Modificações: Mais fortinho; embora não "forte" de fato e jamais comparável a um adolescente ou adulto, ele é menos magrelo do que as crianças de sua idade.
Personalidade: Fiore é extremamente independente e observador. Pelos modos solitários que tem de perseguir seus objetivos, frequentemente se encontra sozinho, embora não recuse companhia conscientemente — na verdade, é uma maneira de não ser impedido ou atrasado pela hesitação natural das outras crianças. Isso pode lhe colocar em perigo, que não perceberia pela falta de experiência e imersão em seu próprio mundinho interior de investigação e obtenção de recurso.
Às vezes parece frio por esse desapego em relação aos demais, mas ele é tão suscetível à fantasia infantil e aos apelos e emoções das outras pessoas quanto qualquer um. Em contrapartida, é intoxicado por um pensamento insistente de que deve sempre "ser forte" e jamais "demonstrar fraqueza", o que significa que dificilmente expressará qualquer desconforto ou chorará na frente de outras pessoas. Ele tem sentimentos e sente dor quando ferido, apenas não consegue demonstrar nada disso, minimizando qualquer necessidade própria. Ainda assim, não se sente inferior — pelo contrário, age quase que com superioridade em relação aos companheiros. Nesse sentido, deseja adotar o papel de líder sempre que possível, e poderá acabar diminuindo ou até insultando outras crianças de tempos em tempos, mas não de maneira contínua (por exemplo, caso uma criança descubra um buraco e dê um grito que lhe assuste, pode mandar a criança "se jogar no buraco que seria menos inconveniente", mas seria uma ocorrência pontual). Seus procedimentos nem sempre são os mais seguros enquanto líder, e ainda assim, por ser engenhoso e criativo, costuma fazer as coisas darem certo.
Fiore age com confiança e tenta sempre falar de um jeito excessivamente rebuscado, com expressões como as que aprendeu com os romances de cavalaria. Da mesma maneira, tenta ser cortês em interações breves — por mais que perca a paciência muito facilmente em interações mais longas. Ele não usa palavrões, recorre a insultos infantis quando vê necessidade. Quando fala do tempo que passa sozinho, inventa grandes fantasias, como as de derrotar enormes criaturas na floresta, encontrar bruxas e viajar para um reino distante cujo nome não foi registrado nos mapas.
História: Das lembranças mais profundas, a arte da espada. Sequer se recorda de técnicas, nomes ou pessoas, mas uma insistente necessidade de fortalecer-se cresce dentro de si como um dever moral. "Você não entenderia..." ele diz, caso lhe perguntem, incapaz de se expressar. No orfanato, sequestra vassouras ou pedaços de pau para aprender sozinho como manusear uma arma. Com a prática até então, é até decente, com sua imaginação extraordinária projetando inimigos em sua frente. Às vezes se empolga e uma vez chegou a "cortar" a cozinheira que passava em seu flanco, com uma vassourada acidental ao se virar. Não é preciso mencionar que agora só treina escondido dos adultos.
Fiore chegou ao orfanato quando bem pequeno, com cinco anos de idade. A princípio foi agressivo, e então progressivamente mais isolado, com grande interesse na leitura e, um pouco mais velho, em "descobrir os segredos daquelas terras". Seus livros preferidos sempre foram os de cavalaria, como os que retratavam o Rei Arthur, e contos épicos, que instauraram em sua cabeça um modo correto de agir ao mesclar-se com alguma educação anterior que tivera antes de chegar ali. Questionava tudo, da ausência dos pais, até a natureza do lugar, e sua própria história... que ninguém sabia. Sentindo-se miserável, dizia que "não se importava, mesmo!" e ia desinteressadamente deitar na cama e irritar-se com algo que não entendia.
