Estou achando muito engraçado o quão desiludida a Elise está com o simples fato do Noah não dançar conforme a música que ela mesma compôs e projetou nele (Gostou da referência musical? Nunca foi tão precisa, risos). E o melhor é que ela tem um certo senso de autopercepção: ela entende que o que ela fez foi colocar todas as expectativas numa projeção, mas age de acordo mesmo assim.
Queria sentar com ela pra conversar sobre como as reações dele são consequência de suas próprias inseguranças e de toda uma vida de estigma e que tudo bem, porque ele não precisa estar a altura de nada. Elise tá só a Marília Mendonça em "me apaixonei pelo que eu inventei de você", o auge.
E sim, eu me envolvo bastante com os personagens, no geral. Pode ir se acostumando.
Em resposta à sua resposta, espero que você consiga ir a frente no seu projeto de entender mais sobre música! Sobre o Noah, a verdade é que, como você mesma pontuou, ele não é um personagem diferente. Ele é, de certa forma, um certo clichê de protagonista masculino, só que não é o clichê que a maioria esperaria de um personagem cego - o que só retoma aquela noção de esteriótipos socialmente construídos serem tão fortes em todos nós mesmo em mundos tão abertos a possibilidades quanto o da ficção livre, né?
Adoro fazer esse contraste do que ela espera dele e do que ela realmente recebe justamente por ser algo que vive acontecendo com a gente de acabar se enganando pela imagem de uma pessoa ela sendo uma totalmente diferente (a referência musical foi maravilhosa KKKKKKK). É legal analisar esse impacto da quebra da imagem dele justamente por ser em volta dessa imagem que a personalidade e grande parte dos objetivos dela foram moldados durante anos.
Tenho certeza que se sentasse pra conversar com a Elise ela ia se sentir confortável facilmente e falar até das próprias inseguranças que ela vê refletida nas ações tanto dela quanto do Noah (como o medo de aproximação de estranhos) ou até esse dela achar não estar a altura do Noah. E pior que ela tá a encarnação da Marília (O AUGE).
Gosto que se envolva bastante com a personagem e me escreva esses comentários pra poder debater sobre a própria. Já estou acostumadíssima.
E também gosto do clichê-sem-ser-tão-clichê justamente pela cegueira do Noah. Quero que ele justamente pareça um babaca, a diferença é que mais pra frente vai exibir alguns fatores significativos pro próprio comportamento dele ter mudado tanto, mesmo que ser grosseiro não tenha justificativa alguma.
Oi, Cas, bom dia!
Estou achando muito engraçado o quão desiludida a Elise está com o simples fato do Noah não dançar conforme a música que ela mesma compôs e projetou nele (Gostou da referência musical? Nunca foi tão precisa, risos). E o melhor é que ela tem um certo senso de autopercepção: ela entende que o que ela fez foi colocar todas as expectativas numa projeção, mas age de acordo mesmo assim.
Queria sentar com ela pra conversar sobre como as reações dele são consequência de suas próprias inseguranças e de toda uma vida de estigma e que tudo bem, porque ele não precisa estar a altura de nada. Elise tá só a Marília Mendonça em "me apaixonei pelo que eu inventei de você", o auge.
E sim, eu me envolvo bastante com os personagens, no geral. Pode ir se acostumando.
Em resposta à sua resposta, espero que você consiga ir a frente no seu projeto de entender mais sobre música! Sobre o Noah, a verdade é que, como você mesma pontuou, ele não é um personagem diferente. Ele é, de certa forma, um certo clichê de protagonista masculino, só que não é o clichê que a maioria esperaria de um personagem cego - o que só retoma aquela noção de esteriótipos socialmente construídos serem tão fortes em todos nós mesmo em mundos tão abertos a possibilidades quanto o da ficção livre, né?
De qualquer forma, gostei muito, até o próximo.
Beijos,
Helena aka Bruna.
Bom dia, Bruna (ou Helena, como preferir)!
Adoro fazer esse contraste do que ela espera dele e do que ela realmente recebe justamente por ser algo que vive acontecendo com a gente de acabar se enganando pela imagem de uma pessoa ela sendo uma totalmente diferente (a referência musical foi maravilhosa KKKKKKK). É legal analisar esse impacto da quebra da imagem dele justamente por ser em volta dessa imagem que a personalidade e grande parte dos objetivos dela foram moldados durante anos.
Tenho certeza que se sentasse pra conversar com a Elise ela ia se sentir confortável facilmente e falar até das próprias inseguranças que ela vê refletida nas ações tanto dela quanto do Noah (como o medo de aproximação de estranhos) ou até esse dela achar não estar a altura do Noah. E pior que ela tá a encarnação da Marília (O AUGE).
Gosto que se envolva bastante com a personagem e me escreva esses comentários pra poder debater sobre a própria. Já estou acostumadíssima.
E também gosto do clichê-sem-ser-tão-clichê justamente pela cegueira do Noah. Quero que ele justamente pareça um babaca, a diferença é que mais pra frente vai exibir alguns fatores significativos pro próprio comportamento dele ter mudado tanto, mesmo que ser grosseiro não tenha justificativa alguma.
Espero que continue gostando.
Beijos,
Cas