Não, esta foi só uma pequena história sobre uma curta amizade, que teve contornos de bromance, certo, mas apenas isso. Estamos nos anos 80...
Muito obrigado, mais uma vez, pelos teus comentários.
A minha inspiração para contar esta história? Sempre gostei muito de História, dos momentos decisivos em que tudo muda, para o bem ou para o mal. As possibilidades que ficam por acontecer devido à intervenção cega (ou talvez não) do Destino. No dia 3 de fevereiro de 1959 um acidente de avião vitimou três grandes músicos do Rock, entre eles Buddy Holly e este Ritchie Valens. Este dia ficou inscrito tragicamente na História da música. E se esse acidente não tivesse acontecido? A música, como a conhecemos, seria totalmente diferente. Ou talvez não.
Também gosto de explorar a essência do que nos faz humanos, a coragem, as decisões, o que nos motiva a continuar todos os dias, o nosso papel no mundo.
Acho que essas foram as minhas motivações para escrever este conto. Para além de prestar a óbvia homenagem ao Ritchie Valens, autor de la Bamba.
Mais uma vez agradeço a tua leitura e os teus comentários.
Não tivemos a resposta de como e porque o Ritchie foi parar no futuro. Mas isso não importa, não é esse o foco principal da história. O título dela já diz tudo, é sobre memória, sobre nunca se esquecer... Fica a dúvida do que teria acontecido se o Ritchie tivesse mesmo voltado com o Mark. Seria que teria se adaptado ao anos 80? Faria mais músicas? Reveria mesmo a família ou começaria de novo?
Eu acertei quando disse que a despedida dos dois seria emocionante. Pra falar a verdade, eu mesma estou emocionada desde o capítulo 6, mas o que mais me marcou nesse capítulo foi o "lembra-te de mim" do Ritchie. Essa segunda, dia 14, teria sido o aniversário do Andre Matos (ele foi um músico muito importante pro metal brasileiro) e fizeram uma live (claro, com todos os cuidados) como despedida da banda solo dele. Me emocionei bastante e desde então fiquei bastante pensativa com isso, e ler a sua história, sobre esse tema, me fez ficar mais emocionada ainda. Todos nós vamos embora daqui um dia, mas nosso legado não. Tanto o Andre como o Ritchie podem ter partido, mesmo cedo demais como no caso dele, mas a arte deles vai ficar pra sempre, tocando os corações de tantas pessoas mundo afora. Porque nunca é tarde para conhecê-los.
Enfim, acho que me delonguei demais, mas te dou os parabéns pela história que escreveu, ela é linda e é notável o cuidado que você teve pra escrevê-la, desde a escolha das palavras até esse final. Parabéns ♥
Isso mesmo - não interessa o mecanismo que fez com que o Ritchie milagrosamente atravessasse o tecido do tempo e viesse parar 30 anos depois, no mesmo lugar, para que fosse salvo pelo Mark. Nesta história contou-se sobre escolhas, sobre o que fazer com o passado, sobre segundas oportunidades, se são sempre boas ou não, pelo contrário, por vezes não se pode ou não se deve mexer em certas questões. Daí que em Doctor Who existam os famosos pontos fixos no tempo!
Ficamos realmente com a dúvida se o Ritchie poderia construir uma nova vida nos anos 80 - mas ele chegou à conclusão que não. Talvez outro tivesse decidido outra coisa.
E falamos novamente nos heróis da música (e qualquer herói, sem ser apenas na música). Jamais os esqueceremos e cabe-nos a nós, os vivos, homenageá-los e fazê-los continuar a viver. Talvez seja isso a imortalidade. O nome ser repetido até ao fim dos tempos, a obra ficar, o exemplo persistir.
Sim, o Andre Matos! Conheço e já ouvi falar muito dele.
Se a história de te fez refletir sobre a vida, o significado de estar aqui, de fazer qualquer coisa que faça o mundo melhor, então creio que o meu obejtivo foi alcançado. A história serve para falar sobre isso mesmo - sobre quem somos. Um dia, seremos todos poeira e recordação e saudade. Que exista sempre alguém que nos recorde.
Muito obrigado pela tua leitura, pelos teus comentários e também pela recomendação.
Que história maravilhosa, e que final bonito. Parabéns!
Quando estiver mais disposta vou escrever uma recomendação.
=***
Oi Valdie!
Muito obrigado pela receção completamente fora das minhas previsões desta história.
Nem sei o que pensar...
Mais uma vez, obrigado.
Beijo!
