Caramba Mel, como assim você me enfia um baita parágrafo descrevendo a viagem de trem de uma forma tão poética e vívida assim, você tá muito desumilde ultimamente hahuahaua.
Mas sério, alguma coisa nesse capítulo - acho que a melancolia dele, que casou bem direitinho com a palavra de hoje - alcançou aquela nota certa, sabe? Eu quero reler ele umas 20 vezes agora.
POR FAVOR POSTA LOGO MAIS EU QUERO SABER QUEM É ESSA PESSOA QUERO SABER MAIS SOBRE O TIO BENJI EU SÓ QUERO MAAAAIS
Ô, Petit, eu vou colocar a culpa pela desumildade no meu signo, tá? HAHAHA
Mas, sério, eu nem imaginei que a palavra do dia fosse se encaixar tão bem no que eu já tinha planejado- porque a gente precisa dar uma mergulhadinha mais profunda nos traumas do Benji.
EU AINDA PERCO TODA A COMPUSTURA QUANDO RELEIO ESSA PARTE DO SEU COMENTÁRIO, MDS.
E vamos com calma, porque só podemos postar uma vez por dia, hahaha
Muito obrigada por seguir aqui, Petit, seu apoio vale demais mesmo! ♥
Suas descrições estão no ponto, viu? Acho que o mais dificil com 100 palavras é deixar claro o que tá acontecendo, ou passar, de fato, o teor da história. E você consegue fazer isso com proficiência. A forma como você usou a palavra do dia foi maravilhosa e, o mais incrível, é o quão rápido você conseguiu encaixá-la haha
Mais um capítulo maravilhoso para a coleção! Até o próximo.
Oi de novo, Longo! Que bom saber que você continua por aqui! ♥
Jorge Luís Borges uma vez disse o tempo ensinou-lhe algumas astúcias, entre elas: "simular pequenas incertezas, já que, se a realidade é precisa, a memória não o é" e "narrar os fatos como se não os entendesse totalmente" - mas que tudo isso não é obrigação alguma, e que o tempo se encarregará de abolir todas essas normas citadas por ele. E é algo que me marcou bastante na hora de descrever de forma sintética algum acontecimento.
Na verdade, sendo bem sincera, eu me aborreço um pouco com grandes descrições que não acrescentam em nada à trama, então estou em casa tendo limite de palavras, haha.
Agora, vou te dizer que tive muita sorte com a palavra do dia, porque eu simplesmente só precisei inseri-la no que eu já tinha, por isso foi algo rápido, haha.
Ah, não sabe a satisfação que tenho de saber que está gostando dessa história!
Olá, Gustavo! Na realidade, se formos mais técnicos, Benjamin sofre de estresse pós-traumático. Mas não está livre das outras angústias. Afinal, a mente e as emoções humanas são verdadeiramente complexas.
Já vi alguns doc sobre pessoas que voltam de guerras e é uma grande tensão remanejar essas pessoas a vida civil seja em trabalho ou questão emocional aiai ficaram as sequelas ainda.
E ele ainda levou um beliscão? HUAHUAHUAUH
Eu fiquei confusa um momento, mas a Margareth ta com a filha também ne? HUAHUAHU eu tava pensando ue ela nao era a irma dele? xD KKKK
Pois é, é bem complicado mesmo remanejar quem veio de uma situação extrema, como uma guerra, à vida civil. Já é difícil manejar gente que serviu em forças policiais, quem dirá combatente vindo de zonas de guerra...
Benjamin tem sequelas no corpo e na alma, coitado. E, para completar, uma irmã que não tem nenhum pudor em tascar um beliscão nele e dizer que é "pelo bem dele, para acordar", hahaha.
Sim, Margareth é a irmã dele, e está com a filha dela, sobrinha do Benjamin, haha. Desculpe pela confusão.
Bem, é o esperado, não? A pessoa vai pra guerra e ve cada horror. Nunca mais que será o mesmo. E a familia quer ajudar, mas ao mesmo tempo é assustador e frustrante.
Também estou com a pulga atrás da orelha por causa da presença "familiar" do primeiro capitulo. Devemos entender que essa presença não o acompanha e fica "presa" a um lugar especifico? Interessante...
De fato, é o esperado. Situações de violência, como as guerras realmente expõem o pior do ser humano. Não tem nada mais frustrante do que querer ajudar um ser querido e não conseguir, não é mesmo? Assusta mesmo.
Caramba Mel, como assim você me enfia um baita parágrafo descrevendo a viagem de trem de uma forma tão poética e vívida assim, você tá muito desumilde ultimamente hahuahaua.
Mas sério, alguma coisa nesse capítulo - acho que a melancolia dele, que casou bem direitinho com a palavra de hoje - alcançou aquela nota certa, sabe? Eu quero reler ele umas 20 vezes agora.
