Gostei da prosa, e foi de certa forma agradável voltar pra dentro da cabeça da Riley depois de quase quatro capítulos de supremacia Max. Me pergunto se essa bad vibe toda veio por causa dos efeitos (falta?) dos remedinhos ou se alguma memória muito ruim, e relacionada com a excursão maldita, retornou.
Funciona, de certa forma, como um interlúdio. Certas considerações feitas aqui se encaixam muito bem na personagem que Riley é, e as considerações dela sobre o ciclo de seu "tratamento" foram bem fortes.
A Riley fica mais estável e equilibrada com os remédios, fato, como se eles servissem de bloqueadores para o lado mais impulsivo dela e esses "devaneios" que ela sempre teve desde criança.
Obviamente, as bebidas serviram como gatilho para despertar isso nela, mas, na minha concepção, são outros fatores intrínsecos que a levam para esses pontos.
Esse foi curto. Poético, mas curto.
Gostei da prosa, e foi de certa forma agradável voltar pra dentro da cabeça da Riley depois de quase quatro capítulos de supremacia Max. Me pergunto se essa bad vibe toda veio por causa dos efeitos (falta?) dos remedinhos ou se alguma memória muito ruim, e relacionada com a excursão maldita, retornou.
Funciona, de certa forma, como um interlúdio. Certas considerações feitas aqui se encaixam muito bem na personagem que Riley é, e as considerações dela sobre o ciclo de seu "tratamento" foram bem fortes.
A Riley fica mais estável e equilibrada com os remédios, fato, como se eles servissem de bloqueadores para o lado mais impulsivo dela e esses "devaneios" que ela sempre teve desde criança.
Obviamente, as bebidas serviram como gatilho para despertar isso nela, mas, na minha concepção, são outros fatores intrínsecos que a levam para esses pontos.