Olha, se hoje foi um dia que você quis escrever bem mais que cem palavras, hoje foi um dia que eu quis ler bem mais de 100 palavras.
♥ Amo demasiadamente essa história, sério. É difícil a gente se apegar tanto a personagens originais, mas já gosto muito do Benji! E tô adorando cada vez mais o rumo da história!
Gostei desde o primeiro capítulo e, com certeza, vou amar até o final!
Beijinhos, Mel, até hoje à tarde, com mais um capítulo de Gafieira em Jorué hahah
Ainda adoro o contraste entre nossas histórias ♥ Bem interessante ver o lado mais dark de Intangível com o lado mais alegre e fofo atualmente em Gafieira hahaha
Nunca achei que ia gostar tanto de uma história igual a sua. Mas cá está você, me surpreendendo a cada capítulo!
Beijinhos e até a próxima! Obrigado por mais um capítulo incrível ♥
Você sempre me emociona com esses seus comentários lindos!
Não tenho palavras para expressar minha gratidão, e minha felicidade por você estar amando essa minha história, ainda mais sabendo que você achava que não iria gostar tanto de uma história como a minha. Uau! ♥
Acredito que boa parte do sucesso para fazer o leitor se apegar a um personagem é, além de criar empatia/identificação, mostrar as facetas do personagem. Afinal, ninguém é uma coisa só. Aqui a gente mostra as faces a conta-gotas, mas elas estão aí. Dito isso, devo dizer que nem eu esperava que Benji acabasse sendo tão querido, fico feliz por isso também! ♥
Vou ter que começar a recomendar Gafieira para quem vier até a minha história, para lavar a alma com alegria e fofuras depois de tanto sofrimento por aqui em Intangível, haha
Muitíssimo obrigada pelos seu comentários e pelo seu apoio, significam muito! ♥
Até que o sonho foi leve, estar cercado pelo inimigo deve ser horrivel, mas diante de uma guerra imagino que ele já tenha tido pesadelos bem piores! Ele agindo assim não é fácil pra ele nem pra familia, mas estou gostando que a irmã está tentando cuidar dele, ela insiste em casamento e talz, mas é um jeito de mostrar cuidado!
Eu gosto de filmes de guerra que ta no ponto de vista do soldados, as cenas dao a sensação de que é o verdadeiro inferno e imagina voltar de uma guerra com as imagens na mente?
Olha, realmente, para os soldados, é um verdadeiro inferno. Outro dia li sobre o caso de um soldado que teve um surto e escreveu uma carta dizendo que voltou de uma guerra viciado em matar. Não é nada fácil lidar com esse tipo de memórias. Já é difícil lidar com os acontecimentos violentos do dia-a-dia. Em uma guerra, então...
E finalmente tivemos uma cena fofa por aqui, estávamos precisando!
Capítulo belíssimo, achei bem delicado e poético, um pouco melancólico também. Sei lá, muitos sentimentos envolvidos, esse me tocou bastante. Adorei a explicação sobre o termo "cigano", é algo que eu mesma só fui descobrir alguns meses atrás, e é legal espalhar. Até amanhã ♥
Fico muito feliz de saber que você achou esse capítulo poético, apesar da melancolia (ou talvez por causa da melancolia)...
São muitos sentimentos, de fato, e olha que ainda virão mais...
Ah, isso é verdade! É sempre bom conscientizar e se conscientizar sobre palavras que achamos comuns mas que na verdade pegam uma carga negativa que se mescla com a identidade de um povo. Lembro que, alguns anos atrás, nos dicionários de espanhol, o termo gitano (que a gente traduz aqui como cigano) vinha como sinônimo de ladrão, uma coisa bem pesada. Não custa nada ter um pouquinho de sensibilidade nesses casos.
Ah não, agora eu fiquei triste de verdade, esse voto dele de não matar - mesmo que indiretamente por ser um consumidor - foi tipo aqueles socos que você recebe do absolutamente nada. Que vida pesada o Benji teve, eu sempre me surpreendo que ele ainda consegue ser tão funcional apesar de tudo. Você detesta seus próprios personagens né, admita. :'c
Ô, Petit, desculpa pelo soco no estômago, mas sabe como é. Foi necessário.
Apesar de Margareth ser desastrada nas tentativas dela de ajudar o Benji, ela é parte de uma rede de apoio do Benjamin - ajuda muito na hora de ser funcional. A vida longe de tudo, sem precisar dar grandes satisfações a ninguém, também ajuda. Mas você me conhece e sabe que mal estamos começando a mergulhar no Benjamin e na história dele.
Eu... Bem, eu tenho uma relação disfuncional com meus personagens, hahaha. Mas eu os amo, tá? Faço eles sofrerem, mas amo!
Obrigada por seguir aqui e não desistir de mim, Petit ♥
Olha, se hoje foi um dia que você quis escrever bem mais que cem palavras, hoje foi um dia que eu quis ler bem mais de 100 palavras.
♥ Amo demasiadamente essa história, sério. É difícil a gente se apegar tanto a personagens originais, mas já gosto muito do Benji! E tô adorando cada vez mais o rumo da história!
