AHHHHHH EU ESTOU GRITANDO. Não acredito que você têm o mesmo headcanon que o meu sobre o Charlie, eu pensei nele como um personagem assexual desde que soube que ele havia sido o único que não se casara. E quando eu a sinopse da fic, eu soube que seria sobre assexualidade. Para mim, é magnífico que você tenha se lembrado do A, eu sou ace (demissexual, para ser precisa) e, embora não seja arorromântica como a Charlie, consegui me ver muito dentro da narrativa, especialmente por passar anos sem entender qual era o meu "problema". Mas é basicamente isso que ele viveu, enquanto todos os meus amigos na adolescência começavam a se interessar uns pelos outros, eu só sentia um enorme desinteresse por qualquer coisa do tipo. Como eu sou demi, esse interesse eventualmente surge com pessoas muito específicas e com quem eu tenha algum laço afetivo, mas de um modo geral o desinteresse é o que prevalece. E assim como a Charlie eu demorei bastante para descobrir, só com 21 anos e isso porque alguém me falou sobre e eu fiquei com uma pulga atrás da orelha. E quando eu soube foi simplesmente libertador, então fico bem triste que o Charlie tenha demorado ainda mais para entender o que ele era, embora ele no fundo já soubesse, mas às vezes a validação, um termo é necessário, sabe? É o que falta. Nossa, eu tô muito contente com essa fic, acho que você foi bem fiel. E a invisibilidade das pessoas ace é algo terrível mesmo, a ponto de pessoas assexuais sequer entenderem o que são simplesmente porque não sabem que isso existe, porque ninguém fala sobre e não existe NADA de representatividade para nós. Até eu que faço parte desse grupo sinto dificuldade de nos representar por ter uma total falta de referência cultural sobre, apenas minha própria experiência. Outra coisa que você representou bem é o fato que nos sentimos bem como somos, são os outros que não se sentem tão bem assim, que acha que devemos ter um relacionamento para sermos completos. O que não é verdade. Então, sério, eu super quero te agradecer por essa fic. Ela foi tudo que eu queria e precisava. Obrigada demais, demais, demais ♥
Eu tô apaixonada por essa história (do título até o último ponto final) e tenho certeza que vou guardar ela num lugar muito especial do meu coração. Minha admiração por você cresce a cada história sua que eu leio e eu realmente amo o cuidado e o empenho que você dedica aos personagens. Eu nunca tinha pensado muito sobre o Charlie e ele me veio tão real, tão vivo, tão maravilhoso a partir da sua escrita que me deixou emocionada, de verdade. Todo o percurso dele e, em especial, a descoberta tardia de uma parte importante da identidade de alguém foram maneiras muito poderosas de falar sobre a vivência assexual e arromantica. A fic me deixou particularmente feliz, porque eu acho que é a primeira vez que eu leio algo a respeito. Esse tipo de vivência/experiência é uma que eu tive nenhum (ou pouco) contato durante a vida. Poder ler sobre me sensibilizou pra necessidade de querer estudar e conhecer um pouco mais a respeito. E eu fico muito grata mesmo por isso. ❤️
Simplismente a fic mais fofa, doce e necessária desse Pride! Sou a maior militante da ideia de que não precisamos de amor romântico para sermos completos (e pra ser sincera, me irrita um pouco essa ideia que somos obrigados a crescer ouvindo), e acho super triste que a letra A sempre seja vista como quebrada, estranha, ou fria, como se amor só existisse em um único aspecto. Existem tantos amores diferentes, e é tão reducionista limitá-lo a casais e sexo. Achei que sua história pontuou isso DIVINAMENTE!
Imagino que, diferente de outras letras da comunidade, o Charlie tenha tido mais dificuldade em entender como se sentia do que em se aceitar, porque, como você suuuper bem colocou, ele era feliz, estava bem, amava sua vida, e só não sentia necessidade de ter outra pessoa romanticamente com ele.
