Comentários em “Intangível”: “Angústias e súplicas”

Longo

AAAAAAAAA

Esse capítulo foi muito intenso. Acho que essa é a palavra: Intenso.

Toda vez que eu recebo um e-mail de aviso sobre Intangível, eu venho correndo já HAHAHA E eu nunca me arrependo! Sempre é uma leitura incrível, cheia de emoção.

Eu adoro a forma como você coloca as palavras no seu texto. Nesse capítulo, adorei o uso de "laboriosas e lamurientas", achei chiquérrimo. E acho que essa escolha de palavras ajuda a formar o clima e o ambiente da história.

Parabéns por mais esse capítulo, Mel ♥ Espero que esteja se divertindo com o desafio! Te vejo no capítulo de amanhã :)

Mel Bronte
Mel Bronte Autor

Oi, Longo! ♥

Ah... De vez em quando, uma dose de intensidade faz bem. Ainda mais nessa história. Acho que não tem como ser de outro jeito, haha.

E olha só, fiquei sem palavras agora! Só posso agradecer pelo carinho que você tem por Intangível! ♥

E que bom que gostou também do uso das palavras!

Muito obrigada pelo seu comentário e por seguir aqui! ♥

Até mais

Kori Hime

Olá,

essa parte de ele lidar com os espíritos, gosto nao kkkk

Imagina você receber essa "missão" e carregar toda a carga de vida das almas, por isso é bom o cara ali carregando ele, nao da pra suportar isso tudo sozinho ainda mais quadno é com alguem que a gente conviveu.

Beijos e até o próximo

Mel Bronte
Mel Bronte Autor

Olá, Kori!

Olha, se te consola, o Benjamin já está bastante acostumado a lidar com os espíritos, hahaha.

E, de fato, é uma missão bem pesadinha para o lado dele. Por mais que o Abraham seja vacilão, ainda dá algum apoio.

Obrigada pelo seu comentário, e até mais!

Kaline Bogard

Olá!

Entendo perfeitamente a sua dor com a palavra. Mas achei que foi uma mudança muito boa, trouxe uma nova perspectiva à narrativa, esse começo teve até um tom meio poético. Imagino mesmo que os espíritos e suas lamurias sejam algo pesado, porque isso é tudo o que restou pra eles :/

Mel Bronte
Mel Bronte Autor

Olá, Kaline!

Fiquei meio triste por causa do tempo verbal assim no meio da história, mas até que gostei do resultado, no fim. Acho que narrar os acontecimentos no tempo presente dá um impacto diferente.

Exato, os espíritos ainda presos, no fim das contas, não têm mais nada. Às vezes, não têm nem ninguém para escutá-los...

Obrigada pelo comentário, e até mais!