Comentários em “Oitava Fileira: Spin-offs”: “Parte quatro”

Themis Magalhães

Olá =)

Ler seus capítulos é atravessar, tensamente, uma corda bamba. Cada passo é incerto. Não sabia o que esperar, se ficaria triste pela perda ou aliviada pela salvação do meu personagem preferido. Devo dizer, comecei a já clicar nos seus capítulos com a certeza de que passarei por essa experiência. E é incrível, de fato, nunca sair decepcionada.

Luca é, com certeza, um dos personagens mais bem desenvolvido ao longo dessa história. Sua presença é marcante, única, forte. Cada atitude e pensamento bem orquestrados. Bem, sim, não quero que ele morra (dane-se esse orgulho infeliz), mas compreendo seu ponto de vista. Combina perfeitamente com quem ele é e qualquer atitude diferente não pareceria real. Então, ainda que tenha ficado tensa, estou, como sempre, satisfeita com o que li.

Interessante também ver as coisas sob o ponto de vista da Viviane. Meu único contato com ela, além de suas histórias, foi a participação dela na festa da Marina nos quadrinhos. Devo dizer, foi bastante interessante ter esse contato com ela e ver, mesmo que por apenas alguns instantes, sua visão de mundo. Gostei muito de ver seu ponto de vista a respeito de seu relacionamento com o Luca, a dificuldade de admitir que as coisas haviam fugido de seu controle. Muito, muito bom.

Foi, também, bom ver o Fred novamente. Me fez lembrar do quanto sinto falta de Meia Lua.

Ah, e o Cássio e o Mauro. O que falar sobre eles? Sempre tenho a sensação de que me perco enquanto falo sobre eles, que esqueço o resto dos acontecimentos. Eles ofuscam tudo e todos, mesmo que apareçam por alguns instantes apenas. Ver a desenvoltura deles num trabalho conjunto é incrível. Funcionam como um só, e funcionavam desde Meia Lua, quando seus poderes não eram como os de hoje. Isso é tão, tão incrível. Jamais cansarei de dizer o quão importante são.

Capítulo excelente, como sempre. Vou correndo ler o próximo =)

N

Olá

Admito que senti muito essa parte. Eu não queria que Levi tivesse morrido, mas não existe ação sem consequências. Talvez eu não tenha conseguido demonstrar o quanto Luca sentiu a perda do dragão, mas ter a companhia constante dele era como andar novamente (e voar), e de quebra ter alguém que ele não precisava proteger. Perder as duas coisas foi extremamente difícil pra ele. Sem Viviane, Luca não teria insistido o suficiente pra sobreviver. Ele ultrapassou muito o ponto de ruptura nessa história.

Eu teria adorado retratar um pouco mais de Viviane, e de como Luca a deixa atônita com frequência. É revigorante como os dois saem de qualquer padrão de romance.

Como deu pra ver em Oitava Fileira, o tipo de magia que Mauro fez ao longo dos anos, e que o Cas permitiu, é uma coisa única no universo deles. De várias formas, eles são como lados diferentes da mesma pessoa. É assustador e fascinante como isso funciona pra eles.

Muito obrigada mais uma vez. Até o próximo.

N

Olá

Admito que senti muito essa parte. Eu não queria que Levi tivesse morrido, mas não existe ação sem consequências. Talvez eu não tenha conseguido demonstrar o quanto Luca sentiu a perda do dragão, mas ter a companhia constante dele era como andar novamente (e voar), e de quebra ter alguém que ele não precisava proteger. Perder as duas coisas foi extremamente difícil pra ele. Sem Viviane, Luca não teria insistido o suficiente pra sobreviver. Ele ultrapassou muito o ponto de ruptura nessa história.

Eu teria adorado retratar um pouco mais de Viviane, e de como Luca a deixa atônita com frequência. É revigorante como os dois saem de qualquer padrão de romance.

Como deu pra ver em Oitava Fileira, o tipo de magia que Mauro fez ao longo dos anos, e que o Cas permitiu, é uma coisa única no universo deles. De várias formas, eles são como lados diferentes da mesma pessoa. É assustador e fascinante como isso funciona pra eles.

Muito obrigada mais uma vez. Até o próximo.