Sua mente infantil não conseguia processar o abandono, que passou a manifestar-se como o exato contrário: a constante reafirmação da própria independência ao percorrer sozinho qualquer trilha que julgasse necessária para obter o que queria. Se isso implicasse em fugir, fazer coisas escondido ou até tomar o que não lhe pertencia, que assim fosse! Mas nunca faltou com sua palavra ou mentiu (e ironicamente orgulha-se disso, apesar das inúmeras omissões). Também manifestou-se, lá no fundo, como uma necessidade imensa de evitar que o abandono se repetisse. Não se pode abandonar alguém que está ajudando, certo? Então por algum motivo que nunca pôde explicar, sempre deu seu melhor para ser de utilidade quando necessário. Os responsáveis do orfanato gostam dele, por mais que se preocupem com seus problemas de sociabilidade com as outras crianças.
Primariamente persegue o próprio fortalecimento. Saber fazer isso é outra história — e na tentativa de aprender manobras difíceis, correr muito rápido e carregar coisas tão pesadas, já formou vários galos, calejou as mãos e conseguiu cortes feios. Nenhuma dessas vezes foi para a enfermaria, exceto quando forçado, se um funcionário percebesse suas lesões. Não obstante, prossegue na tarefa de ser o melhor que pode, treinando com suas espadas improvisadas, carregando coisas pesadas e lendo muito. "Você não entenderia", diria simplesmente, para todas as idas à enfermaria e exigências de que se justificasse por esse comportamento excessivo. De fato é ligeiramente mais forte que as outras crianças, mas nada substancial. Poderiam dizer que Fiore se cobra demais e é até tóxico consigo mesmo de certa forma... se conseguissem fazer com que dissesse o que está pensando.
A história de que não se lembra era uma família aos pedaços. Sua mãe era ausente e seu pai tinha dois empregos para fazer as pontas se encontrarem, passava pouco tempo em casa e lhe deixava sozinho com o irmão mais velho por longas horas. Nunca viu nenhum dos dois reclamar, e quando chorava seu irmão lhe mandava "ser homem". Não seria inevitável a comparação? Ele, grande, podia fazer tudo. Eu, pequeno, nada conseguia. Em sua família não havia afeto, e o mais próximo de uma figura amorosa era sua mãe, que partira quando tinha três anos. Suas fotos revelavam uma esgrimista, e uma época onde tudo era melhor.
O Conselho Tutelar constatou que não fazia sentido uma criança cuidar de outra quando um vizinho preocupadamente lhe acionou. As memórias foram enterradas lá no fundo; não foram esquecidas, foram bloqueadas! Que criança gostaria de lembrar da fome e do desamparo? As lições, todavia, permaneceram...
Maior qualidade e maior defeito: Fiore consegue inventar soluções para problemas muito bem, seja com mecanismos de elásticos, tampinhas e gravetos ou no campo da imaginação. Todavia, tem dificuldade para reconhecer situações perigosas e parece se meter em enrascadas com mais frequência do que as outras crianças.
O que mais gosta de fazer: Ler livros de fantasia.
O que não gosta: Que lhe encostem demais (vai reagir com violência caso ignorem advertência verbal), que sintam pena dele, que lhe "subestimem".
Planos sobre o futuro: Se tornar um "cavaleiro andante".
O que pensa sobre o orfanato: Ele tenta conhecer o máximo que pode dali, e dessa maneira acaba pensando no orfanato mais por seus detalhes do que pelos seus gerais. Poderia dizer, por exemplo, quantas pessoas vivem nele, quais funcionários são rígidos e quais crianças fazem birra na hora de comer, mas dificilmente expressaria uma opinião concreta caso lhe perguntassem. Sua opinião secreta é que gostaria que tivessem mais liberdade por ali, fosse quanto a hora de dormir ou os afazeres diários.
Curiosidades: Comerá literalmente qualquer coisa que lhe derem, gostando ou não, e não falará nada sobre.
Às vezes come demais para "ficar forte", acaba vomitando e evita fazer de novo por uns dias, até esquecer.
Ajuda as crianças mais novas com o dever de casa quando elas têm dificuldade, mas nunca pede ajuda aos mais velhos quando tem dificuldade com o seu próprio.
Nunca entendeu o nome "dever de casa" num orfanato.
Tem episódios de sonambulismo.
Genuinamente não tem interesse por pessoas e nem terá ao envelhecer (assexual).
Convence-se de que qualquer tipo de dor é nada mais que "a fraqueza saindo".
