Comentários em “Intrínseco”: “Capítulo 2”

Anny Andrade
Destacado pelo autor

Crianças de seis anos enxergam muito além de nós (adultos).

Fico pensando que tipo de professora vê a criança prendendo o dedo e ignora o fato, só de imaginar eu já sinto a taquicardia e o desespero. Pega gelo, pega manteiga, liga para os pais.... okay,eles estavam em guerra e viviam em miséria. A pessoa certamente perde mais do que peso, perde a alma. E quando se perde a alma o que lhe resta? Apenas a casca vivendo a rotina de acordar, trabalhar, sentir medo, dormir. Nada mais têm sentido. Como deve ser horrível ser professor nessas circunstâncias. Suzanne Collins podia escrever um professor rebelde, aqueles da academia eram péssimos, tinha que ter um revoltado... enfim, estou apenas divagando.

Voltando para a história...

Foco no Marcus e no Sejanus.

Imagina uma criança já perceber o quanto outro alguém pode ser bom e especial. E anos depois saber que essa pessoa apesar de ter feito coisas boas acabou sendo sorteada para um jogo em que só um sobrevive, sendo tratado como algo terrível! Sem comer. Sendo mordido por bichos, aguentando pessoas ignorantes jogando coisas. Faz questionar a justiça do destino.

Só queria pegar ambos e guardar em um potinho.

WinnieCooper
WinnieCooper Autor

Certeza que professores na época de guerra deviam ser totalmente cegos com os princípios da capital para não serem castigados. De fato eles tinham que catequizar as crianças para pensarem como a capital, mas imaginar um professor rebelde é maravilhoso. Tô relendo as partes do Sejanus e ele gritando verdades na cara da dra Gaul é sensacional. Que menino coragem e incompreendido. Nasceu com o pai errado. Tinha tanto pra viver, se não tivesse o Snow no meio do caminho né. Marcus e Sejanus crianças é algo legal de se imaginar e vê-los nós jogos é tão triste. Aí ai obrigada por ler ♥️♥️♥️