Confesso que estava esperando um romance entre os dois hehe.
Gostei muito da historia. Como já disse você têm o dom com as palavras. Historia muito bem contada.
Gostaria de saber, qual foi sua inspiração pra contar essa história?
Oi!
Não, esta foi só uma pequena história sobre uma curta amizade, que teve contornos de bromance, certo, mas apenas isso. Estamos nos anos 80...
Muito obrigado, mais uma vez, pelos teus comentários.
A minha inspiração para contar esta história? Sempre gostei muito de História, dos momentos decisivos em que tudo muda, para o bem ou para o mal. As possibilidades que ficam por acontecer devido à intervenção cega (ou talvez não) do Destino. No dia 3 de fevereiro de 1959 um acidente de avião vitimou três grandes músicos do Rock, entre eles Buddy Holly e este Ritchie Valens. Este dia ficou inscrito tragicamente na História da música. E se esse acidente não tivesse acontecido? A música, como a conhecemos, seria totalmente diferente. Ou talvez não.
Também gosto de explorar a essência do que nos faz humanos, a coragem, as decisões, o que nos motiva a continuar todos os dias, o nosso papel no mundo.
Acho que essas foram as minhas motivações para escrever este conto. Para além de prestar a óbvia homenagem ao Ritchie Valens, autor de la Bamba.
Mais uma vez agradeço a tua leitura e os teus comentários.
Abraço!
Não tivemos a resposta de como e porque o Ritchie foi parar no futuro. Mas isso não importa, não é esse o foco principal da história. O título dela já diz tudo, é sobre memória, sobre nunca se esquecer... Fica a dúvida do que teria acontecido se o Ritchie tivesse mesmo voltado com o Mark. Seria que teria se adaptado ao anos 80? Faria mais músicas? Reveria mesmo a família ou começaria de novo?
Eu acertei quando disse que a despedida dos dois seria emocionante. Pra falar a verdade, eu mesma estou emocionada desde o capítulo 6, mas o que mais me marcou nesse capítulo foi o "lembra-te de mim" do Ritchie. Essa segunda, dia 14, teria sido o aniversário do Andre Matos (ele foi um músico muito importante pro metal brasileiro) e fizeram uma live (claro, com todos os cuidados) como despedida da banda solo dele. Me emocionei bastante e desde então fiquei bastante pensativa com isso, e ler a sua história, sobre esse tema, me fez ficar mais emocionada ainda. Todos nós vamos embora daqui um dia, mas nosso legado não. Tanto o Andre como o Ritchie podem ter partido, mesmo cedo demais como no caso dele, mas a arte deles vai ficar pra sempre, tocando os corações de tantas pessoas mundo afora. Porque nunca é tarde para conhecê-los.
Enfim, acho que me delonguei demais, mas te dou os parabéns pela história que escreveu, ela é linda e é notável o cuidado que você teve pra escrevê-la, desde a escolha das palavras até esse final. Parabéns ♥
Kisses e até mais o/
Oi Ester!
Isso mesmo - não interessa o mecanismo que fez com que o Ritchie milagrosamente atravessasse o tecido do tempo e viesse parar 30 anos depois, no mesmo lugar, para que fosse salvo pelo Mark. Nesta história contou-se sobre escolhas, sobre o que fazer com o passado, sobre segundas oportunidades, se são sempre boas ou não, pelo contrário, por vezes não se pode ou não se deve mexer em certas questões. Daí que em Doctor Who existam os famosos pontos fixos no tempo!
Ficamos realmente com a dúvida se o Ritchie poderia construir uma nova vida nos anos 80 - mas ele chegou à conclusão que não. Talvez outro tivesse decidido outra coisa.
E falamos novamente nos heróis da música (e qualquer herói, sem ser apenas na música). Jamais os esqueceremos e cabe-nos a nós, os vivos, homenageá-los e fazê-los continuar a viver. Talvez seja isso a imortalidade. O nome ser repetido até ao fim dos tempos, a obra ficar, o exemplo persistir.
Sim, o Andre Matos! Conheço e já ouvi falar muito dele.
Se a história de te fez refletir sobre a vida, o significado de estar aqui, de fazer qualquer coisa que faça o mundo melhor, então creio que o meu obejtivo foi alcançado. A história serve para falar sobre isso mesmo - sobre quem somos. Um dia, seremos todos poeira e recordação e saudade. Que exista sempre alguém que nos recorde.
Muito obrigado pela tua leitura, pelos teus comentários e também pela recomendação.
Beijo!!!!