Fico muito feliz de saber disso! ^^ Acho que o charme dessa história é em parte o ambiente, então que bom que conseguiu se ver dentro do Museu. Muito obrigada por ler, espero que continue gostando da história.
Até a próxima ♥
K
Kahi
heeey
Ahhhhhh que história bonitinha, minha nossa Jupiter! Estou encantada, se bem que eu já estava um pouco na expectativa, mas me pegou de surpresa. Demorei um pouquinho pra aparecer, coisas da vida, mas cheguei :v
Vou começar comentando sobre as notas porque está mais perto da caixinha do comentário kkkkkkk
Menina, eu não sei como seria pra você, mas pra mim é péssimo postar uma história depois que ela está toda escrita KKKKKKKKKKKKKK então legal que essa está 50% escrita e o restante você vai ir fazendo regularmente. Juro que OCE virou uma experiencia ligeiramente estranha, porque estou com tudo pronto mas seria péssimo sair postando um capítulo por dia pros leitores, mas ao mesmo tempo eu quero postar tudo e dialogar sobre os acontecimentos xD E de certa forma eu me acostumei muito a postar um capítulo pouco tempo depois de escrever e "revisar", então manter guardado é estranho demais. Agora até que estou lidando bem, porque realmente tô sem tempo pra postar e tudo mais. Se bem que tem uma shortifc muito amorzinho guardada no meu word esperando horrores pra ser finalizada também pra ser postada em algum dia muito distante (e eu metendo p*** na experiência de escrever tudo antes de postar, hipocrisia mandou beijos pra mim agora).
Mds, eu falei pra caramba agora, né? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Enfim. Não muito chocada que "Nós ossos que aqui estamos" acabou com cenas com muito sangue, parecia que tinha essa vibe, mas seria interessante ler essas cenas hein kkkkkkkk só dizendo :3 ~nem sou suspeita pra falar isso. Mas entendo a pausa, principalmente pela questão de crise existencial. Eu tenho uma a cada cinco dias parece '-'
Agora, depois dessa introdução, vamos falar sobre a história mesmo!! Eu gostei da sinopse, de verdade *-* fiz uma recentemente que não era um ctrl c e crtl v do próprio texto, e fiquei orgulhosa, desde então ando prestando mais atenção nas sinopses. A sua me cativou na hora e me deixou curiosa! E o início já foi muito interessante, o museu parece perdido no tempo e espaço. Ou melhor, perdido não, fixo. Fixo me parece explicar melhor, já que as descrições parecem bem definidas mesmo com um ar meio livre as vezes. Tá aqui, mas não está aqui, não tem antes ou depois :0 achei conceitual!
É realmente estranho como as vezes simplesmente a gente tem dessas. Sabemos estar sozinhos, que o problema é inteiramente nosso, mas esperamos alguém aparecer do nada pra resolver. Entendo o curador. Qual o nome dele? Se ele não tiver, vou escolher um em segredo porque minha lista de nomes aumentou (e descaradamente imitando a TH, diga-se de passagem) KKKKKKKKKKKKKKK Aliás, no momento que ele ficou ansioso esperando que aparecesse, e obviamente ninguém apareceu, eu pensei em como ele lidava ficando sempre sozinho no Museu. Mesmo que exista apenas o agora, até naquele momento em que ele ficou esperando uma resposta da garota ele sentiu que houve uma demora. Então imaginei se em algum outro momento ele teve essa mesma impressão ao sentir solidão.
Okay, agora fiquei curiosa. O que significa estar nesse museu? Não preciso dormir, preciso de respostas kkkkkkkkkkkkk Ata, ele esqueceu o nome e ela também (está sendo um comentário ao vivo, esqueci de avisar, então acho que ficou meio confuso porque antes eu estava toda afobada querendo saber o nome do curador e agora foi esclarecida a questão). Aliás, eu acho adorável quando um personagem simplesmente exige algo de alguém, percebe que ele mesmo não pode oferecer o mesmo e arranja uma desculpa kkkkkkkkkkkk a resposta da menina foi muito esperta, se eu fosse o curador estaria dizendo também "se você não pretende dizer seu nome para estranhos, porque quer que os estranho revele o dele para você?" xD
Adorei a história, a escrita me pegou, como sempre também! Estarei aqui acompanhando.
