Em primeiro lugar, tua prosa é uma delícia. Diálogos de cordel, humorosos sem forçar a barra, e descrições sucintas com alta densidade.
Em segundo lugar... Essa história é tão particular sem chamar a atenção para o fato de ser particular. A pele do protagonista, a consistência do cabelo dele, o cenário com árvores tipicamente brasileiras... Isso tudo foi tão legal de perceber, e ao mesmo tempo tão legal por não ocupar toda a narrativa ou ser exaustivamente apontado pela narração. Quem sabe, percebe. Se essa história fosse traduzida para outras línguas, não alienaria um leitor estrangeiro.
Ótimo trabalho.
Tell é um personagem com muito crescimento pela frente, mas já gosto dele. Todo mundo adora um herói simples com uma longa jornada de evolução pela frente, e eu me incluo nisso. Você pincelou bem o passado trágico dele, o que abriu uma gama de teorias para mim, e o avô e seu envolvimento com o Mago Dourado também se apresentou como um mistério interessante.
E que gangue de vilões! Um lobisomem, um gorjala (eu nem sabia o que isso era) e um bradador. A brasilidade da história só fez aumentar com o uso de personagens tão particulares do folclore daqui, e espero que você faça bom uso desses personagens (para além dos visuais, que já são maneiros).
Esse foi um primeiro capítulo forte. Espero que tenha orgulho dele, porque no seu lugar eu teria muito só de ser capaz de escrever assim.
Isso foi fenomenal.
Em primeiro lugar, tua prosa é uma delícia. Diálogos de cordel, humorosos sem forçar a barra, e descrições sucintas com alta densidade.
Em segundo lugar... Essa história é tão particular sem chamar a atenção para o fato de ser particular. A pele do protagonista, a consistência do cabelo dele, o cenário com árvores tipicamente brasileiras... Isso tudo foi tão legal de perceber, e ao mesmo tempo tão legal por não ocupar toda a narrativa ou ser exaustivamente apontado pela narração. Quem sabe, percebe. Se essa história fosse traduzida para outras línguas, não alienaria um leitor estrangeiro.
Ótimo trabalho.
Tell é um personagem com muito crescimento pela frente, mas já gosto dele. Todo mundo adora um herói simples com uma longa jornada de evolução pela frente, e eu me incluo nisso. Você pincelou bem o passado trágico dele, o que abriu uma gama de teorias para mim, e o avô e seu envolvimento com o Mago Dourado também se apresentou como um mistério interessante.
E que gangue de vilões! Um lobisomem, um gorjala (eu nem sabia o que isso era) e um bradador. A brasilidade da história só fez aumentar com o uso de personagens tão particulares do folclore daqui, e espero que você faça bom uso desses personagens (para além dos visuais, que já são maneiros).
Esse foi um primeiro capítulo forte. Espero que tenha orgulho dele, porque no seu lugar eu teria muito só de ser capaz de escrever assim.
O que mais gostei: Brasilidade