Cem palavras é pouco, mas, como sempre, você dizendo muito. Caiu até um olho na minha lágrima. Alzheimer é uma doença triste demais. Quase nunca paramos para pensar sobre temas tão reais com os nossos personagens, e isso é bom e ruim. Às vezes precisamos acordar, ter alguém para nos identificar, e ao mesmo tempo precisamos fugir. Pra mim, particularmente, foi um acordar, um lembrete de que a vida pode ser muito, muito difícil. E pensar nela chamando o Hugo de Rony despedaçou meu coração totalmente.
Excelente é pouco para esse capítulo! Muito obrigada!!
Ah que comentário mais lindo de se ler. Eu nunca sofri com essa doença, mas a avó da minha melhor amiga de infância sim, lembro dela começando o alzheimer e terminando a vida como se fosse um nada, deitada só respirando. Acho que é a doença mais triste da velhice. A parte dela chamando o Hugo de Rony eu coloquei numa fic minha uma vez, adoro imaginar esse cenário e pra mim o Hugo seria mesmo o único neto adulto que visitaria os avós com frequência. Muito feliz quente emocionei. Obrigada pelas palavras lindas ♥️
Fico tão feliz que te emocionei nesse nível de 100 palavras. A velhice é algo triste e bonito aí mesmo tempo que deve ser falado as vezes. Obrigada por ler e comentar ♥️
Nossa, confesso que fiquei um pouco triste tbm... Eu não lembro dos meus avós, mas tenho medo de alguma coisa assim acontecer com meus pais, nem sei o que faria. Aí sua história me faz pensar muito na vida, sentir por situações que sei que não são reais, mas poderiam muito bem ser. Gosto dessa verdade.
Eu tenho avós, mas não vivenciei isso com eles, lembro da avó da minha melhor amiga de infância, lembro das fases do alzheimer. É triste, mas o futuro não sabemos o que vira. Fico feliz em saber que estou tocando nesses assuntos mais profundos da vida. Queria atingir isso mesmo, mesmo com só 100 palavras por capítulo. Obrigada por ler e comentar ♥️
Que capítulo bonito. Molly assim é sempre especial. Lembro de Rose dando um vestido a ela, transformando ela na rainha da casa o que se fato ela sempre foi... enfim... amei amei amei...
Sim, pensei muito nessa cena da nossa fic que colocou, Rose enchendo ela de vestidos e memórias novas. Na verdade queria o Hugo na cena pra ficar um pouco melhor, mas... Fico feliz que tenha gostado amiga. Obrigada ♥️
Ainda bem que estou blindada, pois li 2 ones no AO3 com um final trágico hoje. Tão tentando me derrubar de todos os lados!!!! kkkkkkk brincadeiras a parte, é estranho pensar que as melhores memórias com os avós são durante a infância, quando a gente nem liga pra isso...
E esses comentários no final de cada capítulo dá um gostinho de quero mais, não vale.
Sinto por ter contribuído de alguma forma pra fase pesada das fics do dia. Isso que falou é muito verdade. A parte da infância é o que fica com a gente em relação aos avós. A gente não sabe da importância na época, acho que é por isso que tudo fica melhor no futuro. Ah fico feliz em saber que gosta das impressões no final do capítulo. A cena do Hugo sendo chamado de Rony colocou em outra fic minha. Obrigada por ler e comentar ♥️
L
Little Alice
Oi, tudo bem?
Ah, poxa, esse capítulo foi de partir o coração... a Molly com Alzheimer é algo tão triste, ela não lembrar dos netos... E esse último parágrafo é bem verdadeiro mesmo, só o que temos é o presente. Enfim, nem tenho muito o que dizer, porque fiquei bem triste aqui :(
Devo confessar que gosto dessa visão da Molly, mas ao mesmo tempo é tão triste e algo que poderia ser de fato real. Desculpe por te deixar teiste prometo que o próximo tá tranquilo e influenciado por vc de algum modo. Obrigada por ler e comentar ♥️
Estou com lágrimas nos olhos e o coração apertado. Nós aprendemos sobre Alzheimer na faculdade e quais os possíveis tratamentos, mas ninguém nos ensina como amparar um parente que não é reconhecido. Esse capítulo mostra o poder do respeito a ancestralidade e estou muito grata por vc não tentar abordar meios de tratamento. Hugo definitivamente seria o único a visita-la e a Rose com certeza deve chorar aos cantos por ver a avó assim. O ciclo da vida é lindo e nefasto.
Acho que essa doença é uma das mais tristes da velhice se não for a mais triste. Eu nunca vivenciei isso com meus avós, mas lembro da avó da minha melhor amiga de infância, da doença dando pequenos sinais, dela voltando, tendo que dar a volta no quarteirão porque queria voltar pra casa dela sem lembrar que ela morava ali, lembro dela virando um vegetal, que só respirava não falava mais nada. É tão triste. Antes de parar de falar ela só rezava um pai nosso, muito triste, triste demais. Penso que seria um conforto em certa parte para Molly não se lembrar de um filho morte, voltar a época que todos eram crianças. Mas não deixa se ser triste. Fico tão feliz em ler suas palavras ainda mais de alguém da área da saúde, obrigada, nem sei o que te responder e nem como te agradecer direito. ♥️
Ai, meu coração. Tem umas lágrimas querendo saltar dos meus olhos aqui. Molly é alguém que eu tenho um apreço tão grande. Ela e o Arthur são um exemplo de relacionamento e de pessoas pra mim. Gosto de toda a história deles e como eles possuem um coração imenso e espalham amor, carinho e proteção pela vida de quem eles amam.