A história ficou tão levinha e fofa, e eu adoro esse tom de "explicar quem você é para uma criança", já que inocência maior que o Louis eu duvido que possa ter. Amei muito essa história! Beijooo ❤
Eu nunca tinha lido nem fanfic e nem livro que falasse sobre assexualidade e arromanticidade, e nunca tinha lido uma fanfic sobre o Charlie. Amei que você trouxe esse assunto para o pride ♥ Acho que por ele morar mais longe e não ter tido filhos acaba sendo bem esquecido, eu mesma já tinha esquecido dele até você inscrever a fanfic kkkkkk desculpa charlie, vou tentar não fazer mais isso!!
Amei a one e o jeito que você contou e abortou o assunto, eu já li muito pouco sobre em tweets soltos na tml ou threads, achei muito interessante ler a fanfic
E também adorei que a Dominque tem uma namorada ♥
Até a próxima fanfic do pride (que estou indo ler agora)
Eu sempre fiquei imaginando o Charlie, mas, de alguma forma, eu nunca sabia como definir ele. Sempre vi ele como um personagem super ligado ao trabalho e que dava mais valor a isso do que a outras coisas. Isso significava que ele não queria ter uma família, e nem nada que pudesse tirar ele de perto dos dragões. Nunca pensei no âmbito romântico da coisa.
Eu entendo muito pouco do assunto, mas de uma coisa eu tenho certeza: as pessoas que se assumem dessa forma também amam e não são frias. A representação do Charlie sobre elas é muito linda, porque nessa história ele é claramente uma pessoa adorável. Ele é super doce, simples, simpático e é o tio mais maneiro do universo bruxo.
Coitado! A senhora Weasley é mesmo um amor, do tipo a melhor mãe do mundo e que quase não merece críticas, mas sim, ela definitivamente é o tipo de mãe intrometida que só quer o bem e que imagina saber o que é o melhor para os filhos. Socorro, imagina o desespero dele nas festas de final de ano? Sério! Eu não aguento ser comparada com os primos academicamente falando, imagina o Charlie.
Eu amei!! Não sabia que precisava ler uma história com o Charlie, até ler uma história do Charlie!!
oi, querida!!! ahhhhh eu nunca tinha lido uma fic com o Charlie, mas adoro imaginar ele bem assim: laid back, sem muitas preocupações, o tio mais legal, apaixonado pelos seus dragões e nada mais. já tinha visto no tumblr alguns levantamentos e questionamentos sobre ele ser assexual, e adorei como você abordou tudo isso aqui! como ele tentou se encaixar, se sentir normal, mas logo depois aceitou que não precisava daquilo pra ser uma pessoa completa e feliz. achei simplesmente um amor também ele conversando com os sobrinhos sobre o assunto, observando a particularidade de cada um e depois sendo ajudado pela Dominique rainha LGBTQ+! muito interessante e muito amável, obrigada por essa história ♥
Confesso que fica até difícil não soar repetitiva nos comentários das suas fics, principalmente porque eu sou uma pessoa repetitiva por natureza, mas eu simplesmente não posso deixar de dizer o que achei de cada uma delas.
A representatividade aroace é realmente escassa, como você comentou nas notas. Acho que quando se fala de assexualidade ainda há um pouco mais de conteúdo, mas, tratando-se da arromanticidade, essa é apenas a segunda vez que encontro algum trabalho que a aborde (principalmente dessa forma natural e nada fria). É ótimo que o Pride possa contar com uma história assim.
VOCÊ FAZ TUDO THAÍS!!!
Minhas partes favoritas foram definitivamente a Domi indo até o Charlie para explicar sobre ser aro/ace, e a questão dessa compreensão "tardia" da sexualidade dele, que na realidade não é tardia, é apenas no tempo certo, já que 1. Ele cresceu e viveu em uma época onde estes conceitos mal eram conhecidos e; 2. Cada pessoa tem o seu próprio tempo, e nós frequentemente estamos descobrindo mais sobre nós mesmos.
Parabéns por mais essa história ♡ Nos vemos numa próxima!!!