POR FAVOR POSTA LOGO MAIS EU QUERO SABER QUEM É ESSA PESSOA QUERO SABER MAIS SOBRE O TIO BENJI EU SÓ QUERO MAAAAIS
Ô, Petit, eu vou colocar a culpa pela desumildade no meu signo, tá? HAHAHA
Mas, sério, eu nem imaginei que a palavra do dia fosse se encaixar tão bem no que eu já tinha planejado- porque a gente precisa dar uma mergulhadinha mais profunda nos traumas do Benji.
EU AINDA PERCO TODA A COMPUSTURA QUANDO RELEIO ESSA PARTE DO SEU COMENTÁRIO, MDS.
E vamos com calma, porque só podemos postar uma vez por dia, hahaha
Muito obrigada por seguir aqui, Petit, seu apoio vale demais mesmo! ♥
Suas descrições estão no ponto, viu? Acho que o mais dificil com 100 palavras é deixar claro o que tá acontecendo, ou passar, de fato, o teor da história. E você consegue fazer isso com proficiência. A forma como você usou a palavra do dia foi maravilhosa e, o mais incrível, é o quão rápido você conseguiu encaixá-la haha
Mais um capítulo maravilhoso para a coleção! Até o próximo.
Oi de novo, Longo! Que bom saber que você continua por aqui! ♥
Jorge Luís Borges uma vez disse o tempo ensinou-lhe algumas astúcias, entre elas: "simular pequenas incertezas, já que, se a realidade é precisa, a memória não o é" e "narrar os fatos como se não os entendesse totalmente" - mas que tudo isso não é obrigação alguma, e que o tempo se encarregará de abolir todas essas normas citadas por ele. E é algo que me marcou bastante na hora de descrever de forma sintética algum acontecimento.
Na verdade, sendo bem sincera, eu me aborreço um pouco com grandes descrições que não acrescentam em nada à trama, então estou em casa tendo limite de palavras, haha.
Agora, vou te dizer que tive muita sorte com a palavra do dia, porque eu simplesmente só precisei inseri-la no que eu já tinha, por isso foi algo rápido, haha.
Ah, não sabe a satisfação que tenho de saber que está gostando dessa história!
Muito obrigada pelo seu comentário! ♥
Até o próximo.
Benjamin sofre de ansiedade? Poxa, me simpatizo.
Olá, Gustavo! Na realidade, se formos mais técnicos, Benjamin sofre de estresse pós-traumático. Mas não está livre das outras angústias. Afinal, a mente e as emoções humanas são verdadeiramente complexas.
Obrigada por seu comentário!
Olaaa
Já vi alguns doc sobre pessoas que voltam de guerras e é uma grande tensão remanejar essas pessoas a vida civil seja em trabalho ou questão emocional aiai ficaram as sequelas ainda.
E ele ainda levou um beliscão? HUAHUAHUAUH
Eu fiquei confusa um momento, mas a Margareth ta com a filha também ne? HUAHUAHU eu tava pensando ue ela nao era a irma dele? xD KKKK
Beijos, até amanhã.
Olá, Kori!
Pois é, é bem complicado mesmo remanejar quem veio de uma situação extrema, como uma guerra, à vida civil. Já é difícil manejar gente que serviu em forças policiais, quem dirá combatente vindo de zonas de guerra...
Benjamin tem sequelas no corpo e na alma, coitado. E, para completar, uma irmã que não tem nenhum pudor em tascar um beliscão nele e dizer que é "pelo bem dele, para acordar", hahaha.
Sim, Margareth é a irmã dele, e está com a filha dela, sobrinha do Benjamin, haha. Desculpe pela confusão.
Obrigada pelo seu comentário.
Até amanhã! Beijos.
aaaaaaa ainda bem que o hoje já chegou e logo terei cap novo para ler, eu sou curiosa demais, af. To amando, parabéns pelo cap ♥
Olá, Gabrella!
Você está certíssima, já tem mesmo outro capítulo.
Que bom que segue por aqui, muito obrigada! Até a próxima!
Ola!
Bem, é o esperado, não? A pessoa vai pra guerra e ve cada horror. Nunca mais que será o mesmo. E a familia quer ajudar, mas ao mesmo tempo é assustador e frustrante.
Também estou com a pulga atrás da orelha por causa da presença "familiar" do primeiro capitulo. Devemos entender que essa presença não o acompanha e fica "presa" a um lugar especifico? Interessante...
Olá, Kaline!
De fato, é o esperado. Situações de violência, como as guerras realmente expõem o pior do ser humano. Não tem nada mais frustrante do que querer ajudar um ser querido e não conseguir, não é mesmo? Assusta mesmo.
Ah... Acho que a essa altura você já descobriu.
Muito obrigada pelo seu comentário!