Amei esse capítulo e, de todos, foi o mais especial pra mim. Espero que a Rose realmente volte sempre para criar novas memórias e aproveitar a companhia da vozinha dela, que é uma mulher maravilhosa :')
Molly e Arthur é tão isso que falou. Como se fossem uma rocha sólida que sustenta a toca inteira, todos seus membros, todos que chegaram. Pensar que um está em declínio é triste. Rose aprendeu e está aprendendo muito com a lista, com certeza ela voltará pra criar novas memórias com a avó. Mesmo que ela esqueça em seguida. A vida é um sopro e adoro explorar esse tipo de tema quando consigo nas histórias. Fico feliz em saber que gostou ♥️
Eu quero dizer que amei esse capítulo. Ficou tão bom e tão triste, é muito difícil quando isso acontece, queremos guardar sempre o melhor de nossos avós e quando eles perdem um pouco a cognição, parece que nosso mundo desaba.
Ah que bom que gostou desse capítulo, apesar de triste. Temos muitas lembranças de nossos avós e vivenciamos a melhor parte deles na infância mas quando adultos nos afastamos, na maioria das vezes. Infelizmente. Resgatar as vezes é importante. Obrigada por ler e comentar ♥️
Ler esse capítulo me deu um grande aperto no coração e um nó na garganta enorme. Sinceramente, os avós são parte essencial da infância da maioria das pessoas (e do resto da vida também) e se dar conta de que um dia eles não estarão mais contigo ou não se lembrarão de você pode doer bastante. Pobre Rose!
Os avós caminham com a gente durante tanto tempo, estão presentes grande parte da infância mas quando viramos adultos a maioria das pessoas simplesmente se agastam. É triste pensar nessa situação, mas ao mesmo tempo eu gosto por ser algo que se torna real e toca ela de várias maneiras. Obrigada por ler e comentar ♥️
Oieee! ♥
Cem palavras é pouco, mas, como sempre, você dizendo muito. Caiu até um olho na minha lágrima. Alzheimer é uma doença triste demais. Quase nunca paramos para pensar sobre temas tão reais com os nossos personagens, e isso é bom e ruim. Às vezes precisamos acordar, ter alguém para nos identificar, e ao mesmo tempo precisamos fugir. Pra mim, particularmente, foi um acordar, um lembrete de que a vida pode ser muito, muito difícil. E pensar nela chamando o Hugo de Rony despedaçou meu coração totalmente.
Excelente é pouco para esse capítulo! Muito obrigada!!
Um grande beijo e até amanhã ♥ ♥ ♥
Ah que comentário mais lindo de se ler. Eu nunca sofri com essa doença, mas a avó da minha melhor amiga de infância sim, lembro dela começando o alzheimer e terminando a vida como se fosse um nada, deitada só respirando. Acho que é a doença mais triste da velhice. A parte dela chamando o Hugo de Rony eu coloquei numa fic minha uma vez, adoro imaginar esse cenário e pra mim o Hugo seria mesmo o único neto adulto que visitaria os avós com frequência. Muito feliz quente emocionei. Obrigada pelas palavras lindas ♥️
como chorar em 100 palavras... histórias com avós são meu ponto fraco, que bom que esse era um dos itens da lista da rose!
Fico tão feliz que te emocionei nesse nível de 100 palavras. A velhice é algo triste e bonito aí mesmo tempo que deve ser falado as vezes. Obrigada por ler e comentar ♥️
Nossa, confesso que fiquei um pouco triste tbm... Eu não lembro dos meus avós, mas tenho medo de alguma coisa assim acontecer com meus pais, nem sei o que faria. Aí sua história me faz pensar muito na vida, sentir por situações que sei que não são reais, mas poderiam muito bem ser. Gosto dessa verdade.
Bjs até amanhã
Eu tenho avós, mas não vivenciei isso com eles, lembro da avó da minha melhor amiga de infância, lembro das fases do alzheimer. É triste, mas o futuro não sabemos o que vira. Fico feliz em saber que estou tocando nesses assuntos mais profundos da vida. Queria atingir isso mesmo, mesmo com só 100 palavras por capítulo. Obrigada por ler e comentar ♥️
Que capítulo bonito. Molly assim é sempre especial. Lembro de Rose dando um vestido a ela, transformando ela na rainha da casa o que se fato ela sempre foi... enfim... amei amei amei...
Beijos...
❤❤❤❤
Sim, pensei muito nessa cena da nossa fic que colocou, Rose enchendo ela de vestidos e memórias novas. Na verdade queria o Hugo na cena pra ficar um pouco melhor, mas... Fico feliz que tenha gostado amiga. Obrigada ♥️
Meu deus, essa foi pesadíssima.
