Gente, alguém dá um abraço nesse menino. Chama um psicólogo. Porque todo esse desespero é palpável e faz com que seja possível sentir junto com ele. Socorro. Sejanus, você é tão sofrido. Sinto vontade de sentar juntar seus caquinhos e colar um por um enquanto conversamos sobre o quanto existem mais injustiças do que justiças.
Eu acho tão surreal como a Capital continua culpando os distritos e não conseguem enxergar que a culpa toda era daqueles que detém o poder. O jeito como lidam com esse poder. Sinceramente, esse povo é cego igual a família tradicional brasileira. Não duvido nada que se o livro se passasse na América do Sul que a capital fosse sudeste e sul e que os distritos ficassem espalhados por nordeste e norte. Sinceramente, a gente ia tá ferrado.
Olha eu divagando, onde estávamos? Sim... Vamos conversar Sejanus, seu sentimentos são muito válidos e tenho certeza que conseguiria outros apoiadores se você tivesse conversado com a pessoa certa. Coryo certamente não foi uma boa escolha. Não foi não. Enfim, vou te alertar que as coisas vão piorar, que seus dias serão terríveis, mas pelo menos estamos do seu lado. E que no futuro vão lutar por condições iguais, vão ter outra guerra, outras perdas, mas a esperança continua. Força.
Estava num limbo sem internet e às vezes é necessário para a vida voltar ao normal. Fiquei tão feliz como sentiu a dor do Sejanus de forma palpável. Tem personagens que a gente quer pegar no colo e dizer que num outro mundo em uma outra linha temporal ele é feliz. Porque nesse mundo em que ele vive impossível. Impressionante como a Suzanne Collins coloca política e faz tudo o que vivemos no Brasil não ser muito diferente de Panem. Só admiração por essa mulher maravilhosa.
Eu tenho dó do Sejanus porque as coisas pra ele só pioram ao contrário do Peeta que há uma esperança pequena no final e de Finnick que é um pouco feliz em sua vida. Obrigada amiga mais uma vez pelo apoio e pelos comentários maravilhosos
Gente, alguém dá um abraço nesse menino. Chama um psicólogo. Porque todo esse desespero é palpável e faz com que seja possível sentir junto com ele. Socorro. Sejanus, você é tão sofrido. Sinto vontade de sentar juntar seus caquinhos e colar um por um enquanto conversamos sobre o quanto existem mais injustiças do que justiças.
Eu acho tão surreal como a Capital continua culpando os distritos e não conseguem enxergar que a culpa toda era daqueles que detém o poder. O jeito como lidam com esse poder. Sinceramente, esse povo é cego igual a família tradicional brasileira. Não duvido nada que se o livro se passasse na América do Sul que a capital fosse sudeste e sul e que os distritos ficassem espalhados por nordeste e norte. Sinceramente, a gente ia tá ferrado.
Olha eu divagando, onde estávamos? Sim... Vamos conversar Sejanus, seu sentimentos são muito válidos e tenho certeza que conseguiria outros apoiadores se você tivesse conversado com a pessoa certa. Coryo certamente não foi uma boa escolha. Não foi não. Enfim, vou te alertar que as coisas vão piorar, que seus dias serão terríveis, mas pelo menos estamos do seu lado. E que no futuro vão lutar por condições iguais, vão ter outra guerra, outras perdas, mas a esperança continua. Força.
Estava num limbo sem internet e às vezes é necessário para a vida voltar ao normal. Fiquei tão feliz como sentiu a dor do Sejanus de forma palpável. Tem personagens que a gente quer pegar no colo e dizer que num outro mundo em uma outra linha temporal ele é feliz. Porque nesse mundo em que ele vive impossível. Impressionante como a Suzanne Collins coloca política e faz tudo o que vivemos no Brasil não ser muito diferente de Panem. Só admiração por essa mulher maravilhosa.
Eu tenho dó do Sejanus porque as coisas pra ele só pioram ao contrário do Peeta que há uma esperança pequena no final e de Finnick que é um pouco feliz em sua vida. Obrigada amiga mais uma vez pelo apoio e pelos comentários maravilhosos