GENTE, EU ESTOU MUITO FELIZ COM ESSE CAPÍTULO. Eu estava tão ansiosa em saber sobre o passado da Yeva e pá, você me dá esse capítulo (e a parte 2 também, mas não cheguei lá ainda haha). Obrigada por realizar meu desejo ♥
Vamos começar com as "ervas-daninhas roxas". Eu as achei muito "mau presságio", sabe? Plantas que voltam a crescer não importa quantas vezes você as arranque? Isso é sobre o medo e o pesar da Yeva? Não importa o quanto ela fuja disso, do passado dela e de suas dores, eles vão continuam crescendo? Tô sendo muito imaginativa ou era isso mesmo? Impactada, estou.
E sobre o Luka, bah, que pesado. Eu imaginei os pais da Yeva super felizes com o filho novo e tudo bem, tudo certo, e pá, a criança é um bruxo. Achei pesado. Aliás, o impacto dos "ensinamentos" da professora da Yeva também foi pesado. O que uma boca maldosa de uma mente preconceituosa não faz, né? A família poderia ter convivido muito bem com a criança, e tudo poderia terminar bem, mas, em um mundo tão preconceituoso, nada é tão fácil assim. Fiquei mal por eles - especialmente, porque eles morreram (ou será que não, Luka?) e muito mal pela Yeva, porque, né, se ela é a "Traidora" é porque o negócio foi feio. Tadinho de todo mundo.
Enfim, excelente capítulo. Não vou conseguir ler o outro hoje, mas eu juro que volto. A minha saga de capítulos e comentários atrasados vai terminar em algum momento, eu prometo.
E sobre não ter mais desafios e os casais serem bem secundários, aceito tudo. Faça o que é melhor pro plot, o resto é resto. Bora lá.
Até mais ♥
PS.: Eu acho que tem um erro bem no começo. Os pais dela estão completando 75 ou 73 anos de casados? Fiquei confusa na real.
IHUUUUUUUU! Tava na hora de começar a revelar alguns segredos, né? Fiquei até mais animada agora kkkkkkkk
Confesso que, apesar de pensar nas ervas daninhas como um símbolo, o passado da Yeva agarrado àquele solo que sua casa ocupou, não tinha pensado sobre esse ponto de "voltar a crescer não importa quantas vezes sejam arrancadas", mas eu amei e vou totalmente adotar essa interpretação kkkkkk
A situação toda é péssima. Todo mundo nessa história me dá a oportunidade de mostrar uma faceta diferente do preconceito que essa sociedade tem, e a da família da Yeva é especialmente dolorosa. Quer dizer, a neutralidade dos pais da Yeva também contruibuiu pra tudo o que aconteceu, e temos aí outro problema. Juro que terminei essa dupla de capítulos com o coração doendo.
Muito obrigada ♥ Minha saga de respostas atrasadas também tá finalmente chegando ao fim kkkkkkkk
Ihaa, vamo que vamo, então!
Até!
P.S.: não é erro, mas ficou confuso mesmo kkkkkkk. A ideia é que ela também inventou que é 75 anos porque seria a comemoração de uma bodas mais "impactantes" do que de 73 anos de casados, uma desculpa melhor pra ela ir vê-los.
OIEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! ♥
GENTE, EU ESTOU MUITO FELIZ COM ESSE CAPÍTULO. Eu estava tão ansiosa em saber sobre o passado da Yeva e pá, você me dá esse capítulo (e a parte 2 também, mas não cheguei lá ainda haha). Obrigada por realizar meu desejo ♥
Vamos começar com as "ervas-daninhas roxas". Eu as achei muito "mau presságio", sabe? Plantas que voltam a crescer não importa quantas vezes você as arranque? Isso é sobre o medo e o pesar da Yeva? Não importa o quanto ela fuja disso, do passado dela e de suas dores, eles vão continuam crescendo? Tô sendo muito imaginativa ou era isso mesmo? Impactada, estou.
E sobre o Luka, bah, que pesado. Eu imaginei os pais da Yeva super felizes com o filho novo e tudo bem, tudo certo, e pá, a criança é um bruxo. Achei pesado. Aliás, o impacto dos "ensinamentos" da professora da Yeva também foi pesado. O que uma boca maldosa de uma mente preconceituosa não faz, né? A família poderia ter convivido muito bem com a criança, e tudo poderia terminar bem, mas, em um mundo tão preconceituoso, nada é tão fácil assim. Fiquei mal por eles - especialmente, porque eles morreram (ou será que não, Luka?) e muito mal pela Yeva, porque, né, se ela é a "Traidora" é porque o negócio foi feio. Tadinho de todo mundo.
Enfim, excelente capítulo. Não vou conseguir ler o outro hoje, mas eu juro que volto. A minha saga de capítulos e comentários atrasados vai terminar em algum momento, eu prometo.
E sobre não ter mais desafios e os casais serem bem secundários, aceito tudo. Faça o que é melhor pro plot, o resto é resto. Bora lá.
Até mais ♥
PS.: Eu acho que tem um erro bem no começo. Os pais dela estão completando 75 ou 73 anos de casados? Fiquei confusa na real.
OLÁÁÁÁÁ!
IHUUUUUUUU! Tava na hora de começar a revelar alguns segredos, né? Fiquei até mais animada agora kkkkkkkk
Confesso que, apesar de pensar nas ervas daninhas como um símbolo, o passado da Yeva agarrado àquele solo que sua casa ocupou, não tinha pensado sobre esse ponto de "voltar a crescer não importa quantas vezes sejam arrancadas", mas eu amei e vou totalmente adotar essa interpretação kkkkkk
A situação toda é péssima. Todo mundo nessa história me dá a oportunidade de mostrar uma faceta diferente do preconceito que essa sociedade tem, e a da família da Yeva é especialmente dolorosa. Quer dizer, a neutralidade dos pais da Yeva também contruibuiu pra tudo o que aconteceu, e temos aí outro problema. Juro que terminei essa dupla de capítulos com o coração doendo.
Muito obrigada ♥ Minha saga de respostas atrasadas também tá finalmente chegando ao fim kkkkkkkk
Ihaa, vamo que vamo, então!
Até!
P.S.: não é erro, mas ficou confuso mesmo kkkkkkk. A ideia é que ela também inventou que é 75 anos porque seria a comemoração de uma bodas mais "impactantes" do que de 73 anos de casados, uma desculpa melhor pra ela ir vê-los.