Ahhhhh fico super feliz que gostou! :3 Eu também acho o clima estranhamente adorável. Não sei explicar kkkkk Não se preocupe com a demora, a história não vai fugir kkkkkk
Eu queria muito ser esse tipo de pessoa que escreve a história inteira antes de postar, ou ao menos o tipo de pessoa que foca em uma fic, mesmo que postada ainda em andamento, e vai fundo nela até o fim. Mas eu não sou esse tipo de pessoa. Só consigo escrever antes de postar as oneshots kkkkkkk Até as two-shots eu escrevo o primeiro capítulo e já solto, o segundo fica para quando Deus quiser. Inclusive estou morrendo por dentro para postar o primeiro cap de uma two-shot, mas essa eu vou terminar antes de postar. Eu acho. Talvez. Quem sabe? XD Mas focando na fic do Museu, eu entendo um pouco a sua situação com OCE, porque aqui o segundo cap já está escrito e todo dia eu inspiro fundo e penso "A EU VOU POSTAR..." mas todo dia eu me seguro porque não faz nem uma semana que o primeiro saiu e eu tenho que cuidar do terceiro ainda kkkkkkkk Ô, sofrimento... ;-; Já estou atenta a essa sua shortfic aí, e não é hipocrisia sua não, é um simples caso de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço" kkkkkkkkkkk E tem que testar formas diferentes vez ou outra pra renovar o hábito mesmo XD
Menina, nem era uma cena tão relevante assim em "Nós ossos que aqui estamos", mas eu jurava que ia ter muito sangue na cena, e de repente ("de repente" depois de pesquisas e vídeos) vi que nem tinha muito kkkkkk Tudo bem, é besteira, e o sangue não é tão necessário, só preciso repensar as tais cenas. E talvez repensar o modo dos flashbacks, estou testando deixar as datas nas cenas. Enfim, me distraí.
Que bom que gostou da sinopse! Eu realmente gosto da parte de fazer sinopses, mas as vezes elas são complicadinhas, fico olhando a tela sem uma mísera ideia do que falar sobre a história e essa foi um desses casos, que bom que deu certo o que saiu kkkkkkk
Eu adoro escrever sobre um lugar misterioso que existe e não existe kkkkkkkk Perdido no tempo e no espaço, porém fixo, adorei como você descreveu :0
Eu posso estar sozinha há dias, mas se eu encontrar alguma tarefa chata, ainda vou olhar ao redor esperando poder passar a tarefa para alguém kkkkkkk Minha recusa em nomear personagens ataca novamente. O Curador, a criança e o Príncipe Sem Nome já podem formar um clubinho, coitados XD Se bem que o príncipe acabou ganhando um nome extraoficial. Nossa, mas hoje eu tô mesmo escapando pra falar de outras fics nada a ver, perdão ç.ç Respondendo a pergunta... Não, ele não tem nome. Talvez venha a ter uma inicial e um sobrenome, mas é o máximo. Mas ainda não decidi nenhum deles, então não precisa escolher em segredo não, pode escolher e jogar na rodinha de sugestões o-o¬
Boas perguntas sobre o Curador e a solidão... Vou anotar para perguntar a ele na próxima vez que eu o visitar em seu Museu. Mas aproveito o tema do tempo para reclamar (de algo que eu mesma quis escrever kkkk) de ter que ficar sempre pensando "Será que tem muito 't e m p o' nessa frase/narração/fala para um lugar que supostamente não tem tempo?" KKKKKKKK Escrever por acidente "passaram alguns minutos" e depois ter que mudar, aff kkk
Será que o Curador vai conseguir explicar de uma vez para a menina o que significa estar no Museu? O povo também quer saber, é pelo bem da nação o-o¬
A garota é bem espertinha, trouxe logo uma resposta que ninguém questionaria de vindo de uma criança kkkkkk Gostei da sua resposta para ela, queria ter pensado nela XD
Estava navegando casualmente pelo Nyah! quando vi sua divulgação, e precisei vir correndo das uma "bizoiada" nessa história.
Eu gostei demais da ideia e escrita. A maneira delicada e sutil como apresentou o Curador, e como ele lidou com a chegada da menina, e a constatação de tudo que se diz respeito à ela.
Já estou super curiosa para saber mais e mais sobre o museu e seus "habitantes" se é que podemos chamá-los dessa maneira.
Obrigada por compartilhar essa historia conosco, e me deixar super ansiosa pelas próximas emoções e capítulos. Até lá! ♥
Bom saber que a divulgação/sinopse chamou sua atenção, muito bom mesmo! Agradeço por dedicar um tempinho a essa leitura :3
Ah, eu gosto muito do Curador e da forma como ele lida com essa criaturinha que apareceu nesse Museu tão vazio. Fico feliz que tenha gostado desses personagens! Descobriremos mais sobre eles em breve ;)
Me imaginei totalmente nesse cenário. Um museu de estantes altas e quinquilharias, com a menininha perdida ao meio. Parabéns pela ideia!
