O uso da palavra do dia foi bem criativo, gostei bastante! Mas que cena cruel... Isso foi pura tortura. A história dos Kuruta por si só já é bastante trágica, mas ter acesso ao que aconteceu com eles em primeira mão continua sendo triste demais.
E como se não bastasse ser humilhado assim, na tentativa de fugir, o cara ainda quer expor como se ele fosse um objeto, não é pra menos que existe tanto medo e rancor contra o Mundo.
O que mais gostei: O sol dentro dele se consumia sem conseguir queimar o inimigo.
O berro que eu dei ao relembrar a palavra-chave desse dia. Crepins, cara. Crepins. A Mila estava de sacanagem quando escolheu essa palavra. Certamente esse foi um dia em que escrevi o capítulo com a força do ódio (em parte por conta do caçador também). Mas no fim até que se encaixou.
De fato, o medo e o rancor dos Kurutas não é injustificado. E tudo se torna ainda mais triste quando você se dá conta de que o corpo do Corvo nunca retornou ao vilarejo Kuruta para um enterro digno. Quero dizer, mesmo que ele amasse o Mundo, não era bem seu objetivo apodrecer pendurado em uma árvore após ser morto por humanos...
Mano do céu... o caçador vai transformar o corvo em um troféu, ele já foi ferido gravemente de forma física e o cara ainda vai ferir o orgulho do corvo? Já prevejo vingança, rs...
Eu não brinco em serviço. Me disseram que uma boa história é aquela em que os personagens sofrem, e levei isso bem a sério. Azar dos personagens. Sorte dos leitores. :D
(Pareço má, mas juro que sofro junto com meus personagens.)
O uso da palavra do dia foi bem criativo, gostei bastante! Mas que cena cruel... Isso foi pura tortura. A história dos Kuruta por si só já é bastante trágica, mas ter acesso ao que aconteceu com eles em primeira mão continua sendo triste demais.
E como se não bastasse ser humilhado assim, na tentativa de fugir, o cara ainda quer expor como se ele fosse um objeto, não é pra menos que existe tanto medo e rancor contra o Mundo.
O que mais gostei: O sol dentro dele se consumia sem conseguir queimar o inimigo.
O berro que eu dei ao relembrar a palavra-chave desse dia. Crepins, cara. Crepins. A Mila estava de sacanagem quando escolheu essa palavra. Certamente esse foi um dia em que escrevi o capítulo com a força do ódio (em parte por conta do caçador também). Mas no fim até que se encaixou.
De fato, o medo e o rancor dos Kurutas não é injustificado. E tudo se torna ainda mais triste quando você se dá conta de que o corpo do Corvo nunca retornou ao vilarejo Kuruta para um enterro digno. Quero dizer, mesmo que ele amasse o Mundo, não era bem seu objetivo apodrecer pendurado em uma árvore após ser morto por humanos...
Mano do céu... o caçador vai transformar o corvo em um troféu, ele já foi ferido gravemente de forma física e o cara ainda vai ferir o orgulho do corvo? Já prevejo vingança, rs...
Como sempre mandando bem nos capítulos :D
Beijinhos! :*
Eu não brinco em serviço. Me disseram que uma boa história é aquela em que os personagens sofrem, e levei isso bem a sério. Azar dos personagens. Sorte dos leitores. :D
(Pareço má, mas juro que sofro junto com meus personagens.)