O começo desse capítulo foi devagar, mas ele foi ficando legal na passagem dos parágrafos com os passados de Wukong e Koohi se relacionando em suas similaridades. Me identifiquei com o Koohi pela saudade dele de sua vida como um humano e de seu fardo como um deus, tem vezes que a gente sente nostalgia de tempos mais simples, sem fardos pesados que não gostaria de estar carregando, enfim...
Koohi também participou da luta contra Naraku, então é um Hakaishin que gostei de escrever e já planejava aproveitá-lo em algum momento. Faz sentido sua comparação sobre o fardo, entretanto, Koohi sentia isso não por si mesmo, mas pelo seu povo. Por estar longe deles e pelo destino deles. Há várias coisas de budismo e mitologia japonesa nesse capítulo.
O começo desse capítulo foi devagar, mas ele foi ficando legal na passagem dos parágrafos com os passados de Wukong e Koohi se relacionando em suas similaridades. Me identifiquei com o Koohi pela saudade dele de sua vida como um humano e de seu fardo como um deus, tem vezes que a gente sente nostalgia de tempos mais simples, sem fardos pesados que não gostaria de estar carregando, enfim...
Koohi também participou da luta contra Naraku, então é um Hakaishin que gostei de escrever e já planejava aproveitá-lo em algum momento. Faz sentido sua comparação sobre o fardo, entretanto, Koohi sentia isso não por si mesmo, mas pelo seu povo. Por estar longe deles e pelo destino deles. Há várias coisas de budismo e mitologia japonesa nesse capítulo.