Poderia fazer-me um favor? Movimente lá no grupo do Nyah no facebook , aquele post que foi feito sobre a disputa pelo Ranking entre eu e a autora Gabriella Faria. É que quero voltar ao grupo do Nyah para poder responder todos àqueles autores que divulgaram suas histórias para que eu as lesse. E também esclarecer que não quero-me bloquear a mais ninguém de lá. Não quero problemas nem mal-entendidos. Só continuar com minha rotina de ler a todos que estiveram a me divulgar seus links.
Sobre o capítulo creio que fizeste um bom trabalho ao explicar a questão da linearidade temporal em relação com o seriado e ao abordar as relações pessoais de Daisy Johnson com outros personagens já apresentados no decorrer da trama do seriado.
Oi Companheiro, sinto muito pelo acontecido. Eu vi a postagem em que a administradora fala sobre os bloqueios e ela está irredutível sobre a questão do bloqueio. Me parece bem infantil, se quer saber, mas a síndrome do pequeno poder dela parece ter respaldo dos outros administradores, infelizmente. Ainda assim, vou ver o que posso fazer. De qualquer forma, obrigado pelo comentário.
Olá meu parceiro, lamento pela demora mas agora vamos em frente com essa jornada. Cenas fortes e intensas do interrogatório de Daisy com o tal sujeito, que deve servir aos Watchdogs de alguma forma, é o que ditam o ritmo deste novo capítulo. Esperava ver a Daisy já se libertando e saindo dessa situação já aqui, mas voce preferiu nos deixar na expectativa e ficar esperando pela definição disso no próximo (próximos?) capítulos.
Enquanto isso, é evidente que o ponto alto é o conflito entre Daisy usando as técnicas aprendidas com May para não ceder, e o interrogador tentando força-la ao limite para obter as informações que deseja. Vemos que eles já a conhecem como Tremor e provocam-na fazendo uso desse nome e ao saber que ela já não está mais com a SHIELD.
Também fez novamente bom uso dos flashbacks, mostrando a May ensinando-lhe a como lidar com interrogações desse calibre e o que fazer nessas situações, bem como a Daisy, em seu tempo de Skye, observando a rotina na SHIELD e os passos dos colegas Mack, Trip, Hartley, Hunter, Idaho e recebendo dicas do então diretor Coulson. Deu um bom ar de nostalgia . E mostra o quanto a Daisy aprendeu e evoluiu desde então, apesar da fanfic retratar um período de reclusão e um tanto sombrio pela qual ela está passando. Achei bacana também a escolha do título do capítulo pois, denota bem que apesar de tudo o que está acontecendo e de ela ser vista como uma inumana perigosa e clandestina nesse ponto por muitos em volta dela, ela ainda é uma pessoa , com as fraquezas, sentimentos, emoçoes, pensamentos e etc. que muitas pessoas costumam ter. Percebo que voce a mostra tentando suprimir tudo isso, similar a como ela aparece no início da quarta temporada, mas, eventualmente, em alguns momentos ela cede a toda essa emoção e bagagem que carrega dentro de si.
Sobre o texto explicativo na nota inicial, acredito que a linha do tempo ficou bem esclarecida e colocada de uma maneira bem objetiva , situando-se em relação aos eventos das temporadas da série.
Ola meu caro, eu confesso a você que senti um orgulho especial em escrever esse capítulo e o próximo. Queria mostrar a Daisy em seus momentos de força e fraqueza, mostrar que ela é uma pessoa com emoções e que é capaz de sentir medo, o que passa longe de covardia. Queria mostrar também, e isso terá continuidade no próximo capítulo, o quanto ela é alguém sempre pronta a aprender com quem sabe, a aceitar conselhos e evoluir. Essa ênfase na maneira como Coulson e May moldaram a vida dela depois que se conheceram, sendo os seus verdadeiros pais, ainda que não propriamente assumidos nisso, o Coulson um pouco mais, eu procurei mostrar isso na fanfic, por entender que é fundamental para entender a personagem. A Daisy é uma pessoa muito passional, muito tomada pelas emoções, no fundo alguém com uma grande carência afetiva, explicando o porquê dela meio que ter adotado os companheiros da S.H.I.E.L.D. como família. Enfim, espero que você continue gostando da história. Obrigado pelo comentário.