O que pensa sobre o que está acontecendo no orfanato, como se comporta diante disso: Não tirou conclusões ainda. Deseja investigar cautelosamente esses fenômenos novos, e pretende fazer isso por meio da observação, se esgueirando durante a noite e perseguindo durante o dia. Acredita que se estiver havendo uma invasão de monstros, ele será o herói que protegerá o orfanato de um destino terrível... mas nada realmente lhe impede de mudar de lado durante a guerra caso haja coisas mais interessantes "do lado de lá".
O que pensa sobre relacionamentos amorosos: Perda de tempo! Detesta ver qualquer tipo de manifestação de intimidade e VAI intervir com repreensões ("que pouca vergonha!") caso testemunhe alguma.
Gostaria que seu personagem tivesse um? Jamais, ninguém é digno de seu afeto. Além disso, garotas são esquisitas!
Algo mais: Tem profundo medo de ser fraco ou inútil e dificuldade de depender de outras pessoas, o que implica em problemas para confiar nelas.
O que mais gostei: Adorei a proposta interativa e estou muito interessado em saber como vai se desenrolar o causo com crianças e gnomios. É ousada a escolha de narrar crianças, geralmente a perspectiva desse universo é diferente da que estamos acostumados :)
O que acho que pode melhorar: Provavelmente o meu próprio texto! É a minha primeira vez participando de uma história interativa (e primeira vez há muito tempo utilizando esta plataforma!), espero ter conseguido fazer um personagem adequado.
Hey, olá! Caraca, deixa eu dizer em primeiro lugar que estou muito besta com teu comentário, obrigado, fico contente em saber que se interessou. E deixa disso, não precisa ser melhorado nada, cara. Obrigado por compartilhar do teu tempo comigo e mandado uma ficha, irei avaliá-la, mas provavelmente já está aceita, gostei muito do Fiore, me vieram várias situações com ele, hehe! Dia 12/02 revelarei todos os aceitos. Bom dia! ;)
Nome completo: Fiore Furlano de Cividale
Apelido: Fiore
Data de nascimento: 13 de maio, 11 anos
Photoplayer: Thomas Brodie-Sangster
Modificações: Mais fortinho; embora não "forte" de fato e jamais comparável a um adolescente ou adulto, ele é menos magrelo do que as crianças de sua idade.
Personalidade: Fiore é extremamente independente e observador. Pelos modos solitários que tem de perseguir seus objetivos, frequentemente se encontra sozinho, embora não recuse companhia conscientemente — na verdade, é uma maneira de não ser impedido ou atrasado pela hesitação natural das outras crianças. Isso pode lhe colocar em perigo, que não perceberia pela falta de experiência e imersão em seu próprio mundinho interior de investigação e obtenção de recurso.
Às vezes parece frio por esse desapego em relação aos demais, mas ele é tão suscetível à fantasia infantil e aos apelos e emoções das outras pessoas quanto qualquer um. Em contrapartida, é intoxicado por um pensamento insistente de que deve sempre "ser forte" e jamais "demonstrar fraqueza", o que significa que dificilmente expressará qualquer desconforto ou chorará na frente de outras pessoas. Ele tem sentimentos e sente dor quando ferido, apenas não consegue demonstrar nada disso, minimizando qualquer necessidade própria.
Ainda assim, não se sente inferior — pelo contrário, age quase que com superioridade em relação aos companheiros. Nesse sentido, deseja adotar o papel de líder sempre que possível, e poderá acabar diminuindo ou até insultando outras crianças de tempos em tempos, mas não de maneira contínua (por exemplo, caso uma criança descubra um buraco e dê um grito que lhe assuste, pode mandar a criança "se jogar no buraco que seria menos inconveniente", mas seria uma ocorrência pontual). Seus procedimentos nem sempre são os mais seguros enquanto líder, e ainda assim, por ser engenhoso e criativo, costuma fazer as coisas darem certo.