Esses dias eu comecei a ler Loveless da Alice Oseman e tinha uma cena em que a protagonista fala sobre como ela "tinha um crush" em um colega por vários anos porque um dia alguma amiga perguntou quem era o crush dela e ela viu que todo mundo tinha um crush, logo ela deveria ter também. Isso, junto com o Charlie tentando gostar de garotas e de garotos (e reconhecendo que ele sabia dizer quando alguém era bonito, mas não vendo isso como algo que o compelia a sentir atração romântica ou sexual), bateu talvez um pouco perto demais da minha porta hahaha.
Estava também falando esses dias com uma amiga sobre a solidão da pessoa LGBT+ a medida que a vida passa e essa fic me fez lembrar disso. Seria perfeito se toda pessoa queer pudesse ter família por perto como o Charlie tem (apesar da insistência da família na questão de relacionamento).
De qualquer jeito, tudo isso pra falar que eu adorei a fic e queria que tivesse mais coisa sobre o Charlie por ai (((:
B
Belle
oiii, como vai?
Eu sempre me identifiquei com o Charlie mesmo ele aparecendo tão pouco no canon e só anos depois, quando eu descobri que era ace, que entendi que era porquê eu sempre o vi como um personagem ace/aro mesmo não sabendo ainda o que isso significava.
Fiquei muito feliz que você decidiu abordar o A que é tão esquecido na sigla, e raramente é representado e quando isso ocorre somos tratados como pessoas frias e sem sentimentos.
O que você retratou na fic acontece demais, a gente procura gostar de alguém já que todo mundo tem uma crush e não queremos nos sentir de fora, e depois de várias tentativas, começamos a nos aceitar, principalmente quando descobrimos que existe um termo e que não somos quebrados ou estamos sozinhos, e pessoas ace/aro são felizes mesmo sem estar em um relacionamento e temos sim a capacidade de amar outras pessoas, o problema são as pessoas que não aceitam e ficam tentando nos empurrar para relacionamentos.
Eu chorei lendo sua fic, ela foi super importante e eu amei demais, obrigada ♥
Ai Thais, sou uma fã de carteirinha das suas histórias, viu. Gosto como você vai fundo nos pensamentos e sentimentos dos personagens, às vezes nem precisando colocar diálogos e em outros momentos colocando-os de maneira cirúrgica.
Acho que esse é um dos meus headcanons favoritos, porque é extramente adequado. Gostei muito como você permeou pelas dúvidas e pelas tentativas do Charlie, ressaltando também a questão do enorme tabu que a homossexualidade sempre foi (e infelizmente ainda é), principalmente naquela época.
Louis ter feito a pergunta foi simplesmente sensacional haha Ele é um menino muito adorável e adorei as observações sobre as semelhanças dele com Bill. E Victoire, meu Deus, esperando ansiosa pelo Delacour's Month para ler suas versões sobre ela. Aliás, sobre todos ahah. Dominique sendo crucial para dar uma luz para ele me aqueceu o coração demais, também! E o detalhe da Molly ter feito o suéter com um arco-íris TUDO PRA MIM.
Sua fanfic me encheu de quentinhos no coração ♥ Amei!
É um prazer está aqui no seu perfil que infelizmente ñ conhecia, mas agradeço muito por essa fic linda.
Nossa acho que vc abordou tão bem o tema. Já é a segunda fic que leio sobre personagens assim e é muito interessante pq é um assunto que confesso, conheço muito pouco.
Sempre achei o " Carlinhos " um personagem um tanto intrigante. Poderia ser jogador professor de quadribol mas foi pra Roménia estudar dragões. Pra mim é fantástico essa escolha, pra alguém de uma família gigante viver assim tão distante, pra mim é o mais diferente deles.
Adorei ver ele pelos seus olhos, amei a intercessão deles com os sobrinhos, confesso que ñ leio muita coisa da nova geração, mas esses filhos do Bill e Fleur me cativaram. Tem mais deles? Depois vou stalkear rsrsr.
