escalonamento dos acontecimentos. Então fiquei bem feliz que você esteja gostando dessa minha estratégia, e que ela esteja funcionando!
Eu amo escrever as cenas que tratam do passado do Mihai, eu acho a backstory dele bem interessante! Então sempre é bom saber que estou conseguindo abordar todos esses pontos que são tão importantes ao personagem. E sobre as conexões: como você pôde ver nos capítulos seguintes, elas só aumentam cada vez mais *risada maléfica*! Está sendo particularmente divertido começar a revelar umas relações e conexões que estavam planejadas desde do início, mas que não estavam muito claras.
Muito obrigada pelo comentário! Prometo que respondo os outros o mais rápido que puder, e até o próximo!
—Venus ♥
Olá, querida Venus ♥
Eu realmente aprecio ler bons livros pela segunda vez. Não foi intencionalmente que eu acabei tão atrasada nos comentários por aqui, mas estou vivenciando intensamente a experiência de reler. Você já sabe disso, porque eu nunca perco a chance de falar (mesmo em capítulos que eles não aparecem, como esse) como todas as cenas dos Waldford se tornaram cenas de extremo sofrimento emocional para mim, mas, por outro lado, é bom ter certeza de quem está conversando com a Aaliyah nesse momento. Continua sendo deprimente a vontade de alertar ela, mas a quarta parede nos separa.
Mihai, meu querido bebê! Meu método de formulação de ficha de personagem não é muito organizado, mas tem alguns pontos interessantes, como observar como você preenche as lacunas do passado e da personalidade dele. Eu lembro que uma das minhas dúvidas na hora de criar ele era se ele teria família ou se tinha perdido eles, porque eu gostaria que ele criasse relações duradouras com os outros personagens, mas ao mesmo tempo, não achava que ele escolheria ficar na cidade e se separar da família quando o grupo fosse migrar novamente. Então foi uma surpresa muito interessante ver que você trouxe um desejo por estabilidade e segurança mesmo sem eu ter falado sobre isso, ele imaginando uma vida com o Blackburn e a mãe. Achei adoravelmente melancólico. E ainda meio que resolve a minha dúvida inicial, se o menino sobreviver, ele aparentemente vai querer ficar em Londres E com a família.
Até breve,
Cosmic Madness ♥
Hello, my dear Cosmic!
Eu estou me divertindo muito vendo suas reações a alguns eventos do passado sabendo o que vai acontecer em seguida! Eu também amo reler algumas histórias, as pistas de alguns mistérios realmente se tornam uma angústia deliciosa kkkk!
Essa também foi uma dúvida genuína minha no momento que comecei a traçar o enredo do Mihai. Eu acabei decidindo preservar ambos os aspectos que enxerguei no personagem: o apego à família, mas o desejo de achar um lugar ao qual ele pertença. E ancorá-lo a Londres e aos personagens de lá através de de uma questão familiar me pareceu bem coerente com os traços que enxerguei nele. Então me deixou bem feliz saber que você gostou de como trabalhei as ações e motivações dele ao longo da história!
Obrigada pelo comentário, logo respondo os outros ♥
—Venus ♥