Comentários em “Intangível”: “Quase”

Kori Hime

Oiii

o famoso e se eu tivesse feito isso e aquilo huauhahua

Muito ruim amargar as coisas que nao viveu, isso quando nao tem como mudr mais o que passou.

No caso as memorias ali seria o sebastian tocando violino?

O pai dele era mais perdidinho junto com os fantasmas? huauhahu nao deve ser facil conseguir manter equilibrio vendo fgantasma huahuahua

beijossss

Mel Bronte
Mel Bronte Autor

Oi, Kori!

Pois é, é o famoso "e se", só que muito disse estava completamente fora do controle do Benjamin...

Sebastian ensinou o Benjamin a tocar piano. Quem estava tocando violino era a moça que tinha aparecido com o arco do violino e com o menino uns capítulos para trás.

O pai dele era bem mais perdidinho com os fantasmas (e com outras coisas) do que o Benjamin. Perto dele, o Benjamin é muito bem equilibrado, hahaha

Obrigada pelo comentário, e até mais!

Longo

Eu já tinha largado o forninho, se fosse o Benji. Meu deus do céu. Vive cheio dos "e se" e, além de tudo, viver com um pai desses, que, além de herdar dele esse poder desgraçado, ainda traz eses problemas. Tô curioso para saber a infância de Benji, apesar de que não sei se vai dar tempo de abordar tudo isso.

Obrigado pelo capítulo e até o próximo! ♥

Mel Bronte
Mel Bronte Autor

Oi, Longo!

Pois é, Benji tem um fardo pesado para carregar... E vamos lembrar que lá atrás ainda perdeu um irmão. O pai foi outra coisa, também. Acho que não vai dar tempo de abordar tudo o que quero sobre a infância, mas vou dando umas pistas.

Sobre os "e se", a guerra que tirou muitas possibilidades dele, no fundo.

Muito obrigada pelo seu comentário, e até mais! ♥

Kaline Bogard

Olá!

Eita, o "quase" é tão pesado quanto o "e se". Benjamin, não faça isso com você. Se torturar com esses quase, quando muitos deles não dependiam da vontade dele, como ser convocado e conseguir sobreviver.

pense que você fez o melhor que pode com esses "quase" e o resultado que alcançou ao fazer o melhor que podia, com o melhor que tinha.

E as lembranças vão voltando!

Como assim eles "quase" foram noivo O.O

Mel Bronte
Mel Bronte Autor

Olá, Kaline!

Pois é, tem uma diferença entre o "e se" e o quase, mas ambos podem ser tão pesados quanto. E, na realidade, a guerra frustrou muitos planos do Benjamin (para ter esse resultado... a sinopse não mente quando diz que o Benjamin conhece muito bem a força do azar).

Acho que o Benjamin tem consciência disso, de que fez o melhor que pôde, por quanto tempo pôde e por isso hoje consegue seguir, além de só querer viver tranquilamente.

As lembranças... O reencontro com a Miriam deu o último "clique" do encaixe das peças o quebra-cabeças que faltavam.

Calma, não vamos nos emocionar muito aqui. Lembra da moça com o arco do violino, de quem o Benji achou que fosse apanhar e que era motivo para a Margareth insistir na ideia do casamento para o Benjamin? Pois bem, era sobre ela, esse "quase", é ela quem toca o violino enquanto o Benjamin toca o piano.

Muito obrigada pelo seu comentário, e até mais!