Caramba, eu gostaria de ter lido essa fic há muito tempo, porque ela é INCRÍVEL! Eu quero te encher de parabéns e agradecimentos ♥
Obrigada por trazer o A, ele é muito invisibilizado, de verdade, e eu sempre me pego pensando em como é difícil a falta de representatividade para a gente se entender num mundo tão cheios de normas sociais. "De qualquer forma, durante minha pesquisa vi muitas reclamações sobre como a (pouca e quase nula) representação de pessoas arromânticas muitas vezes as trata como seres frios, sem qualquer sentimento e quase psicopatas incapaz de qualquer forma de empatia ou amor. Então, quis fazer algo diferente aqui." Eu pensei justamente isso logo no início da fic, como você construiu um Charles totalmente coerente com o canon: divertido e amável. E como essas coisas não têm nada a ver com amor romântico ou não. Eu adorei como você construiu esse arco por Charles, eu o enxergo muito assim e a história que você criou é super plausível e bonita ♥ Obrigada por alegrar meu dia com essa fic e por fazê-lo para outras pessoas também, especialmente as que se virem representadas aqui. Cara, eu não sei nem o quanto agradecer kkkk No meu caso, eu sou bi, mas eu entendo como é difícil entender e aceitar certas partes da gente nesse mundo ******, ainda mais tendo uma família conservadora.
Queria também te parabenizar pela lindíssima escrita, por sua dedicação e empatia ao pesquisar e se dispor a aprender. O mundo precisa de mais gente como ti. Eu acho que você foi maravilhosa do início ao fim, mostrou muita coisa da vida desse belíssimo Charles, com uma quantidade gostosa de narração e descrição, pensamentos, sentimentos... Enfim, você foi precisa no seu objetivo e o cumpriu com maestria e poesia ♥ Não pude deixar de chorar! Parabéns pelas palavras, Thaís
Oi, tudo bem?
AHHHHHH EU ESTOU GRITANDO. Não acredito que você têm o mesmo headcanon que o meu sobre o Charlie, eu pensei nele como um personagem assexual desde que soube que ele havia sido o único que não se casara. E quando eu a sinopse da fic, eu soube que seria sobre assexualidade. Para mim, é magnífico que você tenha se lembrado do A, eu sou ace (demissexual, para ser precisa) e, embora não seja arorromântica como a Charlie, consegui me ver muito dentro da narrativa, especialmente por passar anos sem entender qual era o meu "problema". Mas é basicamente isso que ele viveu, enquanto todos os meus amigos na adolescência começavam a se interessar uns pelos outros, eu só sentia um enorme desinteresse por qualquer coisa do tipo. Como eu sou demi, esse interesse eventualmente surge com pessoas muito específicas e com quem eu tenha algum laço afetivo, mas de um modo geral o desinteresse é o que prevalece. E assim como a Charlie eu demorei bastante para descobrir, só com 21 anos e isso porque alguém me falou sobre e eu fiquei com uma pulga atrás da orelha. E quando eu soube foi simplesmente libertador, então fico bem triste que o Charlie tenha demorado ainda mais para entender o que ele era, embora ele no fundo já soubesse, mas às vezes a validação, um termo é necessário, sabe? É o que falta. Nossa, eu tô muito contente com essa fic, acho que você foi bem fiel. E a invisibilidade das pessoas ace é algo terrível mesmo, a ponto de pessoas assexuais sequer entenderem o que são simplesmente porque não sabem que isso existe, porque ninguém fala sobre e não existe NADA de representatividade para nós. Até eu que faço parte desse grupo sinto dificuldade de nos representar por ter uma total falta de referência cultural sobre, apenas minha própria experiência. Outra coisa que você representou bem é o fato que nos sentimos bem como somos, são os outros que não se sentem tão bem assim, que acha que devemos ter um relacionamento para sermos completos. O que não é verdade. Então, sério, eu super quero te agradecer por essa fic. Ela foi tudo que eu queria e precisava. Obrigada demais, demais, demais ♥
Beijos e até a próxima :*
Eu tô apaixonada por essa história (do título até o último ponto final) e tenho certeza que vou guardar ela num lugar muito especial do meu coração. Minha admiração por você cresce a cada história sua que eu leio e eu realmente amo o cuidado e o empenho que você dedica aos personagens. Eu nunca tinha pensado muito sobre o Charlie e ele me veio tão real, tão vivo, tão maravilhoso a partir da sua escrita que me deixou emocionada, de verdade. Todo o percurso dele e, em especial, a descoberta tardia de uma parte importante da identidade de alguém foram maneiras muito poderosas de falar sobre a vivência assexual e arromantica. A fic me deixou particularmente feliz, porque eu acho que é a primeira vez que eu leio algo a respeito. Esse tipo de vivência/experiência é uma que eu tive nenhum (ou pouco) contato durante a vida. Poder ler sobre me sensibilizou pra necessidade de querer estudar e conhecer um pouco mais a respeito. E eu fico muito grata mesmo por isso. ❤️
Oie!
