Certa vez li que a imortalidade seria o castigo mais cruel que poderia existir, vendo a dor da perpétua, acredito que muitas lembranças também podem ser. É triste ver ela fugindo da dor, fingindo não sentir.
Como assim é a última casa?????????? Se morrer elas acabou as bruxas, naaaaoooooo. Cassandra é tão fofa! Da vontade guardar ela em um potinho, proteger de todo mal. Isso sobre uma bruxa "se machucar" ao curar a ferida do outro é algo tão profundo, é necessário parar um pouco e refletir sobre isso. Todas as personagens carregam em si tanta tristeza. Até agora não vi nenhuma que não tenha suas próprias cicatrizes. Gostaria de saber o que impede Emma, ela é hesitante, mesmo querendo tanto as coisas. Essa Regina, digo dessa história, ela age como um felino, sempre a espreita, ela é mais calada, observadora, tipo, da a impressão que tem um turbilhão de pensamentos na cabeça dela, mas na superfície ela tá calma e na dela.
Penso muitas coisas enquanto leio, mas a ansiedade de ler não me deixa vir aqui escrever, então quando término eu fico tentando lembrar o que queria falar aqui, sorry kkk Sobre Cassandra e Emma, até que elas são bem parecidas, assim como perpétua e Regina, falo de personalidades e ações.
E não, não foi grande, achei até pequeno, ou então é ansiedade de ler mais.
A imortalidade é realmente uma produtora de cascas cruéis e eu particularmente sou fã dessa visão, porque me incomodo um pouco com a romantização completa. Se nós, humanos e mortais como somos, já criamos tantas camadas em nossas curtas vidas, quem dirá os imortais, não é?
Eu gosto de criar essa imagem pra Regina porque o felino é uma parte inseparável de quem ela é e de sua natureza. A imagem que crio dela é exatamente a que você descreveu. Fico feliz que tenha conseguido interpretar isso tão bem.
Os seus comentários são sempre muito aguardados por mim. Eu agradeço muito que o faça, porque sua visão sempre me alerta bastante sobre o caminho que estou seguindo. Não há palavras que descrevam o quanto sou grata.
Ahhh.. não demora não, por favor..
Olha só! Não demorei tanto! Obrigada por ler ♥
Certa vez li que a imortalidade seria o castigo mais cruel que poderia existir, vendo a dor da perpétua, acredito que muitas lembranças também podem ser. É triste ver ela fugindo da dor, fingindo não sentir.
Como assim é a última casa??????????
Se morrer elas acabou as bruxas, naaaaoooooo.
Cassandra é tão fofa! Da vontade guardar ela em um potinho, proteger de todo mal. Isso sobre uma bruxa "se machucar" ao curar a ferida do outro é algo tão profundo, é necessário parar um pouco e refletir sobre isso.
Todas as personagens carregam em si tanta tristeza. Até agora não vi nenhuma que não tenha suas próprias cicatrizes.
Gostaria de saber o que impede Emma, ela é hesitante, mesmo querendo tanto as coisas.
Essa Regina, digo dessa história, ela age como um felino, sempre a espreita, ela é mais calada, observadora, tipo, da a impressão que tem um turbilhão de pensamentos na cabeça dela, mas na superfície ela tá calma e na dela.
Penso muitas coisas enquanto leio, mas a ansiedade de ler não me deixa vir aqui escrever, então quando término eu fico tentando lembrar o que queria falar aqui, sorry kkk
Sobre Cassandra e Emma, até que elas são bem parecidas, assim como perpétua e Regina, falo de personalidades e ações.
E não, não foi grande, achei até pequeno, ou então é ansiedade de ler mais.
A imortalidade é realmente uma produtora de cascas cruéis e eu particularmente sou fã dessa visão, porque me incomodo um pouco com a romantização completa. Se nós, humanos e mortais como somos, já criamos tantas camadas em nossas curtas vidas, quem dirá os imortais, não é?
Eu gosto de criar essa imagem pra Regina porque o felino é uma parte inseparável de quem ela é e de sua natureza. A imagem que crio dela é exatamente a que você descreveu. Fico feliz que tenha conseguido interpretar isso tão bem.
Os seus comentários são sempre muito aguardados por mim. Eu agradeço muito que o faça, porque sua visão sempre me alerta bastante sobre o caminho que estou seguindo. Não há palavras que descrevam o quanto sou grata.