Comentários em “O fim de tudo que conheço”: “Capítulo único”

Aarvyk

Preciso dizer que é uma ÓTIMA ideia para um conto. Sério, eu fiquei super mal aqui kkkkk coitada da Sarah e da Jéssica. Na hora que apareceu o "vovô?" meu coração virou migalhas >

Olha, mas preciso dizer, foi um conto muito rápido para emoções fortes demais. Quem sabe se você descrever mais um pouco as cenas e os sentimentos? O que houve com o mundo? O que aconteceu com as pessoas?

Sem contar que esse conto daria um prólogo fudido de bom de uma história maior, não acha?

Enfim, eu realmente gostei. Mas fica a dica colocar mais descrições e melhorar ainda mais esse cenário.

Muy bueno, senor.

Júlio Oliveira

Antes de qualquer coisa, preciso agradecer pelo comentário, Aarvyk ♥

Fico muito feliz que tenha gostado da proposta geral do conto, além de ter se emocionado em certo ponto. Sobre a velocidade do conto, eu entendo e concordo com seu ponto. De fato, esse conto é apenas um recorte de um universo maior. Então na prática existem vários eventos anteriores a ele, assim como posteriores.

Realmente seria legal ver essa história de um contexto maior. Assim como você, também consigo enxergá-la como um prólogo. Quem sabe não evoluo a ideia no futuro?

Muito obrigado por todo o comentário, dos elogios às críticas. Admiro sua honestidade, e saiba que levo tudo em conta pra melhorar, hein?

Um forte abraço e tudo de bom ♥

Yokichan

Olá!

Gostei muito do conto. Achei incrível como, sem perder tempo dando muita descrição de cenário e contexto, tu foi muito eficaz em situar o leitor no que estava acontecendo na história. Acredito que isso tornou o texto fluido, fácil de ler. Comecei a leitura e, quando me dei conta, já tinha terminado. Poxa, HAHAHAHAH.

Essa temática também sempre me interessa bastante. A gente não consegue evitar ficar pensando, curioso, como seria a vida num contexto de "fim do mundo", que coisas seria capaz de fazer pela sobrevivência, por aqueles que amamos, que limites manteríamos e que limites deixaríamos pra trás. Quais seriam nossas prioridades em uma realidade assim? Acho que isso foi muito bem abordado nessa história a partir de todos os personagens, tanto o velhinho, quanto a mulher grávida e o marido. Todos tinham algo a proteger, algo pelo qual lutar. Será que algum deles estava errado?

AH EU AMEI, SÓ ISSO MESMO. ♥

Saudades de ler tuas histórias! Essa caiu muito bem hoje.

Parabéns pelo texto e até mais!

Júlio Oliveira

Olá! Você não sabe a saudade que tô do seus comentários HAHAHA. Muito obrigado por isso ♥

Relendo alguns trabalhos antigos, percebi que eu podia ser prolixo em alguns momentos. Nada num nível grave, mas eu acreditei que eu podia melhorar nesse aspecto e, inspirado por alguns aprendizados que tive com o Stephen King (assim parece que ele foi meu tutor, né), escrevi este conto em uma linguagem mais direta, tentando levar a risca a ideia de "mostre, não conte". Fico feliz que tenha funcionado pra você!

Sobre a história em si, é fato que todos vivem seus próprios universos particulares. Cada um tem sua prioridade e vai fazer tudo que puder para protegê-la. Acontece que isso leva a conflitos e fica a questão: como resolver isso? Quem está certo e quem está errado? Em alguns casos, torna-se fácil se distanciar e fazer uma análise que aproxima da verdade ("verdade" no sentido de encontrar aquele ponto que soma todas as visões, dando uma perspectiva verdadeiramente ampla da situação, como uma visão em 360º), mas no dia a dia, não é tão simples assim.

Temos nos acostumar com o fato de que, na visão de uma outra pessoa, somos o vilão.

Mais uma vez, muito obrigado pelo comentário! Rico e maravilhoso como sempre! Prevejo um ano cheio de histórias, hein?

Um abraço e até logo! ♥