Simplismente a fic mais fofa, doce e necessária desse Pride! Sou a maior militante da ideia de que não precisamos de amor romântico para sermos completos (e pra ser sincera, me irrita um pouco essa ideia que somos obrigados a crescer ouvindo), e acho super triste que a letra A sempre seja vista como quebrada, estranha, ou fria, como se amor só existisse em um único aspecto. Existem tantos amores diferentes, e é tão reducionista limitá-lo a casais e sexo. Achei que sua história pontuou isso DIVINAMENTE!
Imagino que, diferente de outras letras da comunidade, o Charlie tenha tido mais dificuldade em entender como se sentia do que em se aceitar, porque, como você suuuper bem colocou, ele era feliz, estava bem, amava sua vida, e só não sentia necessidade de ter outra pessoa romanticamente com ele.
A história ficou tão levinha e fofa, e eu adoro esse tom de "explicar quem você é para uma criança", já que inocência maior que o Louis eu duvido que possa ter. Amei muito essa história! Beijooo ❤
Olá!!
Eu nunca tinha lido nem fanfic e nem livro que falasse sobre assexualidade e arromanticidade, e nunca tinha lido uma fanfic sobre o Charlie. Amei que você trouxe esse assunto para o pride ♥ Acho que por ele morar mais longe e não ter tido filhos acaba sendo bem esquecido, eu mesma já tinha esquecido dele até você inscrever a fanfic kkkkkk desculpa charlie, vou tentar não fazer mais isso!!
Amei a one e o jeito que você contou e abortou o assunto, eu já li muito pouco sobre em tweets soltos na tml ou threads, achei muito interessante ler a fanfic
E também adorei que a Dominque tem uma namorada ♥
Até a próxima fanfic do pride (que estou indo ler agora)
Beijos, Violet
Oieee!
Sim! Sim! Sim!
Eu sempre fiquei imaginando o Charlie, mas, de alguma forma, eu nunca sabia como definir ele. Sempre vi ele como um personagem super ligado ao trabalho e que dava mais valor a isso do que a outras coisas. Isso significava que ele não queria ter uma família, e nem nada que pudesse tirar ele de perto dos dragões. Nunca pensei no âmbito romântico da coisa.
Eu entendo muito pouco do assunto, mas de uma coisa eu tenho certeza: as pessoas que se assumem dessa forma também amam e não são frias. A representação do Charlie sobre elas é muito linda, porque nessa história ele é claramente uma pessoa adorável. Ele é super doce, simples, simpático e é o tio mais maneiro do universo bruxo.
Coitado! A senhora Weasley é mesmo um amor, do tipo a melhor mãe do mundo e que quase não merece críticas, mas sim, ela definitivamente é o tipo de mãe intrometida que só quer o bem e que imagina saber o que é o melhor para os filhos. Socorro, imagina o desespero dele nas festas de final de ano? Sério! Eu não aguento ser comparada com os primos academicamente falando, imagina o Charlie.