Poderia fazer-me um favor? Movimente lá no grupo do Nyah no facebook , aquele post que foi feito sobre a disputa pelo Ranking entre eu e a autora Gabriella Faria. É que quero voltar ao grupo do Nyah para poder responder todos àqueles autores que divulgaram suas histórias para que eu as lesse. E também esclarecer que não quero-me bloquear a mais ninguém de lá. Não quero problemas nem mal-entendidos. Só continuar com minha rotina de ler a todos que estiveram a me divulgar seus links.
Sobre o capítulo creio que fizeste um bom trabalho ao explicar a questão da linearidade temporal em relação com o seriado e ao abordar as relações pessoais de Daisy Johnson com outros personagens já apresentados no decorrer da trama do seriado.
Oi Companheiro, sinto muito pelo acontecido. Eu vi a postagem em que a administradora fala sobre os bloqueios e ela está irredutível sobre a questão do bloqueio. Me parece bem infantil, se quer saber, mas a síndrome do pequeno poder dela parece ter respaldo dos outros administradores, infelizmente. Ainda assim, vou ver o que posso fazer. De qualquer forma, obrigado pelo comentário.
Olá meu parceiro, lamento pela demora mas agora vamos em frente com essa jornada. Cenas fortes e intensas do interrogatório de Daisy com o tal sujeito, que deve servir aos Watchdogs de alguma forma, é o que ditam o ritmo deste novo capítulo. Esperava ver a Daisy já se libertando e saindo dessa situação já aqui, mas voce preferiu nos deixar na expectativa e ficar esperando pela definição disso no próximo (próximos?) capítulos.
Enquanto isso, é evidente que o ponto alto é o conflito entre Daisy usando as técnicas aprendidas com May para não ceder, e o interrogador tentando força-la ao limite para obter as informações que deseja. Vemos que eles já a conhecem como Tremor e provocam-na fazendo uso desse nome e ao saber que ela já não está mais com a SHIELD.
Também fez novamente bom uso dos flashbacks, mostrando a May ensinando-lhe a como lidar com interrogações desse calibre e o que fazer nessas situações, bem como a Daisy, em seu tempo de Skye, observando a rotina na SHIELD e os passos dos colegas Mack, Trip, Hartley, Hunter, Idaho e recebendo dicas do então diretor Coulson. Deu um bom ar de nostalgia . E mostra o quanto a Daisy aprendeu e evoluiu desde então, apesar da fanfic retratar um período de reclusão e um tanto sombrio pela qual ela está passando. Achei bacana também a escolha do título do capítulo pois, denota bem que apesar de tudo o que está acontecendo e de ela ser vista como uma inumana perigosa e clandestina nesse ponto por muitos em volta dela, ela ainda é uma pessoa , com as fraquezas, sentimentos, emoçoes, pensamentos e etc. que muitas pessoas costumam ter. Percebo que voce a mostra tentando suprimir tudo isso, similar a como ela aparece no início da quarta temporada, mas, eventualmente, em alguns momentos ela cede a toda essa emoção e bagagem que carrega dentro de si.
Sobre o texto explicativo na nota inicial, acredito que a linha do tempo ficou bem esclarecida e colocada de uma maneira bem objetiva , situando-se em relação aos eventos das temporadas da série.
Ola meu caro, eu confesso a você que senti um orgulho especial em escrever esse capítulo e o próximo. Queria mostrar a Daisy em seus momentos de força e fraqueza, mostrar que ela é uma pessoa com emoções e que é capaz de sentir medo, o que passa longe de covardia. Queria mostrar também, e isso terá continuidade no próximo capítulo, o quanto ela é alguém sempre pronta a aprender com quem sabe, a aceitar conselhos e evoluir. Essa ênfase na maneira como Coulson e May moldaram a vida dela depois que se conheceram, sendo os seus verdadeiros pais, ainda que não propriamente assumidos nisso, o Coulson um pouco mais, eu procurei mostrar isso na fanfic, por entender que é fundamental para entender a personagem. A Daisy é uma pessoa muito passional, muito tomada pelas emoções, no fundo alguém com uma grande carência afetiva, explicando o porquê dela meio que ter adotado os companheiros da S.H.I.E.L.D. como família. Enfim, espero que você continue gostando da história. Obrigado pelo comentário.