Ainda bem que estou blindada, pois li 2 ones no AO3 com um final trágico hoje. Tão tentando me derrubar de todos os lados!!!! kkkkkkk brincadeiras a parte, é estranho pensar que as melhores memórias com os avós são durante a infância, quando a gente nem liga pra isso...
E esses comentários no final de cada capítulo dá um gostinho de quero mais, não vale.
Beijo ♥
Sinto por ter contribuído de alguma forma pra fase pesada das fics do dia. Isso que falou é muito verdade. A parte da infância é o que fica com a gente em relação aos avós. A gente não sabe da importância na época, acho que é por isso que tudo fica melhor no futuro. Ah fico feliz em saber que gosta das impressões no final do capítulo. A cena do Hugo sendo chamado de Rony colocou em outra fic minha. Obrigada por ler e comentar ♥️
Oi, tudo bem?
Ah, poxa, esse capítulo foi de partir o coração... a Molly com Alzheimer é algo tão triste, ela não lembrar dos netos... E esse último parágrafo é bem verdadeiro mesmo, só o que temos é o presente. Enfim, nem tenho muito o que dizer, porque fiquei bem triste aqui :(
Beijos e até a próxima :*
Devo confessar que gosto dessa visão da Molly, mas ao mesmo tempo é tão triste e algo que poderia ser de fato real. Desculpe por te deixar teiste prometo que o próximo tá tranquilo e influenciado por vc de algum modo. Obrigada por ler e comentar ♥️
Estou com lágrimas nos olhos e o coração apertado. Nós aprendemos sobre Alzheimer na faculdade e quais os possíveis tratamentos, mas ninguém nos ensina como amparar um parente que não é reconhecido. Esse capítulo mostra o poder do respeito a ancestralidade e estou muito grata por vc não tentar abordar meios de tratamento. Hugo definitivamente seria o único a visita-la e a Rose com certeza deve chorar aos cantos por ver a avó assim. O ciclo da vida é lindo e nefasto.
Acho que essa doença é uma das mais tristes da velhice se não for a mais triste. Eu nunca vivenciei isso com meus avós, mas lembro da avó da minha melhor amiga de infância, da doença dando pequenos sinais, dela voltando, tendo que dar a volta no quarteirão porque queria voltar pra casa dela sem lembrar que ela morava ali, lembro dela virando um vegetal, que só respirava não falava mais nada. É tão triste. Antes de parar de falar ela só rezava um pai nosso, muito triste, triste demais. Penso que seria um conforto em certa parte para Molly não se lembrar de um filho morte, voltar a época que todos eram crianças. Mas não deixa se ser triste. Fico tão feliz em ler suas palavras ainda mais de alguém da área da saúde, obrigada, nem sei o que te responder e nem como te agradecer direito. ♥️
Ai, meu coração. Tem umas lágrimas querendo saltar dos meus olhos aqui. Molly é alguém que eu tenho um apreço tão grande. Ela e o Arthur são um exemplo de relacionamento e de pessoas pra mim. Gosto de toda a história deles e como eles possuem um coração imenso e espalham amor, carinho e proteção pela vida de quem eles amam.
Amei esse capítulo e, de todos, foi o mais especial pra mim. Espero que a Rose realmente volte sempre para criar novas memórias e aproveitar a companhia da vozinha dela, que é uma mulher maravilhosa :')
Molly e Arthur é tão isso que falou. Como se fossem uma rocha sólida que sustenta a toca inteira, todos seus membros, todos que chegaram. Pensar que um está em declínio é triste. Rose aprendeu e está aprendendo muito com a lista, com certeza ela voltará pra criar novas memórias com a avó. Mesmo que ela esqueça em seguida. A vida é um sopro e adoro explorar esse tipo de tema quando consigo nas histórias. Fico feliz em saber que gostou ♥️
Eu quero dizer que amei esse capítulo. Ficou tão bom e tão triste, é muito difícil quando isso acontece, queremos guardar sempre o melhor de nossos avós e quando eles perdem um pouco a cognição, parece que nosso mundo desaba.
Ah que bom que gostou desse capítulo, apesar de triste. Temos muitas lembranças de nossos avós e vivenciamos a melhor parte deles na infância mas quando adultos nos afastamos, na maioria das vezes. Infelizmente. Resgatar as vezes é importante. Obrigada por ler e comentar ♥️
Oie
Ler esse capítulo me deu um grande aperto no coração e um nó na garganta enorme. Sinceramente, os avós são parte essencial da infância da maioria das pessoas (e do resto da vida também) e se dar conta de que um dia eles não estarão mais contigo ou não se lembrarão de você pode doer bastante. Pobre Rose!
Beijoos
Os avós caminham com a gente durante tanto tempo, estão presentes grande parte da infância mas quando viramos adultos a maioria das pessoas simplesmente se agastam. É triste pensar nessa situação, mas ao mesmo tempo eu gosto por ser algo que se torna real e toca ela de várias maneiras. Obrigada por ler e comentar ♥️