Nem dá para julgar a Persephone, ele está completamente certo sobre nós, humanos. Até eu, que sou humana, as vezes, tenho dificuldade de olhar para nós com olhos amáveis. Não tem como discordar dela!
QUE BOM TE TER DE VOLTA! Entendo os seus motivos e quando a gente precisa de tempo não tem jeito mesmo, mas o importante é que você voltou e eu to super feliz por você
Sobre o capítulo, já voltou chutando a porta com uma voadora, hein? Gosto bastante dessa posição conflituosa tanto da Perséfone no submundo quanto com a mãe, porque ela vive dividida entre esses dois mundos e entende a essência dos dois.
Não é pra menos que ela acha a mãe bondosa demais, os seres humanos sabem ser bem monstruosos quando querem. Só que também são dotados de compaixão, esperança e vida e acho que é isso o que a Deméter enxerga de potencial bondoso neles. Além do mais, os próprios deuses fazem tanta merda, né...
Adorei mesmo o capítulo, pontuou muito bem o dilema dela com a mãe, assim como os anteriores pontuaram o dela com o submundo do marido.
Eu quase desisti de vez, bem quase mesmo. Mas tô mais calma e melhor agora, então achei que seria bacana voltar hehe. Pelo menos tentar levar a história até o ponto que eu queria desde o começo.
Persephone vive dividida e sua opinião não se mantém constante. Ela vê as coisas boas, mas também vive coisas bem trágicas, é compreensível.
Isso não torna a mãe uma tola, no entanto. Acho que ambas conseguem ver os lados de uma mesma moeda igualmente e nenhuma está errada.
oie ♥ que bom que você voltou! sinto muito pelo que aconteceu, espero que esteja se sentindo melhor c:
caramba, esse capítulo me deu um baita tiro no coração. é bem verdade que as pessoas quando se encontram numa situação conflituosa raramente param pra contar até dez e sempre revelam o pior de si. Persephone tá certa em ter um pé atrás, mas espero que ela não coloque o outro também...
Eu tava com mta saudades de ler isso aqui já, ainda bem que você quis voltar! Mas eu entendo o desafio ser bem puxado, então não julgo nada seu sumiço. To mto feliz pq essa história me parece mto promisora, mesmo que agora seja com menos capítulos kkk
Gostei mto dessa distinção entre a natureza fofinha da Deméter e a Perséfone que é mais "realista", ou pessimista. Mostra como o Hades mudou ela (ou não, talvez ela sempre tenha tido esse lado e o Hades só aflorou, sei lá).
Aaaaaa eu to tão feliz que você voltou!! Sua escrita é coisa de outro mundo, tava com saudade de ler essa história.
Que bom que desistiu da ideia de desistir. Me deixa feliz como leitora e como amiga-conhecida.
E sério, já volta arrasando né? Amo de coisas que falam sobre a natureza dos homens, e amo ainda mais a Persephone falando disso com propriedade. Quem melhor para conhecer os humanos do que a propria rainha do submundo??
Mas o que eu acho mais incrível mesmo é que você pensa nisso tudo e sai de um jeito tão lindo em só 100 palavras.
Com certeza vou continuar acompanhando e comentando nos seus capitulos!
Oi! Que bom que não desistiu, serio. Adoro como vc trabalha com as palvras, tudo fica muito bem escrito e fluido!!
Esse capitulo mesmo, adorei a dinamica de colocar a discrepancia da visao dos humanos, mostrando um pouco da dualidade tanto deles quanto das deusas. E realmente, o que emerge na sueprcificie e o q fica escondido na alma, é bem diferente.
AAAAAA VOCÊ VOLTOU ♥ ♥ ♥
Estava morrendo de saudade dessa fic!!!
Nem dá para julgar a Persephone, ele está completamente certo sobre nós, humanos. Até eu, que sou humana, as vezes, tenho dificuldade de olhar para nós com olhos amáveis. Não tem como discordar dela!
♥ ♥ ♥
QUE BOM TE TER DE VOLTA! Entendo os seus motivos e quando a gente precisa de tempo não tem jeito mesmo, mas o importante é que você voltou e eu to super feliz por você
Sobre o capítulo, já voltou chutando a porta com uma voadora, hein? Gosto bastante dessa posição conflituosa tanto da Perséfone no submundo quanto com a mãe, porque ela vive dividida entre esses dois mundos e entende a essência dos dois.
Não é pra menos que ela acha a mãe bondosa demais, os seres humanos sabem ser bem monstruosos quando querem. Só que também são dotados de compaixão, esperança e vida e acho que é isso o que a Deméter enxerga de potencial bondoso neles. Além do mais, os próprios deuses fazem tanta merda, né...
Adorei mesmo o capítulo, pontuou muito bem o dilema dela com a mãe, assim como os anteriores pontuaram o dela com o submundo do marido.
O que mais gostei: VOCÊ VOLTOU
EU VOLTEI!!
Eu quase desisti de vez, bem quase mesmo. Mas tô mais calma e melhor agora, então achei que seria bacana voltar hehe. Pelo menos tentar levar a história até o ponto que eu queria desde o começo.
Persephone vive dividida e sua opinião não se mantém constante. Ela vê as coisas boas, mas também vive coisas bem trágicas, é compreensível.
Isso não torna a mãe uma tola, no entanto. Acho que ambas conseguem ver os lados de uma mesma moeda igualmente e nenhuma está errada.
oie ♥ que bom que você voltou! sinto muito pelo que aconteceu, espero que esteja se sentindo melhor c:
caramba, esse capítulo me deu um baita tiro no coração. é bem verdade que as pessoas quando se encontram numa situação conflituosa raramente param pra contar até dez e sempre revelam o pior de si. Persephone tá certa em ter um pé atrás, mas espero que ela não coloque o outro também...
Eu tava com mta saudades de ler isso aqui já, ainda bem que você quis voltar! Mas eu entendo o desafio ser bem puxado, então não julgo nada seu sumiço. To mto feliz pq essa história me parece mto promisora, mesmo que agora seja com menos capítulos kkk
Gostei mto dessa distinção entre a natureza fofinha da Deméter e a Perséfone que é mais "realista", ou pessimista. Mostra como o Hades mudou ela (ou não, talvez ela sempre tenha tido esse lado e o Hades só aflorou, sei lá).
Capítulo lindo como sempre ♥ bem vinda de volta!
O que mais gostei: VOCÊ VOLTOOOOU ♥
Aaaaaa eu to tão feliz que você voltou!! Sua escrita é coisa de outro mundo, tava com saudade de ler essa história.
Que bom que desistiu da ideia de desistir. Me deixa feliz como leitora e como amiga-conhecida.
E sério, já volta arrasando né? Amo de coisas que falam sobre a natureza dos homens, e amo ainda mais a Persephone falando disso com propriedade. Quem melhor para conhecer os humanos do que a propria rainha do submundo??
Mas o que eu acho mais incrível mesmo é que você pensa nisso tudo e sai de um jeito tão lindo em só 100 palavras.
Com certeza vou continuar acompanhando e comentando nos seus capitulos!
Oi! Que bom que não desistiu, serio. Adoro como vc trabalha com as palvras, tudo fica muito bem escrito e fluido!!
Esse capitulo mesmo, adorei a dinamica de colocar a discrepancia da visao dos humanos, mostrando um pouco da dualidade tanto deles quanto das deusas. E realmente, o que emerge na sueprcificie e o q fica escondido na alma, é bem diferente.
Beijooos