Maviosa a primeira coisa que pensei foi eu falando maravilhosa quando tô com preguiça.
A segunda foi: personagem da marvel. ´´Uma pessoa maviosa é aquele que parece um personagem da marvel``uma bobagem assim.
Sobre o cap, cem palavras é um limite cruel.
Estamos diante de um cenário de quarto fechado, hummm... cortina pesada... sobrenatural ou algum material especifico ou essa jovem tá fazendo cena... vou na primeiro por agora.
Bom, e o cara que ascendeu a luz pelo menos não está livre do esquecimento da própria identidade e do que o levou até ali.
Aquele momento esquisito em que a física não faz sentido D:
Pelo visto todos estão conectados mesmo ao ambiente hospitalar. Imagino que uma seja enfermeira, o outro médico e o restante é paciente? Mas só falta saber os nomes dessa galera toda. Imagino a vontade de escrever o nome deles, mas não pode porque nem o narrador sabe ainda quem eles são. No caso, vai de apelidos mesmo. Homem 1, mulher 1... kkkk
Ainda tem bastante coisa para se desenrolar. Efeito "suspensivo", no sentido de dar um paus na narrativa para entrar informações? faço isso algumas vezes, ainda mais por conta do limite. É muita informação para soltar até o final.
Só cortinas. Como em muitos significados no dicionário, entre eles na botânica, nos negócios e na política (designar fronteira), a cortina é um objeto para esconder alguma coisa, seja no palco de um teatro ou mesmo no banheiro.
Sendo só cortinas em um caso de mistério investigativo, e mais importante, em um quarto de hospital, será que afastá-la trará alguma luz?
Maviosa a primeira coisa que pensei foi eu falando maravilhosa quando tô com preguiça.
A segunda foi: personagem da marvel. ´´Uma pessoa maviosa é aquele que parece um personagem da marvel``uma bobagem assim.
Sobre o cap, cem palavras é um limite cruel.
Estamos diante de um cenário de quarto fechado, hummm... cortina pesada... sobrenatural ou algum material especifico ou essa jovem tá fazendo cena... vou na primeiro por agora.
Bom, e o cara que ascendeu a luz pelo menos não está livre do esquecimento da própria identidade e do que o levou até ali.
Bom trabalho e até o próximo cap!
KKKKKKKKKKKKKKK
Essa palavra aguça a criatividade com seus possíveis significados.
Sim, é um limite cruel. Mas para escrever mistério é a minha diversão garantida.
Sim, cenário de quarto fechado. E uma cortina bem pesada. O que será que pode ser?
Ninguém aí se lembra quem é ou o que faz ali, culpado ou inocente.
Grata por comentar e acompanhar! Até! o/
Olá!
Aquele momento esquisito em que a física não faz sentido D:
Pelo visto todos estão conectados mesmo ao ambiente hospitalar. Imagino que uma seja enfermeira, o outro médico e o restante é paciente? Mas só falta saber os nomes dessa galera toda. Imagino a vontade de escrever o nome deles, mas não pode porque nem o narrador sabe ainda quem eles são. No caso, vai de apelidos mesmo. Homem 1, mulher 1... kkkk
Até! o/
Olá!
Física: 0
Narrador:10
Como você descobriu que nem o narrador sabe? 0o0 Ele só vai descobrir quando eu conseguir descobrir também. rsrsrsrs
Mas não tarda muito, a falta de nomes come mais palavras do que eu tenho disponível. Deixa eles com apelidos por hora.
Vou ir responder seus outros comentários.
A tensão que você tá construindo a cada capítulo está sendo muito imersiva. Estou empolgada
Fico feliz que esteja conseguindo imergir os leitores nesse cenário misterioso. (Objetivo alcançado com sucesso)
Espero que continue aproveitando da imersão.
Agora todos se encontraram... veremos o que se desenrolará daí.
Por um momento pareceu que estavamos vendo uma daquelas cenas de efeito "suspensivo" de Walking Dead.
Risos.
Ainda tem bastante coisa para se desenrolar. Efeito "suspensivo", no sentido de dar um paus na narrativa para entrar informações? faço isso algumas vezes, ainda mais por conta do limite. É muita informação para soltar até o final.
Estranha essa cortina.
E segue o mistério de porque estão todos desmemoriados e o que estão fazendo nesse hospital aí afinal de contas..
A física não fez sentido aqui.
E o mistério segue por mais um tempo.
A cortina esconde tanta coisa por trás de uma janela aberta que nos faz pensar no papel dela pelo mundo.
Maviosa? Essa nunca ouvi falar, vou lá no Dicionário Aurélio, heh, heh, heh.
Vamos seguir o baile e até a próxima.
O que mais gostei: Nada Além de Cortinas
O que acho que pode melhorar: Nada de especial. Era o que esperava.
Só cortinas. Como em muitos significados no dicionário, entre eles na botânica, nos negócios e na política (designar fronteira), a cortina é um objeto para esconder alguma coisa, seja no palco de um teatro ou mesmo no banheiro.
Sendo só cortinas em um caso de mistério investigativo, e mais importante, em um quarto de hospital, será que afastá-la trará alguma luz?
Até a próxima!