Eu gostei deste capítulo também. Menos que outro, mas porque gosto quando você conta uma história antiga hahaha. Achei a Vyka bem interessante e consigo entender os motivos pra ela buscar coisas fora desse casamento, mas eu senti um tom de tristeza sobre ela pensar que finalmente tinha feito demais e ele a tinha deixado. Dá a entender que talvez ela goste dele, só tá cansada em algum ponto.
Acho muito bacana como você traz eles elementos sutis e faz com que eles sejam interessantes aos olhos do leitor. Às vezes pode nem ser a tua intenção, mas você tem uma escrita linear e, eu diria dura, mas não em um mau sentido. Ela é dura porque ela não ameniza o que tá acontecendo e traz adultos no mundo real resolvendo problemas de adulto. Tipo, quando eu escrevo, ela é mais soft, mais calma. Você sabe ao ponto que quer chegar e vai até ele sem muito rodeio. E eu gosto desse tom, parece loucura, mas combina com vampiros.
Eu gostei muito do capítulo. Meus parabéns, você tá contando uma história bem escrita, estruturada e cheia de detalhes que eu to achando incrível.
Meus parabéns!
besos
O que mais gostei: Eu gostei como você demonstrou que depois de tanto tempo, relações imortais podem apresentar seus problemas. Eles ainda são "pessoas" e isso implica em sentimentos e coisas que podem transformar uma relação.
Sempre muito bom te ver por aqui! Confesso que fico esperando seus comentários ansiosamente hahaha
Fico feliz que esteja gostando! Eu gosto muito da dinâmica entre o Devrim e a Vyka. Tem mais coisa pela frente deles, com certeza!
Obrigada mais uma vez pelo comentário! Espero que goste do próximo!
A
Arrogante
Teve uma frase nesse capítulo que me fez sorrir feito um idiota. "(...) e as palavras "sol" e "Devrim" não eram concordantes entre si, a não ser que houvesse um termo de negação entre elas." Caramba, K, como você escreve bem. Todo capítulo teu tem um brinde desses, um arroubo de criatividade literária e brincadeira quase displicente com a linguagem. Perfeição.
Quanto ao que aconteceu nesse capítulo em si, bom, eu não tenho muito a dizer além de expressar expectativa pelos acontecimentos seguintes. A Vyka me pareceu bastante antipática, e a natureza do relacionamento dela com o Devrim me é... Confusa, pra dizer o mínimo. Como esse capítulo foi mais uma exposição do que aconteceu com o Devrim pelo POV dela, eu fico só curioso por algo mencionado sobre a ingressão do Stefanos poder ter atraído as pessoas (?) que vieram atrás do Devrim. Isso será respondido nos capítulos seguintes, imagino, mas a curiosidade fica. Obrigado pelo bom trabalho.
O que mais gostei: Prosa. Sempre a prosa.
O que acho que pode melhorar: Se o sangue no chão era do Devrim, ele não deveria ter evaporado em contato com o sol?
Questionamento interessante. Acho que vou ter que mudar algumas linhas desse capítulo. Essa escapou xD
De onde eu venho, quando um escritor tem uma ideia ou faz um questionamento para outro escritor de algo que fugiu do texto, ou que faria sentido de outra maneira, nós chamamos carinhosamente de "pata suja". Então, agradeço a pata suja! Vou trabalhar em cima disso! :DD
Que bom que você está gostando. Agradeço o apoio e espero que continue gostando da jornada.
Olha eu de novo õ/
Eu gostei deste capítulo também. Menos que outro, mas porque gosto quando você conta uma história antiga hahaha. Achei a Vyka bem interessante e consigo entender os motivos pra ela buscar coisas fora desse casamento, mas eu senti um tom de tristeza sobre ela pensar que finalmente tinha feito demais e ele a tinha deixado. Dá a entender que talvez ela goste dele, só tá cansada em algum ponto.
Acho muito bacana como você traz eles elementos sutis e faz com que eles sejam interessantes aos olhos do leitor. Às vezes pode nem ser a tua intenção, mas você tem uma escrita linear e, eu diria dura, mas não em um mau sentido. Ela é dura porque ela não ameniza o que tá acontecendo e traz adultos no mundo real resolvendo problemas de adulto. Tipo, quando eu escrevo, ela é mais soft, mais calma. Você sabe ao ponto que quer chegar e vai até ele sem muito rodeio. E eu gosto desse tom, parece loucura, mas combina com vampiros.
Eu gostei muito do capítulo. Meus parabéns, você tá contando uma história bem escrita, estruturada e cheia de detalhes que eu to achando incrível.
Meus parabéns!
besos
O que mais gostei: Eu gostei como você demonstrou que depois de tanto tempo, relações imortais podem apresentar seus problemas. Eles ainda são "pessoas" e isso implica em sentimentos e coisas que podem transformar uma relação.
Olá Mandy!
Sempre muito bom te ver por aqui! Confesso que fico esperando seus comentários ansiosamente hahaha
Fico feliz que esteja gostando! Eu gosto muito da dinâmica entre o Devrim e a Vyka. Tem mais coisa pela frente deles, com certeza!
Obrigada mais uma vez pelo comentário! Espero que goste do próximo!
Teve uma frase nesse capítulo que me fez sorrir feito um idiota. "(...) e as palavras "sol" e "Devrim" não eram concordantes entre si, a não ser que houvesse um termo de negação entre elas." Caramba, K, como você escreve bem. Todo capítulo teu tem um brinde desses, um arroubo de criatividade literária e brincadeira quase displicente com a linguagem. Perfeição.
Quanto ao que aconteceu nesse capítulo em si, bom, eu não tenho muito a dizer além de expressar expectativa pelos acontecimentos seguintes. A Vyka me pareceu bastante antipática, e a natureza do relacionamento dela com o Devrim me é... Confusa, pra dizer o mínimo. Como esse capítulo foi mais uma exposição do que aconteceu com o Devrim pelo POV dela, eu fico só curioso por algo mencionado sobre a ingressão do Stefanos poder ter atraído as pessoas (?) que vieram atrás do Devrim. Isso será respondido nos capítulos seguintes, imagino, mas a curiosidade fica. Obrigado pelo bom trabalho.
O que mais gostei: Prosa. Sempre a prosa.
O que acho que pode melhorar: Se o sangue no chão era do Devrim, ele não deveria ter evaporado em contato com o sol?
Olá!
Questionamento interessante. Acho que vou ter que mudar algumas linhas desse capítulo. Essa escapou xD
De onde eu venho, quando um escritor tem uma ideia ou faz um questionamento para outro escritor de algo que fugiu do texto, ou que faria sentido de outra maneira, nós chamamos carinhosamente de "pata suja". Então, agradeço a pata suja! Vou trabalhar em cima disso! :DD
Que bom que você está gostando. Agradeço o apoio e espero que continue gostando da jornada.
Obrigado!