Fiore age com confiança e tenta sempre falar de um jeito excessivamente rebuscado, com expressões como as que aprendeu com os romances de cavalaria. Da mesma maneira, tenta ser cortês em interações breves — por mais que perca a paciência muito facilmente em interações mais longas. Ele não usa palavrões, recorre a insultos infantis quando vê necessidade. Quando fala do tempo que passa sozinho, inventa grandes fantasias, como as de derrotar enormes criaturas na floresta, encontrar bruxas e viajar para um reino distante cujo nome não foi registrado nos mapas.
História: Das lembranças mais profundas, a arte da espada. Sequer se recorda de técnicas, nomes ou pessoas, mas uma insistente necessidade de fortalecer-se cresce dentro de si como um dever moral. "Você não entenderia..." ele diz, caso lhe perguntem, incapaz de se expressar. No orfanato, sequestra vassouras ou pedaços de pau para aprender sozinho como manusear uma arma. Com a prática até então, é até decente, com sua imaginação extraordinária projetando inimigos em sua frente. Às vezes se empolga e uma vez chegou a "cortar" a cozinheira que passava em seu flanco, com uma vassourada acidental ao se virar. Não é preciso mencionar que agora só treina escondido dos adultos.
Fiore chegou ao orfanato quando bem pequeno, com cinco anos de idade. A princípio foi agressivo, e então progressivamente mais isolado, com grande interesse na leitura e, um pouco mais velho, em "descobrir os segredos daquelas terras". Seus livros preferidos sempre foram os de cavalaria, como os que retratavam o Rei Arthur, e contos épicos, que instauraram em sua cabeça um modo correto de agir ao mesclar-se com alguma educação anterior que tivera antes de chegar ali. Questionava tudo, da ausência dos pais, até a natureza do lugar, e sua própria história... que ninguém sabia. Sentindo-se miserável, dizia que "não se importava, mesmo!" e ia desinteressadamente deitar na cama e irritar-se com algo que não entendia.
Sua mente infantil não conseguia processar o abandono, que passou a manifestar-se como o exato contrário: a constante reafirmação da própria independência ao percorrer sozinho qualquer trilha que julgasse necessária para obter o que queria. Se isso implicasse em fugir, fazer coisas escondido ou até tomar o que não lhe pertencia, que assim fosse! Mas nunca faltou com sua palavra ou mentiu (e ironicamente orgulha-se disso, apesar das inúmeras omissões). Também manifestou-se, lá no fundo, como uma necessidade imensa de evitar que o abandono se repetisse. Não se pode abandonar alguém que está ajudando, certo? Então por algum motivo que nunca pôde explicar, sempre deu seu melhor para ser de utilidade quando necessário. Os responsáveis do orfanato gostam dele, por mais que se preocupem com seus problemas de sociabilidade com as outras crianças.
Primariamente persegue o próprio fortalecimento. Saber fazer isso é outra história — e na tentativa de aprender manobras difíceis, correr muito rápido e carregar coisas tão pesadas, já formou vários galos, calejou as mãos e conseguiu cortes feios. Nenhuma dessas vezes foi para a enfermaria, exceto quando forçado, se um funcionário percebesse suas lesões. Não obstante, prossegue na tarefa de ser o melhor que pode, treinando com suas espadas improvisadas, carregando coisas pesadas e lendo muito. "Você não entenderia", diria simplesmente, para todas as idas à enfermaria e exigências de que se justificasse por esse comportamento excessivo. De fato é ligeiramente mais forte que as outras crianças, mas nada substancial. Poderiam dizer que Fiore se cobra demais e é até tóxico consigo mesmo de certa forma... se conseguissem fazer com que dissesse o que está pensando.
A história de que não se lembra era uma família aos pedaços. Sua mãe era ausente e seu pai tinha dois empregos para fazer as pontas se encontrarem, passava pouco tempo em casa e lhe deixava sozinho com o irmão mais velho por longas horas. Nunca viu nenhum dos dois reclamar, e quando chorava seu irmão lhe mandava "ser homem". Não seria inevitável a comparação? Ele, grande, podia fazer tudo. Eu, pequeno, nada conseguia. Em sua família não havia afeto, e o mais próximo de uma figura amorosa era sua mãe, que partira quando tinha três anos. Suas fotos revelavam uma esgrimista, e uma época onde tudo era melhor.
