Esta história é whouffaldi e bennoda, por isso os ships estão mais do que definidos. Agora, podemos sempre jogar com a confusão e o ciúme. Se o Doutor dá toda a atenção ao Mike dizendo que confia nele porque ele é o mais inteligente do grupo, o Chester agarra-se à Clara e tenta seduzi-la. Quites! Ou nem tanto... pois o jogo continua.
Claro que és engraçada! A parte dos tampões está a ser muito elogiada. E nestes dias estranhos precisamos de nos rirmos.
Veremos o que outro grupo irá encontrar - gostei, contudo, da tua teoria. A Missy faz parte desta história, sim. E não só...
A Clara vai aparecer mais, descansa. É muita gente para gerir e cada um precisa de ter o seu espaço. Daí que tenha dividido esta malta em dois grupos, assim vai ficar facilitado dar espaço a todos, dado o que se conta em cada capítulo.
gostei muito da descrição que a clara deu, acho que é exatamente assim que os companions se sintam.
acho que ainda vai demorar para as respostas aparecerem, mas, uma quebra de expectativa pode ocorrer no meio da história, e nos levar para outro caminho.
agora sobre musica e bandas e tals, você também gosta do Chris Cornell? o que você acha dele?
Ser a/o companion do Doutor tem muito de fantástico, mas também de aterrador. É excelente, mas também muito perigoso.
As respostas vão aparecer todas, mas numa aventura de DW o caminho nunca é direto. Temos ainda de percorrer um labirinto que pode ser mais ou menos tortuoso.
Sim, gosto bastante do Chris Cornell, uma grande voz.
Acabei lendo ontem mesmo, mas só pude comentar hoje rsrs
Eu notei o Chester mexendo com a Clara só porque o Doutor está cheio de intimidade com o Mike. Foi tipo "também sei jogar desse jogo".
Clara e o Doutor são um casal sim!
A parte dos tampões é engraçada rsrs sou tão engraçada.
Eu acho que o outro grupo vai encontrar a Missy no próximo capítulo, é minha teoria de fã.
Queria ver mais da Clara :x
=***
Oi Valdie!
Esta história é whouffaldi e bennoda, por isso os ships estão mais do que definidos. Agora, podemos sempre jogar com a confusão e o ciúme. Se o Doutor dá toda a atenção ao Mike dizendo que confia nele porque ele é o mais inteligente do grupo, o Chester agarra-se à Clara e tenta seduzi-la. Quites! Ou nem tanto... pois o jogo continua.
Claro que és engraçada! A parte dos tampões está a ser muito elogiada. E nestes dias estranhos precisamos de nos rirmos.
Veremos o que outro grupo irá encontrar - gostei, contudo, da tua teoria. A Missy faz parte desta história, sim. E não só...
A Clara vai aparecer mais, descansa. É muita gente para gerir e cada um precisa de ter o seu espaço. Daí que tenha dividido esta malta em dois grupos, assim vai ficar facilitado dar espaço a todos, dado o que se conta em cada capítulo.
Muito obrigado pelo comentário.
Beijo!
gostei muito da descrição que a clara deu, acho que é exatamente assim que os companions se sintam.
acho que ainda vai demorar para as respostas aparecerem, mas, uma quebra de expectativa pode ocorrer no meio da história, e nos levar para outro caminho.
agora sobre musica e bandas e tals, você também gosta do Chris Cornell? o que você acha dele?
eu acho muito bom.
Oi!
Ser a/o companion do Doutor tem muito de fantástico, mas também de aterrador. É excelente, mas também muito perigoso.
As respostas vão aparecer todas, mas numa aventura de DW o caminho nunca é direto. Temos ainda de percorrer um labirinto que pode ser mais ou menos tortuoso.
Sim, gosto bastante do Chris Cornell, uma grande voz.
Muito obrigado pelos teus comentários.
Abraço!