Olá! ♥
Fico muito feliz de saber disso! ^^ Acho que o charme dessa história é em parte o ambiente, então que bom que conseguiu se ver dentro do Museu. Muito obrigada por ler, espero que continue gostando da história.
Até a próxima ♥
heeey
Ahhhhhh que história bonitinha, minha nossa Jupiter! Estou encantada, se bem que eu já estava um pouco na expectativa, mas me pegou de surpresa. Demorei um pouquinho pra aparecer, coisas da vida, mas cheguei :v
Vou começar comentando sobre as notas porque está mais perto da caixinha do comentário kkkkkkk
Menina, eu não sei como seria pra você, mas pra mim é péssimo postar uma história depois que ela está toda escrita KKKKKKKKKKKKKK então legal que essa está 50% escrita e o restante você vai ir fazendo regularmente. Juro que OCE virou uma experiencia ligeiramente estranha, porque estou com tudo pronto mas seria péssimo sair postando um capítulo por dia pros leitores, mas ao mesmo tempo eu quero postar tudo e dialogar sobre os acontecimentos xD E de certa forma eu me acostumei muito a postar um capítulo pouco tempo depois de escrever e "revisar", então manter guardado é estranho demais. Agora até que estou lidando bem, porque realmente tô sem tempo pra postar e tudo mais. Se bem que tem uma shortifc muito amorzinho guardada no meu word esperando horrores pra ser finalizada também pra ser postada em algum dia muito distante (e eu metendo p*** na experiência de escrever tudo antes de postar, hipocrisia mandou beijos pra mim agora).
Mds, eu falei pra caramba agora, né? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Enfim. Não muito chocada que "Nós ossos que aqui estamos" acabou com cenas com muito sangue, parecia que tinha essa vibe, mas seria interessante ler essas cenas hein kkkkkkkk só dizendo :3 ~nem sou suspeita pra falar isso. Mas entendo a pausa, principalmente pela questão de crise existencial. Eu tenho uma a cada cinco dias parece '-'
Agora, depois dessa introdução, vamos falar sobre a história mesmo!! Eu gostei da sinopse, de verdade *-* fiz uma recentemente que não era um ctrl c e crtl v do próprio texto, e fiquei orgulhosa, desde então ando prestando mais atenção nas sinopses. A sua me cativou na hora e me deixou curiosa! E o início já foi muito interessante, o museu parece perdido no tempo e espaço. Ou melhor, perdido não, fixo. Fixo me parece explicar melhor, já que as descrições parecem bem definidas mesmo com um ar meio livre as vezes. Tá aqui, mas não está aqui, não tem antes ou depois :0 achei conceitual!
É realmente estranho como as vezes simplesmente a gente tem dessas. Sabemos estar sozinhos, que o problema é inteiramente nosso, mas esperamos alguém aparecer do nada pra resolver. Entendo o curador. Qual o nome dele? Se ele não tiver, vou escolher um em segredo porque minha lista de nomes aumentou (e descaradamente imitando a TH, diga-se de passagem) KKKKKKKKKKKKKKK Aliás, no momento que ele ficou ansioso esperando que aparecesse, e obviamente ninguém apareceu, eu pensei em como ele lidava ficando sempre sozinho no Museu. Mesmo que exista apenas o agora, até naquele momento em que ele ficou esperando uma resposta da garota ele sentiu que houve uma demora. Então imaginei se em algum outro momento ele teve essa mesma impressão ao sentir solidão.
Okay, agora fiquei curiosa. O que significa estar nesse museu? Não preciso dormir, preciso de respostas kkkkkkkkkkkkk Ata, ele esqueceu o nome e ela também (está sendo um comentário ao vivo, esqueci de avisar, então acho que ficou meio confuso porque antes eu estava toda afobada querendo saber o nome do curador e agora foi esclarecida a questão). Aliás, eu acho adorável quando um personagem simplesmente exige algo de alguém, percebe que ele mesmo não pode oferecer o mesmo e arranja uma desculpa kkkkkkkkkkkk a resposta da menina foi muito esperta, se eu fosse o curador estaria dizendo também "se você não pretende dizer seu nome para estranhos, porque quer que os estranho revele o dele para você?" xD
Adorei a história, a escrita me pegou, como sempre também! Estarei aqui acompanhando.
