Eu gostei demais da escrita desse capítulo. Quando você descreve que o músico sentiu alívio e logo desespero e faz a alusão ao trovão foi sensacional. Você manda bem demais, invista na carreira de escritor que vou querer ler seus trabalhos.
Um capítulo decisivo e que acaba por definir as escolhas que serão tomadas no futuro. É importante que o leitor sinta as angústias dos personagens.
Muito muito obrigado pelas tuas palavras. Adoro escrever, é um facto, e receber esse tipo de incentivo é excelente e muito importante. Agradeço imenso.
Gostei de como misturou os juniores do Ritchie com o clima, como o trovão quando vem o baque da revelação, a chuva caindo e o dia ficando cinzento confirme a realidade ia batendo.
Eu vinha falando pro Mark contar logo, mas é pesado estar na situação dele. O Ritchie agora sabendo mesmo que os amigos dele morreram, que era pra ele ter morrido naquele acidente. Ele quer encontrar a família, mas acho que ele vai acabar voltando ao passado, pra manter a linha temporal intacta :x
Engraçado que quem lê esse capítulo conseguiu sempre traçar esse paralelismo entre os sentimentos do Ritchie e o tempo lá fora, como tudo ficou mais escuro, frio e quieto. Como o coração do pobre rapaz se apertou ao conhecer a verdade. E era por isso que o Mark levou a adiar esse momento... ele estava com medo, por ele, pelo Ritchie, por todos.
Esse acidente de avião ficou inscrito na história da música popular como o dia em que a música morreu, mais por causa do Buddy Holly, um dos grandes pioneiros do Rock, frase imortalizada na célebre canção American Pie do Don McLean.
Mark com ciúmes da Donna rsrs :x
Tadinho do Ritchie :( pelo menos ele encontrou um amigo, mas acho que vai acabar morrendo mesmo. Talvez desapareça assim do nada.
Eu culpo o Doutor, mesmo que ele não esteja na história.
=***
Oi Valdie!
O Mark com ciúmes da Donna - nunca tinha pensado nisso, mas pode ser, pode muito bem ser.
O Ritchie tem um amigo, mas a confusão de toda a situação foi avassaladora e ele não reagiu nada bem.
Talvez aqui também se precise de um Doutor, o som da TARDIS a chegar e a devolver a esperança.
Obrigado pelo teu comentário.
Beijo!
Eu gostei demais da escrita desse capítulo. Quando você descreve que o músico sentiu alívio e logo desespero e faz a alusão ao trovão foi sensacional. Você manda bem demais, invista na carreira de escritor que vou querer ler seus trabalhos.
Oi!
Um capítulo decisivo e que acaba por definir as escolhas que serão tomadas no futuro. É importante que o leitor sinta as angústias dos personagens.
Muito muito obrigado pelas tuas palavras. Adoro escrever, é um facto, e receber esse tipo de incentivo é excelente e muito importante. Agradeço imenso.
Abraço!
Gostei de como misturou os juniores do Ritchie com o clima, como o trovão quando vem o baque da revelação, a chuva caindo e o dia ficando cinzento confirme a realidade ia batendo.
Eu vinha falando pro Mark contar logo, mas é pesado estar na situação dele. O Ritchie agora sabendo mesmo que os amigos dele morreram, que era pra ele ter morrido naquele acidente. Ele quer encontrar a família, mas acho que ele vai acabar voltando ao passado, pra manter a linha temporal intacta :x
Oi Ester!
Engraçado que quem lê esse capítulo conseguiu sempre traçar esse paralelismo entre os sentimentos do Ritchie e o tempo lá fora, como tudo ficou mais escuro, frio e quieto. Como o coração do pobre rapaz se apertou ao conhecer a verdade. E era por isso que o Mark levou a adiar esse momento... ele estava com medo, por ele, pelo Ritchie, por todos.
Esse acidente de avião ficou inscrito na história da música popular como o dia em que a música morreu, mais por causa do Buddy Holly, um dos grandes pioneiros do Rock, frase imortalizada na célebre canção American Pie do Don McLean.
Beijo!