Eu amei!! Não sabia que precisava ler uma história com o Charlie, até ler uma história do Charlie!!
oi, querida!!! ahhhhh eu nunca tinha lido uma fic com o Charlie, mas adoro imaginar ele bem assim: laid back, sem muitas preocupações, o tio mais legal, apaixonado pelos seus dragões e nada mais. já tinha visto no tumblr alguns levantamentos e questionamentos sobre ele ser assexual, e adorei como você abordou tudo isso aqui! como ele tentou se encaixar, se sentir normal, mas logo depois aceitou que não precisava daquilo pra ser uma pessoa completa e feliz. achei simplesmente um amor também ele conversando com os sobrinhos sobre o assunto, observando a particularidade de cada um e depois sendo ajudado pela Dominique rainha LGBTQ+! muito interessante e muito amável, obrigada por essa história ♥
Ooi, tudo bom?
Confesso que fica até difícil não soar repetitiva nos comentários das suas fics, principalmente porque eu sou uma pessoa repetitiva por natureza, mas eu simplesmente não posso deixar de dizer o que achei de cada uma delas.
A representatividade aroace é realmente escassa, como você comentou nas notas. Acho que quando se fala de assexualidade ainda há um pouco mais de conteúdo, mas, tratando-se da arromanticidade, essa é apenas a segunda vez que encontro algum trabalho que a aborde (principalmente dessa forma natural e nada fria). É ótimo que o Pride possa contar com uma história assim.
VOCÊ FAZ TUDO THAÍS!!!
Minhas partes favoritas foram definitivamente a Domi indo até o Charlie para explicar sobre ser aro/ace, e a questão dessa compreensão "tardia" da sexualidade dele, que na realidade não é tardia, é apenas no tempo certo, já que 1. Ele cresceu e viveu em uma época onde estes conceitos mal eram conhecidos e; 2. Cada pessoa tem o seu próprio tempo, e nós frequentemente estamos descobrindo mais sobre nós mesmos.
Parabéns por mais essa história ♡ Nos vemos numa próxima!!!
Esses dias eu comecei a ler Loveless da Alice Oseman e tinha uma cena em que a protagonista fala sobre como ela "tinha um crush" em um colega por vários anos porque um dia alguma amiga perguntou quem era o crush dela e ela viu que todo mundo tinha um crush, logo ela deveria ter também. Isso, junto com o Charlie tentando gostar de garotas e de garotos (e reconhecendo que ele sabia dizer quando alguém era bonito, mas não vendo isso como algo que o compelia a sentir atração romântica ou sexual), bateu talvez um pouco perto demais da minha porta hahaha.
Estava também falando esses dias com uma amiga sobre a solidão da pessoa LGBT+ a medida que a vida passa e essa fic me fez lembrar disso. Seria perfeito se toda pessoa queer pudesse ter família por perto como o Charlie tem (apesar da insistência da família na questão de relacionamento).
De qualquer jeito, tudo isso pra falar que eu adorei a fic e queria que tivesse mais coisa sobre o Charlie por ai (((:
oiii, como vai?
Eu sempre me identifiquei com o Charlie mesmo ele aparecendo tão pouco no canon e só anos depois, quando eu descobri que era ace, que entendi que era porquê eu sempre o vi como um personagem ace/aro mesmo não sabendo ainda o que isso significava.
Fiquei muito feliz que você decidiu abordar o A que é tão esquecido na sigla, e raramente é representado e quando isso ocorre somos tratados como pessoas frias e sem sentimentos.
O que você retratou na fic acontece demais, a gente procura gostar de alguém já que todo mundo tem uma crush e não queremos nos sentir de fora, e depois de várias tentativas, começamos a nos aceitar, principalmente quando descobrimos que existe um termo e que não somos quebrados ou estamos sozinhos, e pessoas ace/aro são felizes mesmo sem estar em um relacionamento e temos sim a capacidade de amar outras pessoas, o problema são as pessoas que não aceitam e ficam tentando nos empurrar para relacionamentos.
