Comentários em “Sem Lagarta não há Borboleta.”: “Pilotando o invisível”

MaryDuda2000
Destacado pelo autor

Olá, Aly! Tudo bem?

Aqui novamente para continuar nessa estória. Um passo de cada vez e chego ao fim.

Tivemos novamente a presença de Jules. Gostei dele. Na verdade, acho muito legal o fato da Alice estar cercada de amigos reais, que querem seu bem, aconselham e dão apoio ao invés de julgar e tacar pedras.

Tivemos uma Alice mais ansiosa para ver JR, o que mostra como a relação deles, as conversas a fazem sentir confortável. E estava tudo bem até chegarem ao restaurante. Parece ser um lugar bonito, porém talvez com memórias não muito boas para JR? Não acho que ele esteja querendo por fim nesse "lance" deles, mas algo o incomoda de fato.

Curiosa para saber o que é. Ah, bom ver como Alice lê também as pessoas. Claro que é necessário para que saibamos o que se passa com os outros personagens, visto que a estória é narrada em primeira pessoa, todavia ela destrincha aquilo, pensa em descobrir e até em possíveis fins que terão ao falar ao saber.

É isso! Nos vemos no próximo capítulo. Até!

Aly McCord
Aly McCord Autor

Olá Mary tudo bem?Obrigada por continuar aqui acompanhando a estória. E realmente está quase no fim. Falta menos de 5 capítulos e ao mesmo tempo estou apreensiva HAHAHA Mas quero sua opinião sincera como sempre sobre o desfecho. Eu confesso que o final não foi planejado daquela maneira, mas de qualquer forma o final é quando o autor sente paz né? HAHAHA
Mas vamos lá.... Nesse capítulo percebemos as relações da Alice realmente em mudanças, existem pessoas na nossa caminhada que são antigas e novas conexões, acredito que nesse caso são conexões do presente. O Jules deu um toque leve na estória. Alice tem um sentido muito apurado, até demais. Como autora particularmente me identifico com essa característica dela de ler as emoções e observar muito as pessoas a minha volta. Porém, o ruim de ter algo assim é que você supõe muitas informações e as valida como verdade, ao menos que você converse com o outro. E o fato da narrativa ser em primeira pessoa, deixa sempre essa sensação. Não sabemos de fato a verdade absoluta do que se passa com os outros personagens, apenas uma perspectiva. Exceto nos diálogos. Talvez seja isso que me faz identificar com a narrativa de primeira pessoa, a vida é essa narrativa. Não temos certeza e convicções do outro, apenas de nós mesmos.