É bom que a história continue avançando, gostei da nova tradição sobre os Saintias e o corpo de Atena, mas devo admitir que ainda é um pouco confuso, Atena não gosta de usar mortais para seu benefício, mas está tudo bem em usar o de um demônio ? Talvez fosse minha falta de compreensão de leitura e nada mais. Eu me pergunto para onde o enredo de Kanon irá, suponho que teremos que esperar Saga descobrir o pote, o que pode não ser muito no futuro.
O que mais gostei: O que você postou de novo?
O que acho que pode melhorar: Devo dizer que a palavra (para mim) não é aimones, mas Daemons. Pior pode ser um simples problema de tradução de fonte.
Primeiramente agradecer por seu comentário e apontamentos das quais levou-me a mais uma pesquisa sobre o que disse.
O termo “Aimones” refere-se aos espíritos dos homens que “morriam em paz na eterna primavera” da Era Dourada da Mitologia Grega quando governado por Cronos (Titã). Partindo desse princípio, tomei a liberdade de usar esse conceito para fazer com que esses humanos fossem escolhidos pelos deuses para se tornarem seus emissários, ou seja, intermediários entre deuses e humanos que não necessariamente todos precisariam ter morrido para essa ‘graça divina’.
Inclusive, o próprio criador de Saint Seiya (Masami Kurumada) tomou a Mitologia Grega e criou sua própria interpretação criando o Hipermito de Saint Seiya. Não necessariamente reescreveu a mitologia, mas tomando suas inúmeras interpretações e recriando um universo para seu cenário – algo que, aliás, também faço em minhas fanfics sem distanciar do universo da série, somente adicionando mais elementos não abordados pelo autor para somar e enriquecer mais esse universo.
Ao que entendi de suas palavras, há sim um termo chamado "Daimones" são divindades, enquanto “Aimones’ seriam mortais. Possivelmente toma a palavra do latim “dæmon” que no vocábulo do português é interpretado como ‘Demõnio’ que, por sua vez, tem inúmeros conceitos e interpretações conforme a cultura de cada povo. No Cristianismo mesmo o termo tem um significado para uma personificação ruim, profana, maléfica... outras culturas são meros seres sobrenaturais não necessariamente a algo ruim.
Aimone não é um Daimone que não é um demônio aqui nesse contexto.
Aqui, tomei a liberdade de explicar, através da Alta-sacerdotisa, que a prática dos deuses de escolher um ‘Aimone’ foi abandonado no fim da Era Dourada, uma prática essa que Athena retomou exatamente para, então, reencarnar como humana não subjugando qualquer humano ao seu benefício – ao contrário de Poseidon e Hades que escolhem humanos para serem seus receptáculos e subjugarem a alma humana daqueles corpos.
Athena, no entanto, não faz isso. Athena nasce humana e cresce como uma humana.
Quando diz que "Atena não gosta de usar mortais para seu benefício, mas está tudo bem em usar o de um demônio" interpretei aqui pela linha conceitual cristã e não mitológica. Portanto, não, Athena não usa corpo de um “demônio” para reencarnar. Busquei deixar isso o mais claro possível quando disse que Athena adotou uma criança indesejada e abandonada pelos humanos.
É bom que a história continue avançando, gostei da nova tradição sobre os Saintias e o corpo de Atena, mas devo admitir que ainda é um pouco confuso, Atena não gosta de usar mortais para seu benefício, mas está tudo bem em usar o de um demônio ? Talvez fosse minha falta de compreensão de leitura e nada mais.
Eu me pergunto para onde o enredo de Kanon irá, suponho que teremos que esperar Saga descobrir o pote, o que pode não ser muito no futuro.
O que mais gostei: O que você postou de novo?
O que acho que pode melhorar: Devo dizer que a palavra (para mim) não é aimones, mas Daemons. Pior pode ser um simples problema de tradução de fonte.
Saudações!
Primeiramente agradecer por seu comentário e apontamentos das quais levou-me a mais uma pesquisa sobre o que disse.
O termo “Aimones” refere-se aos espíritos dos homens que “morriam em paz na eterna primavera” da Era Dourada da Mitologia Grega quando governado por Cronos (Titã). Partindo desse princípio, tomei a liberdade de usar esse conceito para fazer com que esses humanos fossem escolhidos pelos deuses para se tornarem seus emissários, ou seja, intermediários entre deuses e humanos que não necessariamente todos precisariam ter morrido para essa ‘graça divina’.
Inclusive, o próprio criador de Saint Seiya (Masami Kurumada) tomou a Mitologia Grega e criou sua própria interpretação criando o Hipermito de Saint Seiya. Não necessariamente reescreveu a mitologia, mas tomando suas inúmeras interpretações e recriando um universo para seu cenário – algo que, aliás, também faço em minhas fanfics sem distanciar do universo da série, somente adicionando mais elementos não abordados pelo autor para somar e enriquecer mais esse universo.
Ao que entendi de suas palavras, há sim um termo chamado "Daimones" são divindades, enquanto “Aimones’ seriam mortais. Possivelmente toma a palavra do latim “dæmon” que no vocábulo do português é interpretado como ‘Demõnio’ que, por sua vez, tem inúmeros conceitos e interpretações conforme a cultura de cada povo. No Cristianismo mesmo o termo tem um significado para uma personificação ruim, profana, maléfica... outras culturas são meros seres sobrenaturais não necessariamente a algo ruim.
Aimone não é um Daimone que não é um demônio aqui nesse contexto.
Aqui, tomei a liberdade de explicar, através da Alta-sacerdotisa, que a prática dos deuses de escolher um ‘Aimone’ foi abandonado no fim da Era Dourada, uma prática essa que Athena retomou exatamente para, então, reencarnar como humana não subjugando qualquer humano ao seu benefício – ao contrário de Poseidon e Hades que escolhem humanos para serem seus receptáculos e subjugarem a alma humana daqueles corpos.
Athena, no entanto, não faz isso. Athena nasce humana e cresce como uma humana.
Quando diz que "Atena não gosta de usar mortais para seu benefício, mas está tudo bem em usar o de um demônio" interpretei aqui pela linha conceitual cristã e não mitológica. Portanto, não, Athena não usa corpo de um “demônio” para reencarnar. Busquei deixar isso o mais claro possível quando disse que Athena adotou uma criança indesejada e abandonada pelos humanos.