Eu chorei lendo sua fic, ela foi super importante e eu amei demais, obrigada ♥
Oieee!
Ai Thais, sou uma fã de carteirinha das suas histórias, viu. Gosto como você vai fundo nos pensamentos e sentimentos dos personagens, às vezes nem precisando colocar diálogos e em outros momentos colocando-os de maneira cirúrgica.
Acho que esse é um dos meus headcanons favoritos, porque é extramente adequado. Gostei muito como você permeou pelas dúvidas e pelas tentativas do Charlie, ressaltando também a questão do enorme tabu que a homossexualidade sempre foi (e infelizmente ainda é), principalmente naquela época.
Louis ter feito a pergunta foi simplesmente sensacional haha Ele é um menino muito adorável e adorei as observações sobre as semelhanças dele com Bill. E Victoire, meu Deus, esperando ansiosa pelo Delacour's Month para ler suas versões sobre ela. Aliás, sobre todos ahah. Dominique sendo crucial para dar uma luz para ele me aqueceu o coração demais, também! E o detalhe da Molly ter feito o suéter com um arco-íris TUDO PRA MIM.
Sua fanfic me encheu de quentinhos no coração ♥ Amei!
Beijos!
Olá queriada.
É um prazer está aqui no seu perfil que infelizmente ñ conhecia, mas agradeço muito por essa fic linda.
Nossa acho que vc abordou tão bem o tema. Já é a segunda fic que leio sobre personagens assim e é muito interessante pq é um assunto que confesso, conheço muito pouco.
Sempre achei o " Carlinhos " um personagem um tanto intrigante. Poderia ser jogador professor de quadribol mas foi pra Roménia estudar dragões. Pra mim é fantástico essa escolha, pra alguém de uma família gigante viver assim tão distante, pra mim é o mais diferente deles.
Adorei ver ele pelos seus olhos, amei a intercessão deles com os sobrinhos, confesso que ñ leio muita coisa da nova geração, mas esses filhos do Bill e Fleur me cativaram. Tem mais deles? Depois vou stalkear rsrsr.
Bjs e até a próxima
Caramba, eu gostaria de ter lido essa fic há muito tempo, porque ela é INCRÍVEL! Eu quero te encher de parabéns e agradecimentos ♥
Obrigada por trazer o A, ele é muito invisibilizado, de verdade, e eu sempre me pego pensando em como é difícil a falta de representatividade para a gente se entender num mundo tão cheios de normas sociais. "De qualquer forma, durante minha pesquisa vi muitas reclamações sobre como a (pouca e quase nula) representação de pessoas arromânticas muitas vezes as trata como seres frios, sem qualquer sentimento e quase psicopatas incapaz de qualquer forma de empatia ou amor. Então, quis fazer algo diferente aqui." Eu pensei justamente isso logo no início da fic, como você construiu um Charles totalmente coerente com o canon: divertido e amável. E como essas coisas não têm nada a ver com amor romântico ou não. Eu adorei como você construiu esse arco por Charles, eu o enxergo muito assim e a história que você criou é super plausível e bonita ♥ Obrigada por alegrar meu dia com essa fic e por fazê-lo para outras pessoas também, especialmente as que se virem representadas aqui. Cara, eu não sei nem o quanto agradecer kkkk No meu caso, eu sou bi, mas eu entendo como é difícil entender e aceitar certas partes da gente nesse mundo ******, ainda mais tendo uma família conservadora.
Queria também te parabenizar pela lindíssima escrita, por sua dedicação e empatia ao pesquisar e se dispor a aprender. O mundo precisa de mais gente como ti. Eu acho que você foi maravilhosa do início ao fim, mostrou muita coisa da vida desse belíssimo Charles, com uma quantidade gostosa de narração e descrição, pensamentos, sentimentos... Enfim, você foi precisa no seu objetivo e o cumpriu com maestria e poesia ♥ Não pude deixar de chorar! Parabéns pelas palavras, Thaís
Um beijão ♥