♥
Olá, Kahi! ♥
Ahhhhh fico super feliz que gostou! :3 Eu também acho o clima estranhamente adorável. Não sei explicar kkkkk Não se preocupe com a demora, a história não vai fugir kkkkkk
Eu queria muito ser esse tipo de pessoa que escreve a história inteira antes de postar, ou ao menos o tipo de pessoa que foca em uma fic, mesmo que postada ainda em andamento, e vai fundo nela até o fim. Mas eu não sou esse tipo de pessoa. Só consigo escrever antes de postar as oneshots kkkkkkk Até as two-shots eu escrevo o primeiro capítulo e já solto, o segundo fica para quando Deus quiser. Inclusive estou morrendo por dentro para postar o primeiro cap de uma two-shot, mas essa eu vou terminar antes de postar. Eu acho. Talvez. Quem sabe? XD Mas focando na fic do Museu, eu entendo um pouco a sua situação com OCE, porque aqui o segundo cap já está escrito e todo dia eu inspiro fundo e penso "A EU VOU POSTAR..." mas todo dia eu me seguro porque não faz nem uma semana que o primeiro saiu e eu tenho que cuidar do terceiro ainda kkkkkkkk Ô, sofrimento... ;-; Já estou atenta a essa sua shortfic aí, e não é hipocrisia sua não, é um simples caso de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço" kkkkkkkkkkk E tem que testar formas diferentes vez ou outra pra renovar o hábito mesmo XD
Menina, nem era uma cena tão relevante assim em "Nós ossos que aqui estamos", mas eu jurava que ia ter muito sangue na cena, e de repente ("de repente" depois de pesquisas e vídeos) vi que nem tinha muito kkkkkk Tudo bem, é besteira, e o sangue não é tão necessário, só preciso repensar as tais cenas. E talvez repensar o modo dos flashbacks, estou testando deixar as datas nas cenas. Enfim, me distraí.
Que bom que gostou da sinopse! Eu realmente gosto da parte de fazer sinopses, mas as vezes elas são complicadinhas, fico olhando a tela sem uma mísera ideia do que falar sobre a história e essa foi um desses casos, que bom que deu certo o que saiu kkkkkkk
Eu adoro escrever sobre um lugar misterioso que existe e não existe kkkkkkkk Perdido no tempo e no espaço, porém fixo, adorei como você descreveu :0
Eu posso estar sozinha há dias, mas se eu encontrar alguma tarefa chata, ainda vou olhar ao redor esperando poder passar a tarefa para alguém kkkkkkk Minha recusa em nomear personagens ataca novamente. O Curador, a criança e o Príncipe Sem Nome já podem formar um clubinho, coitados XD Se bem que o príncipe acabou ganhando um nome extraoficial. Nossa, mas hoje eu tô mesmo escapando pra falar de outras fics nada a ver, perdão ç.ç Respondendo a pergunta... Não, ele não tem nome. Talvez venha a ter uma inicial e um sobrenome, mas é o máximo. Mas ainda não decidi nenhum deles, então não precisa escolher em segredo não, pode escolher e jogar na rodinha de sugestões o-o¬
Boas perguntas sobre o Curador e a solidão... Vou anotar para perguntar a ele na próxima vez que eu o visitar em seu Museu. Mas aproveito o tema do tempo para reclamar (de algo que eu mesma quis escrever kkkk) de ter que ficar sempre pensando "Será que tem muito 't e m p o' nessa frase/narração/fala para um lugar que supostamente não tem tempo?" KKKKKKKK Escrever por acidente "passaram alguns minutos" e depois ter que mudar, aff kkk
Será que o Curador vai conseguir explicar de uma vez para a menina o que significa estar no Museu? O povo também quer saber, é pelo bem da nação o-o¬
A garota é bem espertinha, trouxe logo uma resposta que ninguém questionaria de vindo de uma criança kkkkkk Gostei da sua resposta para ela, queria ter pensado nela XD
Muito obrigada por ler e comentar! :3
Até o próximo capítulo! ♥
Oi, Pessoinha! *-*
Estava navegando casualmente pelo Nyah! quando vi sua divulgação, e precisei vir correndo das uma "bizoiada" nessa história.
Eu gostei demais da ideia e escrita. A maneira delicada e sutil como apresentou o Curador, e como ele lidou com a chegada da menina, e a constatação de tudo que se diz respeito à ela.
Já estou super curiosa para saber mais e mais sobre o museu e seus "habitantes" se é que podemos chamá-los dessa maneira.
Obrigada por compartilhar essa historia conosco, e me deixar super ansiosa pelas próximas emoções e capítulos. Até lá! ♥
Olá!! ^^
Bom saber que a divulgação/sinopse chamou sua atenção, muito bom mesmo! Agradeço por dedicar um tempinho a essa leitura :3
Ah, eu gosto muito do Curador e da forma como ele lida com essa criaturinha que apareceu nesse Museu tão vazio. Fico feliz que tenha gostado desses personagens! Descobriremos mais sobre eles em breve ;)
Eu que agradeço por ler! Até a próxima ♥