Gente, tô pê da vida igual a Kat! Nossa, que tapão na cara! E de gente da própria família (o que dói mais). Mas confesso que desconfiei a partir de um comentário seu sobre esse avô dela, que houve alguma manobra do relacionamento dela com o traste (não vou chamá-lo pelo nome, vai ser por esse termo que é o que o define). E bingo!
Ainda bem que ela conseguiu processar toda essa situação e ainda tem o Alex para apoiar.
Por outro lado, refletindo sobre essa situação e trazendo pra vida real, muitas vezes os golpes que sofremos ou uma situação que pensamos que vai ser ruim acaba se convertendo em um bem. No caso da Kat, o traste tê-la trocado pela namorada do irmão (é duplamente traste por isso também) foi um favor que ele acabou concedendo a Kat mesmo sem querer. E ela ter se mudado para um lugar que aparentemente ia lhe trazer incômodo está se tornando um verdadeiro paraíso, pois além de ela conhecer o Alex, está se libertando de alguns familiares tóxicos, no caso o avô e o pai, enfim.
Hum... e esse final. Pela cara do Alex e sabendo o quão travesso ele é, imagino que ele vai levar a Kat pra casa dele de novo e propor que morem juntos. Ou isso, ou algo do tipo.
Enfim, vou lendo pra conferir, mas gosto de conjeturar.
Primeiramente, desculpa a demora em responder aos seus comentários, semana tá corrida e louca e pelo que já vi, temos de monte, e vou responder um por um. E já agrdeço á sua fidelidade com a história e em comentar cada um dos capítulos! Sei que eu já falei isso, mas adoro quando leio as teorias e até as ideias que os leitores deixam.
Sem mais, delongas, vamos ao seu comentário:
Sim, a Kat tem todo o direito de ficar possessa da vida com o avô, com o ex e com o tal do Cavendish... armaram bonito pra ela.
Como diz aquele velho ditado: Até um pé na bunda te empurra pra frente... e foi exatamente isso que aconteceu com a nossa mocinha. Ela achou que era o fim do mundo quando foi para a Califórnia, não foi lá um mar de rosas, descobrir tudo isso é um baque enorme, mas ela também encontrou pessoas verdadeiras que gostam dela e que vão apoia-la... há males que vem para ber.
Você e suas teorias, como sei que já passou do capítulo, essa você acertou! O danado do surfista vai fazer essa proposta... agora, será que é a hora?
Gente, tô pê da vida igual a Kat! Nossa, que tapão na cara! E de gente da própria família (o que dói mais). Mas confesso que desconfiei a partir de um comentário seu sobre esse avô dela, que houve alguma manobra do relacionamento dela com o traste (não vou chamá-lo pelo nome, vai ser por esse termo que é o que o define). E bingo!
Ainda bem que ela conseguiu processar toda essa situação e ainda tem o Alex para apoiar.
Por outro lado, refletindo sobre essa situação e trazendo pra vida real, muitas vezes os golpes que sofremos ou uma situação que pensamos que vai ser ruim acaba se convertendo em um bem. No caso da Kat, o traste tê-la trocado pela namorada do irmão (é duplamente traste por isso também) foi um favor que ele acabou concedendo a Kat mesmo sem querer. E ela ter se mudado para um lugar que aparentemente ia lhe trazer incômodo está se tornando um verdadeiro paraíso, pois além de ela conhecer o Alex, está se libertando de alguns familiares tóxicos, no caso o avô e o pai, enfim.
Hum... e esse final. Pela cara do Alex e sabendo o quão travesso ele é, imagino que ele vai levar a Kat pra casa dele de novo e propor que morem juntos. Ou isso, ou algo do tipo.
Enfim, vou lendo pra conferir, mas gosto de conjeturar.
Adorei (e senti raiva) desse capítulo! Até mais!
Primeiramente, desculpa a demora em responder aos seus comentários, semana tá corrida e louca e pelo que já vi, temos de monte, e vou responder um por um. E já agrdeço á sua fidelidade com a história e em comentar cada um dos capítulos! Sei que eu já falei isso, mas adoro quando leio as teorias e até as ideias que os leitores deixam.
Sem mais, delongas, vamos ao seu comentário:
Sim, a Kat tem todo o direito de ficar possessa da vida com o avô, com o ex e com o tal do Cavendish... armaram bonito pra ela.
Como diz aquele velho ditado: Até um pé na bunda te empurra pra frente... e foi exatamente isso que aconteceu com a nossa mocinha. Ela achou que era o fim do mundo quando foi para a Califórnia, não foi lá um mar de rosas, descobrir tudo isso é um baque enorme, mas ela também encontrou pessoas verdadeiras que gostam dela e que vão apoia-la... há males que vem para ber.
Você e suas teorias, como sei que já passou do capítulo, essa você acertou! O danado do surfista vai fazer essa proposta... agora, será que é a hora?
Vou para o próximo comentário!