O Conselho Tutelar constatou que não fazia sentido uma criança cuidar de outra quando um vizinho preocupadamente lhe acionou. As memórias foram enterradas lá no fundo; não foram esquecidas, foram bloqueadas! Que criança gostaria de lembrar da fome e do desamparo? As lições, todavia, permaneceram...
Maior qualidade e maior defeito: Fiore consegue inventar soluções para problemas muito bem, seja com mecanismos de elásticos, tampinhas e gravetos ou no campo da imaginação. Todavia, tem dificuldade para reconhecer situações perigosas e parece se meter em enrascadas com mais frequência do que as outras crianças.
O que mais gosta de fazer: Ler livros de fantasia.
O que não gosta: Que lhe encostem demais (vai reagir com violência caso ignorem advertência verbal), que sintam pena dele, que lhe "subestimem".
Planos sobre o futuro: Se tornar um "cavaleiro andante".
O que pensa sobre o orfanato: Ele tenta conhecer o máximo que pode dali, e dessa maneira acaba pensando no orfanato mais por seus detalhes do que pelos seus gerais. Poderia dizer, por exemplo, quantas pessoas vivem nele, quais funcionários são rígidos e quais crianças fazem birra na hora de comer, mas dificilmente expressaria uma opinião concreta caso lhe perguntassem. Sua opinião secreta é que gostaria que tivessem mais liberdade por ali, fosse quanto a hora de dormir ou os afazeres diários.
Curiosidades: Comerá literalmente qualquer coisa que lhe derem, gostando ou não, e não falará nada sobre.
Às vezes come demais para "ficar forte", acaba vomitando e evita fazer de novo por uns dias, até esquecer.
Ajuda as crianças mais novas com o dever de casa quando elas têm dificuldade, mas nunca pede ajuda aos mais velhos quando tem dificuldade com o seu próprio.
Nunca entendeu o nome "dever de casa" num orfanato.
Tem episódios de sonambulismo.
Genuinamente não tem interesse por pessoas e nem terá ao envelhecer (assexual).
Convence-se de que qualquer tipo de dor é nada mais que "a fraqueza saindo".
O que pensa sobre o que está acontecendo no orfanato, como se comporta diante disso: Não tirou conclusões ainda. Deseja investigar cautelosamente esses fenômenos novos, e pretende fazer isso por meio da observação, se esgueirando durante a noite e perseguindo durante o dia. Acredita que se estiver havendo uma invasão de monstros, ele será o herói que protegerá o orfanato de um destino terrível... mas nada realmente lhe impede de mudar de lado durante a guerra caso haja coisas mais interessantes "do lado de lá".
O que pensa sobre relacionamentos amorosos: Perda de tempo! Detesta ver qualquer tipo de manifestação de intimidade e VAI intervir com repreensões ("que pouca vergonha!") caso testemunhe alguma.
Gostaria que seu personagem tivesse um? Jamais, ninguém é digno de seu afeto. Além disso, garotas são esquisitas!
Algo mais: Tem profundo medo de ser fraco ou inútil e dificuldade de depender de outras pessoas, o que implica em problemas para confiar nelas.
O que mais gostei: Adorei a proposta interativa e estou muito interessado em saber como vai se desenrolar o causo com crianças e gnomios. É ousada a escolha de narrar crianças, geralmente a perspectiva desse universo é diferente da que estamos acostumados :)
O que acho que pode melhorar: Provavelmente o meu próprio texto! É a minha primeira vez participando de uma história interativa (e primeira vez há muito tempo utilizando esta plataforma!), espero ter conseguido fazer um personagem adequado.
Hey, olá! Caraca, deixa eu dizer em primeiro lugar que estou muito besta com teu comentário, obrigado, fico contente em saber que se interessou. E deixa disso, não precisa ser melhorado nada, cara. Obrigado por compartilhar do teu tempo comigo e mandado uma ficha, irei avaliá-la, mas provavelmente já está aceita, gostei muito do Fiore, me vieram várias situações com ele, hehe! Dia 12/02 revelarei todos os aceitos. Bom dia! ;)
Estou ansiosa pelo próximo capítulo.