Gostei desde o primeiro capítulo e, com certeza, vou amar até o final!
Beijinhos, Mel, até hoje à tarde, com mais um capítulo de Gafieira em Jorué hahah
Ainda adoro o contraste entre nossas histórias ♥ Bem interessante ver o lado mais dark de Intangível com o lado mais alegre e fofo atualmente em Gafieira hahaha
Nunca achei que ia gostar tanto de uma história igual a sua. Mas cá está você, me surpreendendo a cada capítulo!
Beijinhos e até a próxima! Obrigado por mais um capítulo incrível ♥
Oi, Longo!
Você sempre me emociona com esses seus comentários lindos!
Não tenho palavras para expressar minha gratidão, e minha felicidade por você estar amando essa minha história, ainda mais sabendo que você achava que não iria gostar tanto de uma história como a minha. Uau! ♥
Acredito que boa parte do sucesso para fazer o leitor se apegar a um personagem é, além de criar empatia/identificação, mostrar as facetas do personagem. Afinal, ninguém é uma coisa só. Aqui a gente mostra as faces a conta-gotas, mas elas estão aí. Dito isso, devo dizer que nem eu esperava que Benji acabasse sendo tão querido, fico feliz por isso também! ♥
Vou ter que começar a recomendar Gafieira para quem vier até a minha história, para lavar a alma com alegria e fofuras depois de tanto sofrimento por aqui em Intangível, haha
Muitíssimo obrigada pelos seu comentários e pelo seu apoio, significam muito! ♥
Beijinhos e até mais!
Olá!
Até que o sonho foi leve, estar cercado pelo inimigo deve ser horrivel, mas diante de uma guerra imagino que ele já tenha tido pesadelos bem piores! Ele agindo assim não é fácil pra ele nem pra familia, mas estou gostando que a irmã está tentando cuidar dele, ela insiste em casamento e talz, mas é um jeito de mostrar cuidado!
A familia pareceu muito unida nesse capitulo!
Olá, Kaline!
De fato, os pesadelos do Benjamin podem ser bem piores...
Ah, a irmã é bem-intencionada e o ama, mas só tem as piores estratégias, mesmo.
Sobre a família, ela tem suas complexidades e seus pontos de tensão, como qualquer outra família. Mas, no geral, é uma família bastante unida, sim.
Obrigada pelo seu comentário!
Oiii
Eu gosto de filmes de guerra que ta no ponto de vista do soldados, as cenas dao a sensação de que é o verdadeiro inferno e imagina voltar de uma guerra com as imagens na mente?
A mae cantando que fofaaa
Beijos, até amanhã
Oi, Kori!
Olha, realmente, para os soldados, é um verdadeiro inferno. Outro dia li sobre o caso de um soldado que teve um surto e escreveu uma carta dizendo que voltou de uma guerra viciado em matar. Não é nada fácil lidar com esse tipo de memórias. Já é difícil lidar com os acontecimentos violentos do dia-a-dia. Em uma guerra, então...
E finalmente tivemos uma cena fofa por aqui, estávamos precisando!
Obrigada pelo seu comentário! Até amanhã.
Capítulo belíssimo, achei bem delicado e poético, um pouco melancólico também. Sei lá, muitos sentimentos envolvidos, esse me tocou bastante. Adorei a explicação sobre o termo "cigano", é algo que eu mesma só fui descobrir alguns meses atrás, e é legal espalhar. Até amanhã ♥
Olá, Gabrella!
Fico muito feliz de saber que você achou esse capítulo poético, apesar da melancolia (ou talvez por causa da melancolia)...
São muitos sentimentos, de fato, e olha que ainda virão mais...
Ah, isso é verdade! É sempre bom conscientizar e se conscientizar sobre palavras que achamos comuns mas que na verdade pegam uma carga negativa que se mescla com a identidade de um povo. Lembro que, alguns anos atrás, nos dicionários de espanhol, o termo gitano (que a gente traduz aqui como cigano) vinha como sinônimo de ladrão, uma coisa bem pesada. Não custa nada ter um pouquinho de sensibilidade nesses casos.
Muito obrigada pelo seu comentário! Até mais! ♥
Ah não, agora eu fiquei triste de verdade, esse voto dele de não matar - mesmo que indiretamente por ser um consumidor - foi tipo aqueles socos que você recebe do absolutamente nada. Que vida pesada o Benji teve, eu sempre me surpreendo que ele ainda consegue ser tão funcional apesar de tudo. Você detesta seus próprios personagens né, admita. :'c
Ô, Petit, desculpa pelo soco no estômago, mas sabe como é. Foi necessário.
Apesar de Margareth ser desastrada nas tentativas dela de ajudar o Benji, ela é parte de uma rede de apoio do Benjamin - ajuda muito na hora de ser funcional. A vida longe de tudo, sem precisar dar grandes satisfações a ninguém, também ajuda. Mas você me conhece e sabe que mal estamos começando a mergulhar no Benjamin e na história dele.
Eu... Bem, eu tenho uma relação disfuncional com meus personagens, hahaha. Mas eu os amo, tá? Faço eles sofrerem, mas amo!
Obrigada por seguir aqui e não desistir de mim, Petit ♥